A Bruxa

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”Cult” na medida, ”A Bruxa” é um dos filmes mais comentados nos últimos tempos. Após ganhar o festival de Sundance em 2015 e visto pela imprensa norte americana como ”o filme mais assustador dos últimos tempos”, esse é o primeiro trabalho do diretor Robert Eggers.

Por volta do ano 1630, um fazendeiro (Ralph Ineson) extremamente religioso e sua família – esposa e 4 filhos – são expulsos da comunidade na qual vivem e se instalam ao lado de uma macabra floresta. Algum tempo depois a esposa engravida e a filha mais velha, Thomasin (a novata Anya Taylor Joy), ajuda a mãe a cuidar da criança. Um dia, quando ela está perto da floresta brincando com Samuel, o bebê desaparece misteriosamente. 

A família fica arrasada com a notícia, e a mãe não consegue fazer outra coisa se não chorar.
Conforme os dias vão passando, a colheita vai secando, coisas estranhas acontecem e a família, isolada do resto do mundo e nervosa após o desaparecimento de mais um filho, começa a ter sérios problemas, que parecem não estar perto de terminar.

Difícil de ser analisado, o filme assusta em diversos momentos, com boas tomadas e cenas intensas, porém, insinua mais do que entrega. A história fala sobre bruxas, lobos, cabras, seres sobrenaturais, e é a imaginação do espectador que pode fazer a trama ficar mais interessante. O longa foi produzido pelo brasileiro Rodrigo Teixeira, da RT Features, e por Chris Columbus (de ”Harry Potter” e ”Gremlins”).

 

Cotação: Regular

Ideal para: pessoas curiosas; espectadores que só querem se divertir

 

Editora-chefe do site e bacharel em Estudos de Mídia pela UFF, trabalha com redes sociais e produz conteúdo para web desde 2012. Curiosa e apaixonada por cinema, escreve aqui em sua ''Coluna Clichê'' sobre os filmes que assiste no cinema e na TV.

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