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A Garota de Rosa Shocking

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Nos anos 80, ruivinha Molly Ringwald era presença certa nas telonas.
Depois do sucesso em ‘Gatinhas e Gatões’, de 1984, a atriz esteve presente na comédia adolescente ‘A garota de rosa-shocking’.
Nesse filme, ela interpreta Andie, uma menina pobre que é bolsista numa escola de riquinhos, e que sonha em ter um vestido (cor de rosa) para ir ao baile de formatura. Seu pai está desempregado, e ela tem como seu fiel escudeiro o engraçadíssimo Duckie (Jon Cryer, o Alan Harper de ‘Two and a Half Men’), seu amigo de todas as horas, que sente uma paixão platônica por ela.

Porém, para complicar a situação, Andie começa a se interessar por Blane (Andrew McCarthy, de ‘O primeiro ano do resto de nossas vidas’), amigo do menino mais metido e popular do colégio, Steff (James Spader, o Robert California de ‘The Office’), que não aceita o interesse de Blane pela ruivinha pobre.
‘Ela não é como nós’, diz ele em certo momento do filme. E ele está certo.

O filme se desenrola, e fica claro que Blane e Andie realmente pertencem a mundos diferentes. Ele tem uma BMW. Ela mora no subúrbio. Ela trabalha na loja TRAX.
Ele ganha mesada dos pais. Ela só tem um amigo. Ele tem como amigos os meninos mais descolados e populares da escola. Porém, Blane é diferente, é sensível, honesto, e não um ‘maria vai com as outras’ como parece no início.
E convida Andie para ir ao baile com ele, e ela, extremamente feliz e para a tristeza de Duckie, aceita.

Essa comédia adolescente, que consegue ser bem clichê em certos momentos, como a menina rica e linda que pega no pé de Andie na aula de educação física, tem certos momentos que são impagáveis e históricos, como Duckie na loja TRAX cantando ‘Try a little tenderness’, de Otis. Após algumas confusões, enganações, frases preconceituosas ditas por Steff e as fofuras de Duckie (com certeza, a estrela do filme), tudo acaba bem, Blane e Andie ficam juntos e Duckie aceita que entre ele e Andie não existirá nada mais do que amizade.

‘A garota de rosa shocking’ é um filme no estilo adolescente-ensino médio-fofo-sessão da tarde, um filme eterno, que fica na nossa cabeça mesmo depois do fim.
A trilha sonora, de primeira linha, com músicas das bandas The Smiths (Please Please Please Let Me Get What I Want) e INXS (Do what You do), impressiona.

Cotação: Muito bom

Em Busca da Terra do Nunca

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O autor de peças teatrais J.M. Barrie (Johnny Depp) está passando por um período difícil.
Sua última peça não agradou muito aos espectadores londrinos, e, por causa do investimento que deu errado, ele precisa alcançar um grande sucesso em sua próxima montagem e reconquistar a confiança de Frohman (Dustin Hoffman) para continuar sendo um nome de prestígio na cena teatral inglesa.
Um dia, no parque, com seu cão, ele conhece a viúva Sylvia Llewelyn Davies (Kate Winslet) e seus quatro filhos, George (Nick Roud), Michael (Luke Spill), Jack (Joe Prospero) e Peter (Freddie Highmore), que depois de conhecer melhor o escritor, se mostra muito apegado a ele.

Enquanto a amizade de Barrie e Sylvia evolui, e os meninos se acostumam com a presença dele em suas vidas, muitas pessoas da sociedade inglesa começam a ver maldade no relacionamento dos dois.
Em certo momento, Frohman diz a Barrie que algumas pessoas estão desconfiando das intenções dele para com os meninos. Barrie diz que tudo não passa de maldade e que não existe nada além de amizade entre ele e a família Davies.

Eles passam por muitas aventuras juntos, e Barrie instiga a imaginação dos meninos, inventando brincadeiras sobre piratas, sereias, caubóis, fadas e outras criaturas mágicas, fazendo assim com que eles esqueçam a dor da perda do pai e lutem contra o temperamento possessivo de sua avó, Emma (Julie Christie).

O escritor, instigado pelo convívio com os meninos, cria sua obra prima teatral, ‘Peter Pan’. A peça se torna um sucesso, agradando tanto a adultos quanto a crianças.
Infelizmente, Sylvia morre depois de contrair uma doença. Ao fim do filme, Barrie e Emma ficam com a guarda dos 4 meninos.

