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O Hobbit: A Desolação de Smaug

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A COLUNISTA ASSISTIU AO FILME A CONVITE DA DISTRIBUIDORA.

Continuação de ‘O Hobbit’, que estreou nos cinemas em dezembro de 2012, ‘O Hobbit  – A Desolação de Smaug’ mostra a saga de Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) e os anões Nori, Fili, Dori, Bofur, Gloin,  Dwalin, Thorin Escudo de Carvalho, Oin, Bombur, Bifur, Ori e Kili, que precisam recuperar a pedra Arken.

O grande problema é que a pedra está sendo guardada pelo temido dragão Smaug na Montanha Solitária. Para isso, eles deverão invadir o local e roubar a preciosidade.
Os aventureiros pensam que poderão contar com a ajuda de Gandalf, o Cinzento (Ian McKellen),mas ele parte sozinho logo no início da trama.Então, eles são liderados por Thorin, que se mostra um excelente estrategista.

A trama é bem ágil e surpreendente. A cada cena, uma novidade: os pequenos precisam fugir de Orcs e elfos; são jogados dentro de barris de vinho e enfrentam águas nem um pouco pacíficas e depois precisam confiar em um barqueiro, Bard (Luke Evans), que desconfia das reais intenções do grupo.

O dragão Smaug (voz de Benedict Cumberbatch) demora a entrar em cena, mas quando aparece, dá um show.
O sotaque incrível do ator transfere o grau de cinismo ideal ao personagem, maldoso, esperto e muito, muito vingativo.

Em quase 3 horas, o filme, que é um dos melhores do ano, indica que Peter Jackson está no caminho certo.
Depois de dirigir o excelente ‘Um olhar do paraíso’ e produzir ‘Distrito 9’, o neo zeolandês conseguiu manter o alto nível de trabalho, comandando um elenco enorme e muitas cenas de ação.
Duas das grandes surpresas da trama são os personagens Legolas (Orlando Bloom) e Tauriel (Evangeline Lilly).
Quem esperava pequenas ‘pontas de luxo’ por parte dos atores irá gostar bastante da trama envolvendo os dois.
Embora algumas cenas sejam extremamente longas, o filme agrada e promete o que cumpre: entretenimento de boa qualidade para as férias.

Cotação: Muito bom
Ideal para: pessoas que querem se divertir; fãs de Tolkien; pessoas que assistiram o primeiro filme da saga; pais com filhos maiores de 10 anos

‘X-Men continuará em 2016’, diz Bryan Singer

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Foi via Twitter que Bryan Singer provocou os fãs com a ideia de uma sequela para X-Men já para 2016.

O realizador dos dois primeiros filmes e de X-Men: Days of Future Past (estreia no próximo verão) anunciou também que o vilão seria Apocalypse, um mutante gigante com milhares de anos de existência.

No entanto, é o tweet bastante tétrico – e certamente condicionado ao sucesso de X-Men: Days of Future Past, o qual parece garantido.

 

iPad Air e Mini chegam ao Brasil nesta sexta-feira

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O iPad Air, nova versão do tablet da Apple, começa a ser vendido no Brasil nesta sexta-feira. O produto, com tela de 9,7 polegadas, chegará às lojas de varejo, como Extra, Fnac e Ponto Frio, e às revendas autorizadas da Apple em todo o país. Simultaneamente, a Apple lança o iPad Mini, de 7,9 polegadas, com tela Retina, que oferece maior resolução. A Apple confirmou oficialmente a chegada dos novos produtos ao Brasil.

Em sua nova versão, o iPad Air tem design mais parecido com o do iPad Mini. Segundo a Apple, além das laterais mais estreitas, o tablet também ficou 20% mais leve do que a versão anterior. Na parte interna, o novo chip A7, o mesmo utilizado no iPhone 5S, dobrou a velocidade de processamento em relação ao modelo anterior.

No caso do iPad Mini, a principal melhoria é a tela Retina, que oferece resolução de 2.048 x 1.536 pixels, significativamente maior que a oferecida pela tela do primeiro iPad Mini, de 1.024 x 768 pixels. O produto também recebeu a nova versão do processador da Apple.

Nos Estados Unidos, a Apple vende a versão básica do iPad Air (com 16 GB de memória e conexão Wi-Fi) por 499 dólares (cerca de 1.180 reais). O produto está disponível em outras versões com até 128 GB de memória e também com conexão 3G/4G. O iPad Mini com tela Retina tem preço a partir de 399 dólares (940 reais) nos Estados Unidos.
Até o momento, não há confirmação do preço dos produtos para o Brasil.

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 Fonte: VEJA

Azul é a cor mais quente

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A COLUNISTA ASSISTIU AO FILME A CONVITE DA DISTRIBUIDORA.

