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Entrevistas

image 6 perguntas para… Michel Tikhomiroff

Diretor do longa ”Confia em Mim” fala com exclusividade ao Cinema e Muito +. Confira!

3 perguntas para… Tess Amorim

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Atriz e dubladora responde 3 perguntas sobre seu novo trabalho, o longa ”Hoje eu Quero Voltar Sozinho”, de Daniel Ribeiro.

Confira:
Desde que o curta foi feito até hoje, se passaram 4 anos. O que mudou na sua personagem?
Consegui aprofundar mais a Giovana no filme. No curta eu era mais nova, tinha só 15 anos, e agora no filme eu prestei mais atenção na parte técnica. O desenvolvimento da personagem é muito bacana, ela é engraçada, trouxe leveza ao filme.
Você sempre quis ser atriz?
Sim, comecei a fazer publicidade com 5 anos de idade. Sempre pensei em ser atriz, já fiz teatro e curso a faculdade de Artes Cênicas.

Tem algum projeto em vista, após o sucesso do filme?
Faço parte do grupo de teatro Vila 8, de Campinas, junto com colegas que fazem faculdade comigo. Nunca fiz TV e tenho vontade de experimentar. 

 

6 perguntas para… Ghilherme Lobo

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Aos 19 anos, o ator e bailarino Ghilherme Lobo é o protagonista do elogiado ”Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, que estreia no circuito nacional em 10 de abril. O filme foi sucesso em Berlim, onde ficou em segundo lugar na escolha do público.
Nessa pequena entrevista, o paulista fala sobre seu personagem, a cena de nudez e planos para o futuro.

Confira:

O filme é muito lindo. Você tem uma cena preferida? Qual?
A cena em que Léo é ensinado por seu pai a fazer a barba. Achei muito bacana e sensível.

Você era super novinho quando fez o curta. O que mudou no seu personagem de lá pra cá?
O contexto foi diferente, tive mais tempo pra estudar o personagem. Ele tem vários dramas – sofre bullying na escola, quer ser independente, está descobrindo seu primeiro amor… Léo cresceu e eu quis mostrar isso.

Como foi a construção desse menino, que é totalmente diferente de você?
Pois é, eu e Léo não temos nada em comum. Sempre tive uma boa relação com meus pais, nunca tive uma fase rebelde… Me inspirei em pessoas próximas, que passaram pelos mesmos dilemas familiares que ele.

Você fez uma cena com nudez. Foi a sua primeira vez fazendo uma cena assim? O que achou da experiência?
Foi a minha primeira cena sim, eu nunca tinha feito nada parecido. A primeira vez que gravamos foi meio complicada, a água do chuveiro estava quente demais, eu e Fabio (Audi) não queríamos parar a gravação e ficamos super vermelhos. Tivemos que refazer algumas vezes (risos). 

Tess comentou na entrevista dela que está cursando Artes Cênicas. E você?
Ainda não estou na faculdade. Terminei o ensino médio e logo depois as gravações do filme começaram… Ainda não parei pra pensar nisso.

Quais são os seus planos pro futuro? Mais cinema, teatro, talvez TV?
Amo teatro, esse foi o meu primeiro longa, minha primeira experiência no cinema, achei maravilhoso! Tenho curiosidade em fazer TV.


> Assista ao curta de 2010, que deu origem ao longa, clicando aqui.

> Siga o Ghi no Twitter e no Instagram.

 

7 perguntas para… Pedro Leite

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Pedro Leite é gaúcho e mora em Porto Alegre. Tem 30 anos, é formado em publicidade, mas recentemente se desligou da profissão para viver do que lhe dava mais prazer: ilustrações e quadrinhos.