Esse drama, que chegou ao Brasil em 2004, foi o responsável pela revelação do lindinho Freddie Highmore, que no ano seguinte trabalhou com Johnny Depp em ‘A Fantástica Fábrica de Chocolates’. Seu último trabalho nos cinemas foi ‘A arte da conquista’, com Emma Roberts.

Cotação: Muito bom

image O Casamento do Ano

Uma família disfuncional, um casamento e um fim de semana cheio de emoções 😉

Os Estagiários

 

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O colunista* assistiu ao filme a convite da distribuidora

Mais uma comédia de Vince Vaughn e Owen Wilson. Eu poderia falar muita coisa sobre Os Estagiários apenas com essa primeira frase.
Quem já assistiu a qualquer comédia em que um desses atores participam sabe do que estou falando: carismáticos, engraçados e, mesmo que o roteiro não seja tão legal, não deixam o filme não cair na chatice.
‘Os Estagiários’ não foge a essa regra.

No filme, Billy McMahon (Vince Vaughn) e Nick Campbell (Owen Wilson) são vendedores de relógios de meia idade que ficam desempregados e conseguem uma oportunidade de participar do programa de estágio da Google.

O roteiro, do próprio Vince Vaughn, não deixa as duas horas de filme tão maçantes com ótimas piadas sobre o mundo nerd e consegue envolver o espectador tanto em desafios (entender todas as referências citadas no filme é um grande desafio), como em momentos engraçados com os personagens.

Shawn Levy, que dirige o longa, é responsável pelos filmes “Uma Noite no Museu”, “Recém-Casados”, “Doze é Demais” e um filme que gosto muito: “Uma Noite Fora de Série”.

A grande diferença de Os Estagiários é a forma como a Google foi retratada. Diferente de “A Rede Social” – em que mostra o início do Facebook, mas foca na personalidade de Mark Zuckerberg – no filme de Vaughn o que tenta se mostrar é o espírito da empresa, como é a vida dos funcionários e, principalmente, o que a Google procura em alguém.
Como consequência, a mensagem passada, ao fundo, não passa de uma grande propaganda da empresa e um bom registro histórico da dinâmica atual de empresas de tecnologia.

Apesar disso não digo que o filme seja ruim, pelo contrário – como disse no primeiro parágrafo – o filme cumpre seu papel de divertir e os atores e personagens são carismáticos, tanto os veteranos, quanto os novatos.

Cotação: Bom

Ideal para: fãs de Vince Vaughn e Owen Wilson; quem quer trabalhar na Google

 

Ficha técnica

Direção: Shawn Levy

Elenco: Vince Vaughn, Owen Wilson, Dylan O’Brien, Rose Byrne, Max Minghella, Joanna Garcia, John Goodman, Aasif Mandvi, B.J. Novak

Roteiristas: Vince Vaughn, Jared Stern

*Essa resenha foi escrita pelo Gabriel, do Clube da Adrenalina.

Wolverine: Imortal

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A colunista assistiu ao filme a convite da distribuidora.

Pela sexta vez interpretando o mutante de garras de adamantium nos cinemas, Hugh Jackman faz um bom trabalho em ‘Wolverine: Imortal’.
O ator, que está com 44 anos, ainda tem fôlego para correr, pular e se dá bem nas cenas de ação.
A direção de James Mangold (‘Garota Interrompida’, ‘Encontro Explosivo’, ‘Johnny e June’) é boa, mas não impressiona.
“Wolverine – Imortal” segue os acontecimentos de “X-Men: O Confronto Final”.

Na trama, que se passa, basicamente, no Japão, Logan não quer mais ser um super herói.
Ele se afastou de todos e mora em uma caverna e um dia é encontrado pela jovem Yukio (Rila Fukushima).
O mestre dela, Yashida (Hal Yamanouchi), foi salvo por Logan em Nagasaki, no Japão, na época em que a bomba atômica foi detonada.
Agora que está morrendo, Yashida que rever Logan e propõe que seu fator de cura seja transferido para ele, de forma que Logan possa se tornar mortal.

Tenso com a situação e atormentado com sonhos onde Jean Grey (Famke Janssen, vista em ‘João e Maria: Caçadores de Bruxas’) aparece, Logan acaba infectado pela médica de Yashida, Víbora (Svetlana Khodchenkova).
Vendo sua imortalidade ir embora, o herói precisa, além de se curar, proteger a linda Mariko (Tao Okamoto).
A neta de Yashida é alvo tanto de seu pai, Shingen (Hiroyuki Sanada) quanto da Yakuza, a máfia japonesa.

