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Meu Passado me Condena – O Filme

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A COLUNISTA ASSISTIU AO FILME A CONVITE DA DISTRIBUIDORA.

Derivado da série de TV de mesmo nome, ‘Meu Passado me Condena – O Filme’ conta a história do casal Fábio (Fábio Porchat) e Miá (Miá Mello), dois jovens que se casam um mês depois de terem se conhecido.

Eles vão para a Europa a bordo de um cruzeiro.
Em sua viagem romântica, que tinha tudo para ser perfeita e inesquecível, o casal precisa lidar com as diferenças e com o ciúme que sentem um do outro, pois seus ex namorados Beto (Alejandro Claveaux) e Laura (Juliana Didone), que são casados, também estão no navio.

As confusões dos ex casais vão ficar ainda piores com a chegada de Cabeça (Rafael Queiroga, ex comediante da ‘MTV’), um amigo de infância de Fábio.
No navio para infernizar a vida do casal (e faturar em cima da infelicidade alheia) também estão os engraçados Wilson (Marcelo Valle) e Suzana (Inez Viana), que trabalham no cruzeiro.

A trama é bacana, romântica e divertida.
Fábio Porchat, como sempre, está incrível. Sua parceria com Queiroga rende boas piadas.
Miá e Fábio convencem como casal problemático e apaixonado.
A diretora Julia Rezende fez um bom trabalho, dirigindo uma trama leve e com poucos personagens.
‘Meu Passado me Condena – O Filme’ foi o primeiro filme brasileiro rodado inteiramente dentro de um cruzeiro real.
O navio partiu do Rio de Janeiro e esteve também em Ilhéus, Salvador, Recife, Maceió, Fortaleza, Marrocos e Itália.
Cotação: Bom

Ideal para: pessoas que querem se divertir; fãs de Fábio Porchat


*Leia mais resenhas clicando aqui e aqui.

Kick Ass 2

Kick Ass 2

 A COLUNISTA ASSISTIU AO FILME A CONVITE DA DISTRIBUIDORA.

Mais ágil. Mais forte. Mais violento.
O super herói mais bizarro dos últimos tempos está de volta – melhor do que nunca!

Na segunda parte das aventuras de David Lizewski (Aaron Taylor-Johnson), seus atos insanos do passado inspiraram diversas pessoas a saírem nas ruas fantasiadas e usando codinomes para combater o crime.
Porém, após presenciar diversas mortes, ele abandonou a fantasia de Kick Ass e está tentando se formar no colégio e levar uma vida normal.

A adolescente Mindy (Chloë Moretz, maravilhosa) segue sua rotina de treino e combate o crime escondida de seu tutor Marcus (Morris Chestnut). David, disposto a voltar a combater o crime, convoca Mindy para ser sua treinadora e assim ganhar força e habilidade.
Marcus descobre que Mindy está sendo desobediente e a coloca de castigo – e isso inclui participar de uma festa do pijama na casa de uma patricinha da escola.

Enquanto tenta convencer Mindy a voltar ao combate, David conhece outro super herói, que logo se torna seu amigo: o publicitário Dr. Gravidade (Donald Faison, da série ‘Scrubs’).
Dr. Gravidade apresenta David a seu grupo de amigos super heróis: Homem Inseto (Robert Emms), Night Bitch (Lindy Booth) e Battle Guy (Clark Duke), que são chefiados pelo maluco Coronel Estrelas e Listras (Jim Carrey).

Porém, nem tudo é felicidade na vida dos combatentes: o malvadinho Chris D’Amico (Christopher Mintz-Plasse) está disposto a usar todo o dinheiro de seu pai, falecido no primeiro filme, para acabar com a vida de Kick Ass e seu grupo.
Com a ajuda de seu empregado (e única família que lhe restou) Javier (John Leguizamo), ele convoca uma gangue da pesada: a lutadora Mother Russia (Olga Kurkulina), Black Death (Daniel Kaluuya), The Tumor (Andy Nyman) e Genghis Carnage (Tom Wu).

Chris D’Amico agora atende por um nome ainda mais bizarro do que no primeiro filme: The Motherfucker.
As cenas de luta são sensacionais.
Os atores estão bem preparados e o trio principal (Chloë, Aaron e Christopher) dá um show. São jovens e atuam bem.
Os diálogos, bem construídos, são obra do roteirista Jeff Wadlow (‘Cry Wolf’).
Momentos engraçados são intercalados com cenas de emoção, principalmente quando Mindy se lembra de seu pai.

Se você é do tipo que se apega a personagens, cuidado: nesse filme, qualquer um pode morrer a qualquer momento.