Pedro é o cara por trás da página ‘Quadrinhos Ácidos’, que só no Facebook já tem mais de 96 mil fãs. A página surgiu para divulgar os trabalhos que publica no site de mesmo nome.
Saiba mais sobre ele e seu trabalho nessa pequena entrevista:

1. Sempre gostou de desenhar? Como surgiu o site Quadrinhos Ácidos?
Sempre gostei, mas também sempre fui preguiçoso. Apesar de adorar rabiscar nas classes do colégio, eu não praticava em casa. Considero que eu só comecei a desenhar mesmo depois que me formei na faculdade.
O “Quadrinhos Ácidos” surgiu a partir de uma tirinha que eu postei no meu Facebook, chamado “Pessoas Que Eu Não Entendo”. Postei somente para testar se as pessoas iriam gostar daquele tipo de humor mais crítico, e me surpreendi com o resultado. A partir daí criei esta série de quadrinhos com um humor mais ácido e abrasivo, que felizmente está dando bom resultado na internet. 2-PessoasQueEuNaoEntendo

2. Seus quadrinhos, mesmo desenhados de jeito fofo, mostram ao leitor algumas ”verdades” que de vez em quando não queremos ver. Já sofreu críticas por isso? 
As críticas aparecem quase o tempo todo, mas se intensificam quando a tirinha em questão fala de assuntos que atingem mais as pessoas. Quadrinhos sobre os fumantes, por exemplo, são os que mais geram comentários negativos. Acredito que a maioria desses comentários negativos são feitos por pessoas que se sentiram invadidas pelas tirinhas, e que interpretaram aquilo como se eu estivesse me metendo na vida delas.
De qualquer maneira os comentários, negativos ou positivos, são sempre muito legais de se ler e se responder. Os leitores são muito importantes para o crescimento do “Quadrinhos Ácidos”, afinal, são eles os responsáveis pelas curtidas e compartilhamentos de cada tirinha.
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3. Você se considera um cara polêmico?
Um pouco, mas tudo dentro do “normal” sem ofender ninguém.  

4. A categoria ‘Conversa Ácida’ (posts que Pedro escreve dando sua opinião sobre temas de alguns quadrinhos) surgiu da necessidade de falar mais sobre alguns assuntos que te incomodam?
Essa categoria do site surgiu justamente para eu conversar mais um pouco sobre determinados assuntos. Muitas vezes não dá pra falar tudo o que eu quero em um quadrinho e esse tipo de postagem surgiu para isto. Isso também é uma tentativa de trocar mais ideias com os meus leitores, pois também é uma oportunidade para que eles escrevam e deixem seus comentários. Mas ainda está em testes.   
5. Algum quadrinho deu mais trabalho pra fazer? Teve algum tema sobre o qual você deixou de falar pois iria gerar muita dor de cabeça?

Todos dão tipos diferentes de trabalho. Alguns mais de pesquisa, outros mais de como escrever, etc. Mas uma coisa é certa: quero fazer dois quadrinhos polêmicos que ainda não tive capacidade de escrever. Sobre religião e sobre racismo. São assuntos delicados que eu quero tratar um dia…
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6. A revistinha da série, vendida no site, vai virar uma coleção?
A princípio não. Na verdade aquela revistinha é um “fanzine” que eu produzi para vender em um evento de quadrinhos que teve em 2013. Como sobrou, estou vendendo no site. Mas a ideia é que eu não continue com as edições.
A ideia é daqui alguns meses ou anos lançar um livro com todas as tirinhas do “Quadrinhos Ácidos” publicadas até agora. Mas ainda é meio cedo pra pensar nisso.

 

7. Na área da ilustração, quem são seus ídolos?
Ah, são muitos. Gosto do Charles Schulz, Liniers, Sergio Aragonés, Jean Galvão, Bill Watterson… por aí vai.