 

Cercado de polêmicas, ‘Azul é a cor mais quente’ é um filme interessante.
A trama mostra a vida da jovem Adèle (a francesa Adèle Exarchopoulos). Adèle tem 17 anos no início da trama  e após algumas decepções amorosas se encanta com a jovem Emma (Léa Seydoux). Elas iniciam, então, um relacionamento que irá mudar para sempre a vida de Adèle.

Emma é mais velha, se veste como um menino, estuda Belas Artes, é bem resolvida em relação a sua sexualidade, enquanto Adèle é só uma menina que quer ser professora, estuda Literatura no colégio e está amadurecendo em relação a seus sentimentos.
Emma termina com sua namorada de quase 2 anos para ficar com Adèle, porém, o relacionamento delas não é o mais tranquilo do mundo.

O amor existente entre as duas, embora possa não parecer em alguns momentos, é verdadeiro. A trama então nos leva para uma outra direção, mostrando as dificuldades, os erros, as dúvidas, as brigas, o ciúme e outros sentimentos que podem ser problemáticos para um relacionamento. Tudo isso é mostrado através de Adèle e suas (muitas) cenas de choro.

As cenas de sexo são longas e um tanto desnecessárias. A passagem de tempo não é clara (só descobrimos em quanto tempo se passou a história no fim do filme). Mesmo assim, as atrizes Adèle e Emma são incríveis juntas.
Além de lindas, suas personagens são completamente opostas, o que faz com que o espectador entre nos universos de cada uma, se apegando e torcendo por um final bacana.

A diferença de quase 10 anos entre as atrizes não é problema. Léa parece uma adolescente quando aparece com seus cabelos repicados e azuis. Ela é muito carismática e ilumina a tela.
Baseado na HQ  “Le Bleu est une couleur chaude”, de Julie Maroh, o filme foi dirigido pelo tunisiano Abdellatif Kechiche.

 

Cotação: Bom

*Leia mais uma resenha clicando aqui.

 

image Os ‘soteropaulistanos’ da Vivendo do Ócio

A banda Vivendo do Ócio está aqui para provar que o rock está mais do que vivo no Brasil. Leia nossa entrevista exclusiva com a banda!

3 perguntas para…. Jérémie Laheurte

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O ator francês Jérémie Laheurte esteve no Rio de Janeiro neste sábado (30) para participar da coletiva de imprensa  do filme ‘Azul é a cor mais quente’.

Ele respondeu a 3 perguntas feitas exclusivamente pelo Cinema e Muito +.
Confira:

Para você, o que foi mais interessante nesse projeto?
Descobri um novo jeito de trabalhar. Com  Abdellatif (Kechiche, diretor), tive a oportunidade de atuar conforme meus sentimentos, sem pensar muito. Todos os atores estavam envolvidos em contar uma boa história, e as coisas precisam ser simples e bem feitas. Acho que esse foi o maior aprendizado.

Quais são seus cineastas franceses preferidos?
 Abdellatif e François Ozon.

Você já tem muitos planos para 2014?
Sim, estou procurando novos projetos, de preferência no cinema. Também pretendo parar de fumar (risos).

 

 

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Jérémie e sua namorada, Adèle Exarchopoulos

 

Ensinamentos do Pequeno Príncipe sobre o comportamento humano

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Um dos livros que mais me trouxe mensagens e reflexões sobre a relação com o amor e a relação com o mundo, de uma forma simples e contemplativa, e que certamente várias pessoas já o leram – e se você não o leu, faça-o logo!
Trata-se de uma história de aventuras e dilemas de um jovem príncipe e sua conturbada relação com sua rosa, que ele descreve como sendo bem envolvente e ao mesmo tempo contraditória.

Meu intuito aqui não é necessariamente a relação que o pequeno príncipe estabelecia com a sua rosa – que até certo ponto é uma relação platônica e cheia de conflitos-, mas pensar sobre a busca que ele fez ao visitar os diversos planetas, e seus consequentes aprendizados.

Por diversos motivos que não caberiam explicar neste texto, o pequeno príncipe saiu em uma jornada para se instruir, e certamente buscar esclarecimentos para várias de suas dúvidas. A partir de então ele visitou diversos “asteroides” – que posteriormente ele chamou de planetas e que em nossa compreensão era um lugar que viviam outros seres, apenas um para cada planeta, na verdade.
O entendimento que tenho sobre os planetas é que eles são, em nossa realidade humana, um mundo segregado que as pessoas constroem para viver e acabam se esquecendo da naturalidade e dos benefícios da convivência com os pares.