 

Cotação: Muito bom

Ideal para: fãs do primeiro filme, fãs da HQ, pessoas que querem se divertir

 

 

Rota de Fuga

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Você já viu Prision Break? Então você vai lembrar bastante, pois é bem parecido com um pouco menos de enrolação e sem tatuagens.

Sylvester Stallone é Ray Breslin; um especialista em descobrir falhas em presídios que presta esse peculiar serviço para o governo. Em um novo trabalho ele é mandado para uma prisão particular “clandestina” (por não ter autorização e supervisão do governo) para descobrir suas falhas, mas algo dá errado e Ray fica preso sem uma forma de sair, caso não haja falhas na segurança.

Apesar de ter Stallone, Arnold Schwarzenegger, 50 cent e Jim Caviezel no elenco, Rota de Fuga não é um filme de ação desenfreada à lá Mercenários, pelo contrário, boa parte do filme se passa em diálogos e cenas de silêncio observativo – não que isso tenha favorecido as poucas expressões faciais de Stallone, entretanto, havia pouca necessidade de drama (mesmo nas cenas de reflexão e nos diálogos) pois, os conflito entre os personagens se resumiam em ameaças físicas ou psicológicas e “planos de fuga”. Não há drama nenhum no filme! \o/

Caviezel é o único que se esforça um pouco pra manter o personagem de Willard Hobbes, o diretor do presídio, como um homem sério e sem escrúpulos. Suas falas sempre carregam um ar sádico e sombrio, mas nem chega a se envolver tanto nas cenas de ação – o que lamento bastante, quem assiste Person of Interest sabe o potencial de ação que o ator possui.

Já Schwarzenegger está impagável! O personagem durão e inteligente ao mesmo tempo lhe caiu perfeitamente.

Uma ótima cena tem Ray tentando descobrir onde estão presos e pede que Rottmayer (Schwarzenegger) faça uma distração. Schws está na solitária e começa a falar loucamente em alemão, ao ponto de até rezar o Pai Nosso e amaldiçoar Hobbes em seu delírio fingido. Essa cena valeu pelo filme inteiro!

As poucas cenas de ação que existem no filme são bem orquestradas. Destaque para as sacadas cômicas presentes em todos os filmes que Schwarzenegger tem participado desde sua volta aos cinemas.

Schws e Stallone não forçam a barra se passando por novinhos ou “super homens”, um sinal de maturidade? Aceitação da velhice?

Desde Último Desafio, primeiro filme de Schws depois que deixou de ser governador, ele só tem feito papéis que condizem com a sua idade, mas isso não quer dizer uma diminuição drástica das brigas ou cenas de ação.

Em Rota de Fuga, poucas foram as cenas em que reparei dublês em seu personagem ou no de Stallone. O que tem acontecido é a aceitação de personagens mais velhos em roteiros e a adaptação deles para os grandes astros da ação que ainda estão ativos como Harrison Ford, Bruce Willis e outros.

É um filme agradável. Ao unir duas lendas vivas dos filmes de ação há uma pré-disposição à empatia do público, apesar da falta de profundidade dos personagens.

O filme é bom porque você não espera muita coisa em termos de atuação ou roteiro, mas não vá com expectativa de ver Rambo ou Exterminador do Futuro, muito menos de ver Alcatraz. Vá sem grandes expectativas e seja feliz!

Não recomendado para menores de 14 anos.

Dragon Ball Z – A Batalha dos Deuses

Logo no início do filme somos apresentados a Bills, o Deus da Destruição. Ele acorda de seu longo sono e lembra de ter sonhado com um Deus Super Sayadin, em busca desse deus, Bills vai a Terra à procura desse sayadin.

Trilogia ‘O Hobbit’ já custou o dobro de ‘O Senhor dos Anéis’

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Se você acha que os belos efeitos visuais da trilogia ‘O Senhor dos Anéis’ devem ter custado caro, saiba que os novos efeitos da trilogia ‘O Hobbit’ exigem investimentos muito maiores.
O diretor Peter Jackson já gastou US$561 milhões na nova trilogia, e o segundo filme, O Hobbit: A Desolação de Smaug, ainda nem chegou aos cinemas.
Esses custos incluem 266 dias de filmagem, dois meses de filmagens adicionais e principalmente os efeitos especiais.
O fato de filmar em 3D e em 48 quadros por segundo contribuiu para aumentar os preços.

Pelo menos, o primeiro episódio, ‘O Hobbit: Uma Jornada Inesperada’, já ultrapassou US$1 bilhão nas bilheterias mundiais, cobrindo tranquilamente esses custos (que não incluem a publicidade do filme, vale lembrar).
De qualquer maneira, como os três filmes de ‘O Senhor dos Anéis’ tiveram custo inferior a US$ 300 milhões e arrecadaram cerca de US$ 3 bilhões, a segunda franquia deve ser muito menos lucrativa para os estúdios Warner.