 

Veja mais trabalhos de Pedro:

23-EsteriotiposBaratos 27-CoisasQueMeDeprimem 28-OLadoRuimDoNatal 34-CoisasParaFazerNaHoraDoBigBrother 35-ComoCriasUmaNovela 39-LadoRuimVegetariano   + Curta a fan page Quadrinhos Ácidos  no Facebook e acesse o site oficial.

image Coletiva de imprensa: Rio 2

Em coletiva de imprensa para divulgação de ‘Rio 2’, novo filme da Blue Sky, Rodrigo Santoro disse que não teve dúvidas quando foi convidado para dublar, em inglês e português, o ornitólogo Túlio, o dono de Blu, personagem principal da animação. “Foi só alegria. Quando fiz o primeiro me diverti e quando fui convidado, nem pensei. Foi imediata a vontade de continuar brincando. É um personagem que gosto de fazer e é divertido… fomos descobrindo o personagem, por exemplo, a idéia dele falar ‘passarinhes’ foi minha. Quando vi estaca batendo asas e tentando me comunicar com os pássaros”, disse.

Santoro admite que dublar em duas línguas foi um desafio. “É bem diferente. Só traduzir o texto, não funciona. Tem de dar uma adaptada. Mas foi bem mais fácil fazer português”. Mas a voz do personagem não é exatamente a mesma do ator, explicou ele. “A minha voz é diferente da do Túlio. Essa aqui é a voz de um homem cansado. Nós criamos uma nova para o personagem, algo mais leve e divertido”.

O ator veio direto do deserto do Atacama, no Chile, onde estava gravando o filme “Os 33”,para a entrevista coletiva da animação. “Estou cansado porque cheguei nessa madrugada do deserto do Atacama. Fiquei lá desde o inicio, em fevereiro, e acabamos de gravar ontem. Foi uma experiência intensa”. No longa Santoro contracena com Antônio Bandeiras e Juliette Binoche.

A animação dirigida por Carlos Saldanha é a continuação de ‘Rio’, filme de 2011. A trilha sonora ficou por conta de Sergio Mendes e Carlinhos Brown, que incluíram ritmos brasileiros diferentes na segunda parte da história, como o grupo Barbatuques. 
O filme demorou mais de 3 anos para ficar pronto, e começou a ser planejada apenas 2 meses depois de lançamento de ‘Rio’.

Sobre a trilha sonora, Brown explicou que o carimbó e o maracatu foram especialmente inspiradores. ”A história das ararinhas voando, saindo do Rio e cruzando o Brasil foi a motivação que nos deu oportunidade para mostrar a diversidade do Brasil, misturar ritmos. Também temos Milton Nascimento cantando ‘Favo de Mel’, o que é sensacional”.
Na trilha internacional também estão presentes os artistas Bruno Mars e Janelle Monaé.

‘Rio 2’ chega aos cinemas dia 27 de março.

Veja fotos do evento:

4 perguntas para… Mc Smith

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Ator e cantor fala sobre planos para o futuro e sobre seus filmes preferidos. Confira!

 

1. Como surgiu o apelido Smith?
Quando eu era criança, adorava a série ‘Um maluco no pedaço’. Sou muito fã do Will Smith, imitava o jeito dele, o corte de cabelo… aí o apelido pegou. Meu nome verdadeiro é Jeferson (risos).

2. Depois do sucesso de ‘Alemão’, quais são seus próximos planos?
Estou esperando convites. Sempre digo: ”não existe sorte, existe estar preparado”. Vamos ver…

3. Você disse que gostava do seriado ‘Um maluco no pedaço’. E cinema, você gosta? Qual seu gênero preferido?
Gosto bastante de cinema, meu gênero preferido é o drama. O último filme que assisti e gostei bastante foi sobre Gandhi.

4. E cinema brasileiro, qual é o seu filme preferido?
Gosto de ‘Tropa de Elite’, ‘Orfeu’ e ‘O auto da compadecida’.

5 perguntas para… Pedro Bromfman

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O carioca Pedro Bromfman é o compositor das trilhas sonoras dos filmes ”Tropa de Elite”,” Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora É Outro”, ”Qualquer gato vira lata” e ”RoboCop” (2014). Além disso, ele trabalhou no aclamado game ”Max Payne 3”. 