Os dois resolvem então fugir, com a ajuda de Yukio, e juntos, devem deter seus adversários.
As cenas de ação são interessantes e Tao Okamoto é uma boa atriz.
Algumas situações interessantes acontecem nos 20 minutos finais, que são, sem dúvida, os melhores do filme.

O brasileiro José Padilha também teve seu nome associado ao projeto, mas a parceria não foi adiante.
Um dos pontos fracos do filme é o romance entre Mariko e Logan, que é sem graça e forçado.
O 3D é bom, mas não faz muita diferença.‘Wolverine: Imortal’ cumpre seu papel: entreter e divertir a platéia, já que se trata, obviamente, de um filme de verão norte americano.

A cena mostrada entre o fim do filme e os créditos é bacana. Fãs da franquia ‘X-Men’ vão curtir.
Cotação: Bom

Ideal para: pessoas que gostam de filmes de ação; fãs de Hugh Jackman; fãs da franquia ‘X Men’

O Cavaleiro Solitário

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A colunista assistiu ao filme a convite da distribuidora.

O diretor Gore Verbinski (‘O Chamado’ e trilogia ‘Piratas do Caribe’) teve uma difícil missão: levar para as telonas o grande sucesso da TV americana, exibida nos anos 40 e 50.
Em sua nova parceria com Johnny Depp, Gore dirige com maestria a trama que teve trilha sonora de Hans Zimmer (‘Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge’, ‘Gladiador’, ‘O Código da Vinci’, ‘O Homem de Aço’).

Nesse filme, que chegará aos cinemas no dia 12 de julho, o honesto advogado John Reid (Armie Hammer) está de volta ao Texas.
Lá vivem seu irmão Dan (James Badge Dale), sua cunhada Rebecca (Ruth Wilson) e seu sobrinho Danny (Bryant Prince).
Dan é um Texas Ranger e um dia, quando leva John junto a seu bando para patrulhar, acaba numa emboscada armada pelo odioso Butch Cavendish (William Fichtner).

Dan morre e John é salvo pelo índio Tonto (Johnny Depp), que cuida dele.
Tonto crê que John foi escolhido por um mensageiro espiritual e parte com ele numa jornada em busca de Cavendish.
Os dois de início não se dão bem. Tonto chama John de ‘kemosabe’, o que gera grande conflito em entre eles.

Nesse filme cheio de ganância, ação, intrigas, jogos políticos, traições e sangue, um dos grandes destaques é Bryant Prince, o fofo filho de Dan.
Ruth Wilson (vista antes em ‘Ana Karenina’) é uma mistura entre as atrizes Emma Stone e Michelle Monaghan.
Sua atuação não é das melhores, diferente de Armie Hammer, que melhorou muito desde ‘A Rede Social’.

Tom Wilkinson (‘Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças’) e Barry Pepper (‘Bravura Indômita’) também estão no elenco do longa, que foi filmado em Utah, no Colorado e na Califórnia.
Os atores principais tiveram aulas de tiro e aprenderam a andar a cavalo. ‘O Cavaleiro Solitário’ é um bom filme, ideal para quem gosta de ação e aventura.

Cotação: Bom

Meu Malvado Favorito 2

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A colunista assistiu o filme a convite da distribuidora.

Gru (voz de Leandro Hassum) deixou de ser um vilão e se aposentou.
Se em ‘Meu Malvado Favorito’ ele queria roubar a Lua, agora ele é feliz cuidando de suas 3 filhas adotivas Edith, Agnes e Margô.

Tudo vai bem na vida da família até que Gru é sequestrado pela maluca Lucy (voz de Maria Clara Gueiros, excelente), que o leva até uma agência secreta onde seus serviços são necessários: alguém cometeu um crime espetacular e Gru precisa levá-lo à justiça.

Para isso, Lucy será sua parceira na missão e juntos eles terão que desvendar o crime, trabalhando num shopping center local e fingindo serem donos de uma loja de cupcakes.
Dr. Nefário, o cientista ajudante de Gru, tem papel importante na trama.

