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Coluna Clichê

Se Beber, Não Case 3

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No terceiro (e último) filme do Bando de Lobos, o maluco Alan (Zach Galifianakis) está deprimido com a morte do pai, Sid, que teve um ataque cardíaco após discutir com ele.

Seu cunhado Doug (Justin Bartha), preocupado, se reúne aos amigos Phil (Bradley Cooper) e Stu (Ed Helms).
Junto com a mãe e a irmã de Alan, eles resolvem fazer uma intervenção.
Alan será enviado para uma clínica chamada New Horizons, onde poderá relaxar, se cuidar, virar um novo homem.

Porém, no caminho, o carro é interceptado pelos capangas do perigoso traficante Marshall (John Goodman), que quer saber onde está Sr. Chow (Ken Jeong), que roubou US$ 21 milhões seus.
Doug é sequestrado e Marshall dá aos amigos uma missão: encontrar Chow e recuperar o dinheiro.
Se tudo não correr bem… Doug vai morrer.

Desesperados, os amigos descobrem que Alan estava se comunicando com Chow desde que o golpista estava na prisão.
Loucuras, mortes inesperadas, uma viagem até Tijuana, no México e uma parada em Las Vegas, além das participações de Heather Graham, que retorna como Jade, fazem parte da trama.

Ken Jeong, que recebeu 5 milhões de dólares para fazer esse filme, rouba todas as cenas nas quais aparece.
Destaque também para Melissa McCarthy, que intepreta Cassie.
O filme é divertido e tem muitas cenas de ação, porém, não tem nenhuma ‘ressaca’ como o título original (‘The Hangover 3’) sugere.
O conjunto da obra, um blockbuster norte americano, agrada a quem quer se distrair ou é fã da franquia. E só.
A cena final, após o início dos créditos, é bacana. Vale a pena esperar para assistir.

Cotação: Regular

 

Reino Escondido

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 A COLUNISTA ASSISTIU AO FILME A CONVITE DA DISTRIBUIDORA.

A clássica trama do bem contra o mal é reinventada nessa animação da Blue Sky Studios.
O filme conta a história da valente Mary Katherine (mais conhecida como M.K.) e de seu pai, um biólogo considerado maluco por acreditar que pequenas criaturas vivem na floresta que cerca a casa da família.

Após instalar diversas câmeras em árvores na floresta e de mapear cuidadosamente os movimentos de diversos insetos, o Professor Bomba descobre que suas teorias estavam certas.
A jovem M.K., entediada, passa o dia brincando com Ozzy, o cão da família. Sua mãe morreu e ela se mudou para a casa do pai, que, segundo ela, fica ‘no meio do nada’.
Um dia, após uma fuga inesperada de Ozzy, ela se perde na floresta e é magicamente transportada para o mundo dos Homens-Folha.

Nesse mundo minúsculo, ela conhece Nod, um rapaz rebelde que está inconformado com a morte do pai que não quer ser um Homem Folha; Ronin, responsável por cuidar de Nod e líder dos Homens-Folha; Nim Galuu, o ancião do grupo; Rainha Tara, que tem uma importante missão na história e os engraçados Mub e Grub, uma lesma e um caracol que deixam todos loucos.
A floresta está morrendo por causa do malvado Madrake, que quer destruir a natureza e fazer com que todo o planeta fique sujo e desmatado.
Assim, M.K. precisa ajudar seus novos amigos a deter Mandrake e proteger o Botão, uma flor escolhida pela Rainha Tara que pode salvar a todos.

A trama é boa e divertida. As cenas de ação são excelentes e os efeitos especiais também.
A relação entre pai e filha e o cuidado com a natureza são bons panos de fundo, que funcionam e envolvem o espectador.

Na versão original, Amanda Seyfried (‘Os Miseráveis’) dubla M.K.; Josh Hutcherson (‘Jogos Vorazes’) é Nod; o cantor Steven Tyler é o ancião Nim Galuu; Colin Farrell (‘Ondine’) dublou Ronin; Christoph Waltz (‘Django Livre’) dublou Mandrake e a cantora Beyoncé Knowles foi a Rainha Tara.
O filme é baseado no livro infantil de William Joyce (que também atuou como roteirista) e foi dirigido pelo experiente Chris Wedge (‘A Era do Gelo’ 1, 2, 3 e 4 e ‘Robôs’).
Cotação: Muito bom

Ideal para: pessoas que querem se divertir; pessoas que gostam de animações; pais com filhos de até 10 anos de idade

 

Os Croods

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A colunista assistiu o filme a convite da distribuidora.

