8 coisas que você precisa saber sobre ”Ghost in the Shell”

Ghost in the Shell é uma das franquias japonesas mais populares da história e uma das poucas a cair no gosto da cultura mainstream ocidental. Originada do mangá de Shirow Masamune e composta por filmes animados e animes, a série mistura uma temática pessoal e existencial com um visual cyberpunk único.

Com o lançamento da adaptação live-action de Hollywood marcado para acontecer no Brasil em 30 de março, com Scarlett Johansson no papel da protagonista “Major” Motoko Kusanagi, separamos 8 curiosidades que você precisa saber sobre Ghost in the Shell antes de assistir ao filme.

Ghost in the Shell inspirou a franquia ”Matrix”

The Matrix

Ao mostrar a ideia de Matrix, franquia de filmes original de 1999, para o produtor Joel Silver, Lana e Lily Wachowski foram bem específicos com a sua visão. A dupla usou a animação de 1995 de Ghost in the Shell como exemplo e disse que gostaria de um filme semelhante. Do estilo cyberpunk até pessoas hackeando o seu cérebro para coletar informações, é notável as referências do trabalho de Mamoru Oshii em Matrix.

O que é um Fantasma?

What is a Ghost?

Em Ghost in the Shell, escutamos o termo “Fantasma” com frequência, utilizado na ambientação futurista para descrever uma consciência individual ou uma alma. Em tempos em que o ser humano, ciborgues e robôs coexistem, um Fantasma é o que dá a cada entidade a sua individualidade, independente da quantidade de material biológico substituído por tecnologia. Major, a protagonista da franquia, é um cérebro humano em um corpo artificial — e, portanto, uma Fantasma.

Motoko Kusanagi é LGBTQ

O contexto um pouco mais brincalhão do mangá também é mais explícito. Existem painéis de memórias que mostram as fantasias de Major em participar de uma relação sexual com outras duas mulheres. Na primeira temporada de Ghost in the Shell: Stand Alone Complex, há uma cena em que Motoko estava semi-nua em uma cama com duas mulheres tomando vinho. Não parecia uma festa de pijama.

Começou como um agrado para os fãs de sci-fi, mas tornou-se algo mais

Cheesecake

O mangá de Ghost in the Shell não é tão complexo e bem desenvolvido quando as animações — alguns até dizem que a história de Shirow servem mais como um serviço de fãs de ficção científica. Na obra, a Seção 9 não leva a vida muito a sério. Foi com a adaptação do diretor Mamoru Oshii que a franquia tomou um rumo mais filosófico.

Ghost In the Shell: Arise é a prequel de tudo

Ghost In The Shell: Arise

Embora Ghost in the Shell: Arise tenha sido lançado em 2015, é considerado uma história que antecede os acontecimentos (prequel) do filme de 1995. Arise acompanha uma jovem Motoko Kusanagi que antes de entrar para a Seção 9, serve como uma agente secreta para a Organização 501, uma empresa dona de seu corpo artificial. Neste período, ela conhece Daisuke Aramaki, Batou 9 e outros futuros membros da Seção 9.

Ghost in the Shell: Solid State Society é o lançamento mais recente

Ghost in the Shell: Solid State Society

Arise é a última série animada lançada a fazer parte da história de Ghost in the Shell. Entretanto, cronologicamente, Solid State Society é o que traz os últimos acontecimentos sobre Major e a Seção 9 e acontece logo após a segunda temporada de Stand Alone Complex.

A Major já teve muitos visuais

Major - Ghost in the Shell

Quando falamos sobre o visual de Major, a maioria dos fãs usam o filme de 1995 ou o anime Stand Alone Complex como referência. Mas entre Ghost in the Shell: Arise e Ghost in the Shell: Solid State Society, a protagonista trocou de “corpo” tantas vezes que foi difícil manter a semelhança entre todos — talvez Motoko já tenha passado por uns 6 ou 7 estilos de animação.

A infância de Motoko Kusanagi é revelada

Ghost in the Shell: Stand Alone Complex

O passado de Motoko Kusanagi não é revelado mais do que vemos nas séries Arise. No entanto, a segunda temporada de Ghost in the Shell: Stand Alone Complex oferece algumas respostas essenciais sobre os pais de Motoko e sua origem como ciborgue. Claro que não vamos dar spoilers.

 

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Editora-chefe do site e bacharel em Estudos de Mídia pela UFF, produz conteúdo para web desde 2012. Curiosa e apaixonada por cinema, escreve aqui em sua ''Coluna Clichê'' sobre os filmes que assiste no cinema e na TV. Também colabora com o blog ''CuteDrop''.

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