Bela de Emma Watson será mais empoderada do que a princesa do filme de 1991

Vinte e cinco anos se passaram desde o surgimento do clássico infantil “A Bela e a Fera”. O salto de 1992 para 2017, quando a animação da Disney ganha uma versão com atores reais, não poderia passar batido pelos roteiristas. A história da boa garota que ajuda um solitário homem a se libertar de um feitiço ganha novos contornos para se adaptar aos novos tempos.

Interpretada pela engajada atriz Emma Watson, Bella será uma inventora (ela ganha função que no filme original pertencia ao pai). Mas Maurice não fica sem trabalho. Ele passa a fabricar caixinhas de música. Segundo Emma Watson, faltava uma explicação sobre o motivo da doce Bela ser vista como estranha em sua aldeia.

“Ela inventou uma espécie de máquina de lavar para que, em vez de ficar lavando roupa, pudesse usar seu tempo com o que realmente gosta de fazer, que é ler”, explica a atriz sobre a adaptação. As caixinhas de música feitas pelo pai de Bela também têm uma função importante na história. Elas vão ajudar a garota a superar a perda de sua mãe.

A mudança que dá mais poder a personagem criada há 25 anos faz todo sentido. Emma Watson é embaixadora da Boa Vontade da ONU Mulheres e tem atuado cada vez mais em campanhas para acabar com a desigualdade de gêneros.

Em fevereiro deste ano a atriz chegou a anunciar que faria uma pausa de um ano nas gravações para ter mais tempo para sua militância. As gravações do live-action de “A Bela e a Fera” haviam terminado seis meses antes, em agosto de 2015. 

 

via

Editora-chefe do site e bacharel em Estudos de Mídia pela UFF, trabalha com redes sociais e produz conteúdo para web desde 2012. Curiosa e apaixonada por cinema, escreve aqui em sua ''Coluna Clichê'' sobre os filmes que assiste no cinema e na TV.

  • Image