Nessa pequena entrevista, ele fala sobre sua carreira, a amizade com José Padilha e projetos para o futuro.

Confira:

Vi no seu site que você é músico e também estudou na UCLA. Desde sua adolescência aqui no Rio trabalhar com trilhas sonoras sempre foi um sonho? Como surgiu seu interesse?
Sempre fui apaixonado por musica, tocava violão e estudava teoria musical desde moleque. Aos 15 anos sabia que queria ser músico profissional mas nunca imaginei que trabalharia com trilhas. Estudei Jazz Performance e Composição na faculdade e pensava principalmente em ser instrumentista e produtor musical. 
Sou cinéfilo, desde pequeno adoro o cinema, mas realmente não imaginava que alguém poderia viver compondo trilhas, que haviam músicos que se especializavam nisso.


Quando me mudei para Los Angeles, depois de anos de experiencia como compositor, arranjador e instrumentista, conheci vários estudantes da pós-graduação de cinema da UCLA. Eu, sendo o músico do grupo, acabei encarregado das trilhas de vários curtas. Tive a sorte de esbarrar com esse caminho sem tê-lo planejado, mas tendo anos de estudo e dedicação que me prepararam e me permitiram segui-lo.

Você fez a trilha de diversos filmes, inclusive do nacional ‘Qualquer Gato Vira Lata’.
Você vê muita diferença entre trabalhar aqui no Brasil e nos EUA? 
Sim, principalmente se tratando de um filme de estúdio aqui nos EUA. A diferença de orçamento é enorme! Isso nos permite “pensar grande” sem restrições. Podemos teoricamente gravar qualquer trilha que possamos imaginar: orquestra, coral, solistas, etc… No Brasil em geral trabalhamos com um número limitado de músicos e termino, eu mesmo, gravando a maioria dos instrumentos.
Também existem desvantagens em se fazer trilhas para filmes de estúdio, quanto maior o orçamento de um filme, maiores são as pressões, e mais difícil é agradar a todos os produtores envolvidos. Muitas vezes temos mais liberdade financeira porém menos liberdade criativa. Mas claro que cada caso é um caso e cada filme tem as suas vantagens e dificuldades.

Como foi a experiência de fazer a trilha do videogame ‘Max Payne 3’?
Foi muito interessante, um grande aprendizado. Não jogo video games, portanto, não sabia exatamente o que esperar. A quantidade de música necessária num jogo é muito maior do que em um filme e o trabalho terminou durando quase um ano inteiro. Sinto que no cinema posso explorar melhor minha sensibilidade de músico e compositor.
Em um filme, a trilha é a grande responsável em transmitir a emoção das cenas e dos personagens, enquanto que no video game a trilha é responsável principalmente pela “adrenalina”. Com ela, estou constantemente reforçando a ação e movimentação dos personagens.

 

Você já trabalhou com o Padilha aqui no Brasil algumas vezes. Como vocês se conheceram?
Nos conhecemos nos EUA, no festival de Sundance, quando ele apresentou seu filme “Onibus 174″ por lá. Tínhamos um amigo em comum no Brasil e havíamos combinado um jantar durante o festival. Me lembro que vi o ”174” na véspera do nosso encontro e fiquei muito impactado com a qualidade e a importância daquele filme.
Fico muito feliz de ter podido fazer outros filmes importantes com o Padilha e principalmente em tê-lo como um grande amigo.

Após o sucesso de ‘RoboCop’, qual seu próximo projeto para 2014?
Tenho alguns projetos aqui no EUA sendo conversados e negociado nesse momento. Acabo de terminar uma co-produção Espanhola, tenho um filme no Brasil no segundo semestre e possivelmente uma série para Netflix.

 

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Pedro Bromfman, Lula Carvalho, Joel Kinnaman, Daniel Rezende e José Padilha na pré estreia de ‘Robocop’

 

+ Para saber mais sobre Pedro, acesse seu site oficial.