Diversas confusões acontecem nessa aventura que chegará aos cinemas no dia 5 de julho de 2013.
Os fofíssimos Minions também estão presentes na animação, que no Brasil contou com os atores Sidney Magal e Arthur Aguiar como dubladores.
A linda Agnes rouba a cena quando aparece, fazendo o espectador se emocionar.
Ideal para toda a família, o filme diverte. Crianças de até 10 anos vão gostar muito.
O final é maravilhoso e recentemente a Universal anunciou que irá fazer um filme sobre os Minions.

Cotação: Muito bom

Universidade Monstros

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A colunista assistiu o filme a convite da distribuidora

Na nova animação da Disney Pixar, que vai chegar aos cinemas no dia 21 de junho, conhecemos o início da jornada dos (até então jovens) Mike Wazowski (Billy Crystal) e James P. Sullivan (John Goodman), do mega sucesso ‘Monstros S/A’ (2001).
A trama se inicia com Mike ainda criança, na escola, num passeio escolar.
O pequeno é menosprezado pelos colegas de classe, e após um acontecimento inesperado, descobre que no futuro quer ser um Assustador.

Alguns anos mais tarde, Mike começa a estudar na Universidade Monstros, uma prestigiada instituição de ensino onde somente os melhores assustadores se formam.
Lá, ele vai parar na mesma turma do desleixado Sullivan, que se garante no nome de sua família para gozar de prestígio no campus.
Mike, muito esperto e esforçado, chama a atenção do professor Knight (Alfred Molina), além de fazer grandes amigos e entrar para uma fraternidade. Na trama, também é revelado o motivo pelo qual Randall (Steve Buscemi) não gosta de Sully.

Durante uma prova, uma grande confusão faz com que Mike e Sully fiquem sob o olhar atento da medonha senhora Hardscrabble (Hellen Mirren).
Agora, por conta do acontecimento que é a chave para o desenrolar do filme, os dois precisam aceitar as diferenças e conviver pacificamente, senão, irão receber uma punição severa.

‘Universidade Monstros’ é um filme lindo, colorido, divertido e com boas sacadas.
A participação do brasileiro Michel Teló dura menos de 20 segundos e passa despercebida.
A trama do filme é boa e agrada até aos mais velhos, mostrando que o selo Disney ainda tem muito fôlego e boas histórias para contar.
O 3D é de excelente qualidade e o dublador Mauro Ramos (que dá voz ao personagem Sully no Brasil) é competente.
O filme teve a direção de Dan Scanlon.

Cotação: Muito bom

Star Trek – Além da Escuridão

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Junte na mesma panela uma franquia poderosa, efeitos especiais de última geração e um vilão inglês meticuloso e cínico.
No novo ‘Star Trek’, que teve orçamento de 185 000 000 dólares, é possível ver que a junção desses elementos resultou num filme incrível.

Na trama, acompanhamos outra jornada da nave U.S.S. Enterprise.
Seus tripulantes, o capitão James T. Kirk (Chris Pine), o vulcano Spock (Zachary Quinto), Uhura (Zoe Saldaña), Bones (Karl Urban), Sulu (John Cho) e Chekov (Anton Yelchin) são enviados a uma nova missão: em um planeta distante, Spock é enviado para dentro de um vulcão, onde deve deixar um dispositivo que irá congelar a lava incandescente.
Porém, algo dá errado e a nave acaba sendo vista por inimigos.

Furioso com a irresponsabilidade de Kirk, o capitão Pike (Bruce Greenwood) resolve mandá-lo de volta para a Academia.
Tudo muda quando o misterioso John Harrison (Benedict Cumberbatch), um renegado da Frota Estelar, revolve fazer um ataque em Londres, matando 42 pessoas e deixando muitos inocentes feridos.

Agora, para salvar a Federação, Kirk e seu grupo devem deter o terrorista. Explosões, correria e conflitos internos fazem parte do filme, dirigido pelo aclamado J. J. Abrams (‘Super 8’).
O 3D não é muito bom, mas não atrapalha na leitura das legendas.
Destaque para Benedict Cumberbatch, que está odioso na pele de Harrison; e para Scotty (Simon Pegg), sempre surgindo nas horas mais complicadas.

Uma surpreendente presença de Leonard Nimoy faz a trama ficar ainda melhor.
‘Além da Escuridão’ é um blockbuster interessante, bem feito e que agrada até a quem não é fã da série.
Cotação: Muito bom

 

image Odeio o Dia dos Namorados

Filme nacional é bonitinho, mas previsível.