Chris Sanders acertou de novo.
O diretor dos mega sucessos ‘Como Treinar seu Dragão’ e Lilo e Stitch’ fez de ‘Os Croods’, novo filme da DreamWorks, uma obra prima da animação.
Concebido primeiramente como um filme em stop motion com personagens de massinha, ‘Os Croods’ é um filme sobre família e união.

A família pré-histórica Crood é comandada pelo patriarca Grug (voz original de Nicolas Cage).
Na caverna, junto com ele, vivem sua esposa Ugga (Catherine Keener), seus filhos Eep (Emma Stone), Thunk (Clark Duke) e Sandy (Randy Thom) e a mãe de Ugga, Vó (Cloria Leachman).
O lema de Grug é ‘não tente nada novo’.

Eles caçam, trabalham em equipe e enfrentam os perigos do ‘lado de fora’ (como é chamado o local que não é a caverna) para conseguirem sobreviver.
Tudo parece bem, mas a adolescente Eep está cansada dessa vida pacata.
Ela gosta de ver o sol e de explorar lugares que não conhece. Ela quer viver.

Uma noite, Eep sai da caverna escondida para seguir uma luz.
Após chegar no ponto mais alto dos rochedos, ela dá de cara com um tronco pegando fogo, e fica encantada com a cena.
Eis que surge o esperto Guy (voz de Ryan Reynolds, de ‘Lanterna Verde’), um forasteiro que se veste com pele de javali e carrega um estranho animal chamado Braço, que serve como cinto para segurar suas calças e também como companheiro de viagem. Braço é responsável por vários momentos engraçados do filme.

Uma explosão acontece e a família Crood se vê diante de um mundo novo, nunca antes visto.
É nesse mundo novo, colorido, com animais diferentes e ainda mais perigos que a família precisa esquecer as diferenças e se unir, para conseguirem sobreviver e para isso contam com a ajuda de Guy, que apresenta a eles coisas interessantes como sapatos, guarda chuvas, armadilhas e piadas.
A família se apega ao novato, para desespero de Grug.

‘Os Croods’ não é somente para o público infantil, por se tratar de uma animação.
É para a família toda, pois conta com ensinamentos que nunca podem ser esquecidos, como o amor e a lealdade.
Destaque para a balada fofa ‘Shine your Way’, da banda Owl City com a cantora Yuna.

Cotação: Muito bom

 

O Hobbit

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Um dos filmes mais esperados do ano de 2012, ‘O Hobbit’ chegou aos cinemas no dia 14 de dezembro e já vendeu 391 mil ingressos somente no Brasil.
Nesse filme, que teve a direção do experiente Peter Jackson (‘As Aventuras de Tintim’ e ‘Percy Jackson’), conhecemos a história que antecede ‘O Senhor Dos Anéis’, obra prima de Tolkien.

O pacato Bilbo Bolseiro (Martin Freeman, de ‘O Guia do Mochileiro das Galáxias’ e atualmente em ‘Sherlock’) leva uma vida feliz quando, repentinamente, o mago Gandalf, o Cinzento (Ian McKellen, maravilhoso como sempre) aparece e o convence a partir em uma aventura junto com Thorin Escudo de Carvalho (Richard Armitage) e mais doze anões (Fili, Kili, Óin, Glóin, Balin, Dwalin, Bifur, Bofur, Bombur, Ori, Nori e Dori) em busca do tesouro dos anões que fora saqueado por Smaug, o dragão.

Bilbo é nomeado o ‘ladrão’ do grupo e passa por várias situações tensas, como enfrentar orcs e trolls, enquanto luta por sua sobrevivência. Ele e a Companhia contam também com a ajuda de Galadriel (Cate Blanchet) e Saruman (Christopher Lee).

Uma das partes mais emblemáticas do longa se dá quando, perdido numa caverna escura e sem noção do que se passava fora dela, Bilbo encontra um anel, o Um, perto de um lago.
Conhecemos assim, a origem do personagem Gollum (Andy Serkis, em seu trabalho mais impressionante), que joga com Bilbo um jogo de adivinhas e, caso perca, será devorado por ele.
Bilbo acerta todas as charadas, descobre, num golpe de sorte, que o anel o deixa invisível e assim, sai vencedor do jogo.

As cenas finais do longa são de arrepiar, e fazendo uso de uma tecnologia cinematográfica nunca antes vista, Peter Jackson conta uma história encantadora, cheia de magia e mistérios, que agrada aos fãs de Tolkien e também aos não fãs.
A segunda parte, chamada ‘A Desolação de Smaug’, chega aos cinemas em dezembro de 2013.

 

Cotação: Muito bom
Ideal para: fãs da série, pessoas que gostam de filmes de aventura/fantasia

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O novo filme da Disney conta a historia de Merida, uma princesa rebelde de cabelos vermelhos que foi criada por sua mãe para ser a sucessora do reino.