3 perguntas para… Jefferson Brasil

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Jefferson é a grande revelação do filme ‘Alemão’. Morador do Vidigal, o ator rouba a cena com seu personagem Senegal, o braço direito de Playboy, interpretado por Cauã Reymond.

Saiba mais sobre Jefferson nessa pequena entrevista:

Como começou seu envolvimento com a atuação?
Eu fiz parte do Grupo Nós do Morro, onde comecei a atuar, e lá conheci meus companheiros do grupo Melanina Carioca, do qual faço parte hoje. Também fiz a novela ‘Dona Xepa’ na rede Record, e o filme ‘400 contra 1’.

Como foi a preparação para o personagem?
Foi um aprendizado intenso! Gravamos o filme em 18 dias, e na mesma época eu estava fazendo a novela na Record. Consegui dispensa da novela e me dediquei totalmente ao papel.

Senegal, seu personagem, é o braço direito do Playboy, interpretado pelo Cauã Reymond. O que você pode falar sobre ele?
Senegal é complexado, ama muito a irmã e não aguenta ver que ela está se envolvendo com o rival de seu patrão. Ele é bruto, quer provar que pode ser bom, nem que pra isso precise matar a irmã para provar ao Playboy que pertence ao grupo, que não é um fraco.
Ele segue a típica regra da favela: ou você é bandido, ou você é band-aid.

 

3 perguntas para… Otávio Müller

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Ator e diretor fala sobre sua carreira e sobre seu personagem no longa ‘Alemão’. Confira:

 

Na composição do seu personagem, o que te interessou mais?
Por ser um universo muito diferente do meu os colegas em cena me ajudaram a entrar no personagem. Ele foi montado com elementos reais, e o clima no local das filmagens colaborou também. 
Você já fez muitas comédias, como as séries ” Tapas & Beijos”, ”A Grande Família” e ”Sob Nova Direção”.
Você tem algum gênero preferido?

Não tenho… gosto de trabalhos que me motivem, e pode ser novela, filme, série, o que vier.
Seu filho Francisco fez uma pequena participação em ‘Alemão’. Você acha que ele vai seguir a carreira?
Ele teve um aperitivo… Mas é muito novo ainda, está se descobrindo. Ele tem uma banda, a mãe (Preta Gil) é cantora…. Vamos ver. (risos)

 

3 perguntas para… Milhem Cortaz

 

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Milhem Cortaz constriu uma sólida carreira no cinema. Atuou em ”Lula, o Filho do Brasil”, ”Se Nada Mais Der Certo”, ”Nossa Vida Não Cabe Num Opala”, ”Nome Próprio”, ”Tropa de Elite”, ”O Cheiro do Ralo”, ”Garotas do ABC”, ”Carandiru”, entre outros.
Um de seus papéis mais interessantes no cinema é o do malvado Barão, o vilão de ‘Assalto ao Banco Central’. Também fez séries de TV e participou de novelas na rede Record.
Em entrevista exclusiva para o ”Cinema e Muito +”, Milhem fala sobre seu novo trabalho: o longa ‘Alemão’.

 

Confira:

1. Na sua opinião, o que é o mais interessante em seu personagem?
O Branco, meu personagem, tem uma história interessante. Aquela é a última missão dele, ele está de saco cheio de tudo aquilo, quer logo ir embora da favela, terminar o trabalho e descansar. A preparação foi bacana, aprendi muito com os colegas em cena.

2. Esse não é o seu primeiro trabalho interpretando um policial. É uma escolha sua, ou os convites simplesmente acontecem?
Não é uma escolha, eu gosto de trabalhar. Gosto do maldito e do sorimento. O personagem ou o figurino é apenas uma detalhe.

3. Qual é o seu próximo projeto para 2014?
Estou no elenco do filme ‘2 sequestros’, com direção do Marcos Jorge e roteiro do Lusa Silvestre. Vamos começar a filmar em abril.