Essa realidade implica também desafios, problemas e circunstâncias desconfortáveis, mas nem por isso não é prazeroso. É como na Fábula do Porco Espinho, onde aprender a conviver com as diferenças (espinhos) pode garantir um passaporte para momentos únicos e nossa vida (não é fácil, eu sei).
Para efeito de comparação com a realidade vivenciada por muitos de nós, seja na vida pessoal ou profissional, citarei alguns dos planetas visitados pelo príncipe construindo uma ponte para a nossa realidade:

Planeta habitado por um Rei: O Rei é sozinho no planeta até a chegada do príncipe. Mas como todo Rei que se preze, gosta de mandar, ditar comportamentos. Pessoas que tão simplesmente são acostumadas a dar ordens tem uma probabilidade de não saber recebê-las e de trabalhar em equipe.
O trabalho em equipe exige momento para falar e também momento para ouvir e, as pessoas com perfil como o do Rei podem até ouvir, mas dificilmente concordarão com o que será dito.

Planeta habitado por um vaidoso: O vaidoso em seu planeta vibra com a chegada do príncipe, que ele entende ser um “admirador”. Pessoas assim gostam de se sentir contempladas pelo próximo e só ouvem os elogios.
Quando criticadas, fingem que não ouvem ou mudam para um assunto que diz respeito a elas mesmas.

Planeta habitado pelo empresário: O empresário buscava só se focar em contar e contar as estrelas, afirmando ser um sujeito sério que não se preocupava com “futilidades”. Pessoas assim podem ser consideradas Workaholic (viciadas em trabalho), e sempre estão em busca de resultados e lucros – como se a vida dependesse disso.
Há uma forte tendência para a estafa e para a perda do sentido do trabalho, bem como da vida social, tão importante para oxigenar as ideias!

Planeta habitado pelo acendedor de lampiões: Quando perguntado por que acabara de apagar o lampião, respondeu objetivamente: é o regulamento! Quantas pessoas ficam presas a regulamentos e a regras, seja por não questionarem, seja por que alguém lhe disse que é assim para fazer?
Indivíduos com a lógica do acendedor de lampiões afirmam que as coisas não têm solução, ou que a solução é seguir o dito “regulamento”, e muitas vezes se sentem presos em suas atividades, com a consciência de que as tarefas são terríveis. É o seu perfil?

Planeta habitado pelo geógrafo: O geógrafo afirma que não é um “explorador”. Hoje também não é diferente: pessoas que não se aventuram e não buscam novas oportunidades de crescimento, novas experiências sociais.
Tristes são aqueles que apenas ficam imaginando as coisas, lugares e sensações… que desejam ganhar na loteria, mas não jogam, que desejam um grande amor, mas não se permitem amadurecer nos pequenos amores e nas constantes situações da nossa vida.

Espero que você não tenha nenhum destes perfis e, mesmo se tiver, existem escolhas a serem realizadas. Conviver implica “viver em comum”, “ter convivência com” e “relacionar-se”. Bem, e o que muitas pessoas estão fazendo nos dias de hoje?
Criando um mundo particular, como tinha falado antes, e negando a si a possibilidade de aprendizado, reconstrução e ousadia.

Vamos pensar: “Não coma a vida com garfo e faca. Lambuze-se”. (Mário Quintana)

 

Via

Wookies na vida real?

Chewbacca veio do planeta Kashyyyk… mas como seria ter Wookies aqui na Terra?
Como eles iriam se adaptar às nossas culturas humanas?

Bem, parece que finalmente temos algumas respostas, graças ao artista Mako Miyamoto.
O talentoso fotógrafo criou este Wookies em série situações da vida real que vê esses personagens peludos do universo de Star Wars participando de atividades diárias.

Confira abaixo:

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Atores principais de ‘De Volta para o Futuro’ vão se reunir

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Os dois protagonistas de “De Volta Para o Futuro” (1985) vão voltar a se reunir. De acordo com o site The Hollywood Reporter, o ator Christopher Lloyd, que interpretou o Dr. Emmett Brown na trilogia original, fará uma pequena participação na série “Michael J. Fox Show”, estrelada pelo intérprete do outrora jovem Marty McFly.

Lloyd vai interpretar o excêntrico diretor da escola onde Annie (Betsy Brandt) dá aula e vai dividir uma cena com Michael J. Fox.
A participação está prevista para apenas um episódio, que deve ir ao ar no segundo trimestre de 2014.

“Michael J. Fox Show” é livremente inspirada na vida do seu protagonista, e mostra a rotina de um pai de família que tenta conciliar a sua vida pessoal com a doença que enfrenta (o Mal de Parkinson).
A série está em exibição atualmente no canal americano NBC.

Christopher Lloyd será visto em breve na aventura “The Adventures of Mickey Matson and the Copperhead Treasure” e na comédia “Super Athlete”. O ator também está envolvido na sci-fi “Time, the Fourth Dimension” e no telefilme “Zodiac”, todos ainda sem previsão de estreia.