 

Fonte: Total Film/ Box Office Mojo

Velozes e Furiosos 6

Velozes e Furiosos 6 é um filme de referências.
Se você não viu os outros filmes, não tem problema nenhum, mas deixo uma dica pra você: preste atenção na cena logo no inicio do filme

O Grande Mestre – Ip Man

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Se tem uma coisa que curto em um filme de ação é luta. Não que uma boa cena de perseguição de carro ou a pé não tenha o seu valor, ou que um tiroteio ao ar livre em uma grande cidade seja algo banal. O que digo é: pra mim, a essência de um filme de ação são as cenas de luta.  

Em O Grande Mestre conhecemos um pouco da história do mestre de wing chun, ou wushu – um estilo de kung fu – Ip Man. Uma observação rápida: “Man” é o nome e “Ip” o sobrenome, eles invertem por algum motivo de tradição. Sei que não tem nada a ver eu falar isso agora, mas achei interessante.

    O grande destaque desse filme é o protagonista Ip Man (Donnie Yen,que já fez grandes filmes como Herói, participou de Blade 2 e Highlander – A Batalha Final), mas não posso deixar de falar que TODAS as cenas de luta são incrivelmente bem executadas e fora do convencional. Se eu fosse analisar esse filme para o clube da adrenalina, eu ficaria doido, porque são muitas cenas de luta e é difícil dizer quando acaba uma cena e começa outra, é de tirar o fôlego.

 

    Outro destaque do filme é a época em que ele acontece: se passa em uma época miserável da China – invadida pelos Japoneses – e contribui bastante para mostrar como viva a população chinesa nessa época e mostra a rivalidade com os japoneses (que muitos dizem durar até hoje).

    Tá bom, tá bom. Vou falar: Ip Man é mais conhecido no mundo ocidental como o primeiro mestre de Bruce Lee. Mas não fique empolgado, não há nenhuma referência ao astro durante o filme (citar o nome dele no final do filme não conta).  

 O Grande Mestre fez tanto sucesso em 2008 – ano do lançamento do filme – que logo o diretor Wilson Yip consegui emplacar o segundo filme (O Grande Mestre 2), pra mim: igualmente bom ou levemente superior nas cenas de luta em grupo. Na verdade o segundo filme é uma continuação da história de Ip Man, que agora está em outra cidade com o desejo de abrir seu próprio dojo.

Há tantas cenas incríveis que fica difícil escolher uma favorita, mas, se me colocassem uma arma na cabeça e me mandassem escolher, eu diria que a mais empolgante foi a sequência em que mestre Ip luta mano a mano com 10 japoneses. Ele explode de raiva e desconta tudo em pobres 10 caratecas que acabaram “estrebuchando” no chão de tantos socos e chutes recebidos.

    Vou deixar os trailers dos dois filmes aqui embaixo pra você, que ainda não viu essa obra-prima da ação, ficar com vontade e dar seu jeito de ver os filmes. Outra observação: os filme dO Grande Mestre foram lançados diretamente em dvd, mas dá pra assistir em serviços de stream e tem na maioria das locadoras.

O Grande Mestre – Trailer legendado

O Grande Mestre 2 vai ficar só no link porque o Tube desabilitou a incorporação.

O Último Desafio

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Janeiro de 2013 começou da melhor maneira possível: Cabine de imprensa da Paris Film + retorno do incomparável Arnold Schwarzenegger protagonizando um filme de ação.

O filme em questão é O Último Desafio (The Last Stand), dirigido pelo sul-coreano Kim Ji-woon, e apresenta Schwarzie como um xerife de uma pequena cidade. Com 65 anos de idade e após 10 anos sem protagonizar um filme de ação ele manda muito bem nas cenas de luta (que na verdade é uma só entre ele e o vilão Gabriel Cortez [Eduardo Noriega]).

Esse filme mistura características de filmes de ação orientais (cinema coreano por influências óbvias do diretor), de Western Spaghetti (filmes de faroeste), humor sutil e cenas ultraviolentas (sangue até dizer chega e cabeças explodindo).

A única (e ótima) cena de luta do filme é feita com um estilo bruto misturando boxe e judô (à lá Rock Balboa e Zangief) para o personagem de Schwarzenegger – um cara forte, porém velho – enquanto o outro personagem (Gabriel Cortez) utiliza técnicas de Jiu Jitsu com um pouco (bem pouco) de kick boxe.

 

Dredd

Dredd é um filme super violento, mas não chega a ser caricato, pelo contrário: o excesso de sangue, mutilações, crânios explodindo e balas perfurando…