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Entrevistas

Coletiva de imprensa: Noé

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Na última sexta feira, dia 21, Russell Crowe esteve no Hotel Fasano, em Ipanema, RJ, para divulgar seu novo filme, ‘Noé’.

Durante a manhã, o ator andou de bicicleta pela cidade e se perdeu durante o trajeto, fato revelado depois por um paparazzo que o seguia.
Durante a coletiva, comentou o encontro que teve com o Papa Francisco no Vaticano, com parte da equipe do filme, antes de vir para o Rio. “Foi um incrível privilégio ser convidado para vê-lo”, disse.
Quando perguntado se ter interpretado um personagem tão forte mudou sua visão sobre a religião, Crowe foi direto: ”não”.

Crowe também falou sobre a polêmica entre algumas comunidades religiosas: o longa chegou a ser banido em países do Oriente Médio, como Emirados Árabes Unidos e Bahrain. Para o ator, a história de Noé e sua arca existe em várias versões, não apenas aquela que há na Bíblia. “Geografia e arqueologia também falam sobre a mitologia do dilúvio. Se você olhar para Noé, sem nenhuma religião em particular, acho que é a maneira mais saudável de vê-lo”, afirmou. O ator definiu a história de seu personagem como “fascinante”. Para ele, a vida de Noé tem a ver com humanidade.

O australiano aproveitou para criticar o trânsito caótico da cidade. ”Há carros em todo lugar. A gente não sabe por onde as bicicletas devem ir e por onde os carros devem passar”, disse ele, ressaltando que, apesar do contratempo, achou o lugar “maravilhoso”. – Vocês receberão muita atenção nos próximos anos, com a Copa do Mundo e as Olimpíadas, seria bom tentar cuidar desse caos no trânsito.


*com informações do G1

3 perguntas para… Caio Blat

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Ator, nascido em São Paulo, Caio Blat tem 33 anos e um currículo enorme. Já atuou nos filmes ‘Carandiru’, ‘Baixio das Bestas’, ‘Proibido Proibir’, ‘Histórias de Amor Duram Apenas 90 Minutos’,  ‘Bróder’, entre outros; e atualmente faz parte do elenco da novela ‘Joia Rara’, exibida pela Rede Globo.

Nessa pequena entrevista, Caio fala sobre seu mais novo trabalho: o filme ‘Alemão’, de José Eduardo Belmonte.

1. Como foi a preparação para o seu personagem Samuel?
Eu e os outros atores nos encontramos com policiais de verdade. Estudamos sobre operações secretas e como esses agentes fazem para passarem despercebidos. Eles são heróis, entram na favela por sua própria conta, sem nenhum tipo de apoio.

2. Você fez ‘Bróder’, outro filme que também se passa numa favela. Qual a principal diferença entre os dois?
‘Alemão’ é um filme sobre a reconquista de um espaço, é um processo de processo de reaproximação da cidade. ‘Bróder’ não abordava esse tema. A cidade tem problemas? Sim, mas estão se resolvendo. O que falta agora é uma UPP social.

3. Qual é seu próximo projeto para 2014?
No fim de março estarei lançando mais um filme, o ‘Entre Nós’. É um suspense bem bacana.

 

 

6 perguntas para… Vitor Cafaggi

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Morador de Belo Horizonte, MG, Vitor Cafaggi é o autor de ‘Valente’, tirinha publicada semanalmente no jornal ‘O Globo’.
As tirinhas foram criadas em 2010, e acompanham a vida de Valente, um cãozinho fofinho e apaixonado, durante seus anos na escola até a faculdade. 

Nessa pequena entrevista, Vitor fala sobre sua vontade de fazer quadrinhos, o contrato com a Panini e projetos futuros.
Confira:

Você sempre quis ser quadrinista ou esse era seu ‘plano B’?
Sempre quis fazer quadrinhos. Era o que eu mais queria quando era criança e até uns 20 anos. Depois da faculdade (ele se formou em Desenho Industrial) deixei de lado um pouco o sonho pra tentar realizar um trabalho de gente grande, mais estável. Trabalhei como designer gráfico por um tempo, tive minha própria empresa, depois fui diretor de arte em uma grande empresa. Mas, depois de um tempo, já com uns 27 anos, voltei a sentir essa vontade fazer meus próprios quadrinhos. Eu li histórias em quadrinhos a vida inteira, acho que era natural que, uma hora, eu quisesse contar minhas próprias histórias.

Seu personagem mais conhecido é o fofo Valente. Como surgiu esse personagem? Foi baseado em alguém que você conhece?
Valente surgiu quando o jornal O Globo me convidou para criar uma série de tiras para a sua página dominical. Como eu não tinha muito tempo para criar, resolvi contar uma história que eu já conhecia bem, com personagens que eu conhecia tão bem quanto conheço meus amigos, minha família, minhas ex-namoradas. Valente é totalmente baseado na minha adolescência. Escolhi um certo momento, bem representativo, em minha vida e segui contando minha historia a partir daí, através de tiras com cachorros, gatos, pandas e macacos.

 

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(clique na imagem para aumentar)
Estive em São Paulo recentemente e fui na Livraria Cultura. Chegando lá, vi que vários exemplares de ‘Valente por opção’ estavam disponíveis para venda. Era um sonho seu ver seu personagem virando um livro?
Qual foi a sensação de ter um contrato com uma gigante como a Panini?
A conversa com a Panini começou em 2012, durante o FestComix, em São Paulo, enquanto eu lançava o segundo volume, Valente Para Todas, de forma independente. Ao longo de 2013, continuamos conversando sobre a possibilidade da editora publicar Valente. Pouco antes do FIQ, no ano passado, fechamos essa parceria em relação ao Valente.


Pra mim, está sendo ótimo porque as revistas com a Panini chegaram a lugares que eu, como independente não consigo chegar. Elas chegaram em bancas há algumas semanas. Outro ponto positivo é que não preciso mais me preocupar com a distribuição, com o controle das vendas e o envio das revistas, sobrando mais tempo pra escrever e desenhar. Somente durante os meses de junho, julho e agosto desse ano, vendi e mandei mais de 600 revistas pelo correio. Isso toma muito tempo. Espero muito que continue dando tudo certo com a Panini.

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Valente – volumes 1, 2 e 3. Os livros estão disponíveis para venda nas maiores livrarias do Brasil e também pela internet.

 

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(clique para aumentar)

Você e sua irmã, Lu, fizeram um lindo trabalho na ‘Graphic MSP’. Como surgiu o convite para o projeto?
Para esse projeto da graphic novel, o convite foi feito pelo Sidney Gusman, diretor de planejamento da MSP, por telefone. Eu já tinha participado do MSP 50 (álbum em homenagem aos 50 anos de carreira do Mauricio), em 2009, com uma história do Chico Bento, que escrevi e desenhei. Essa história curta mostrando o dia que o Chico conheceu a Rosinha, teve boa repercussão e, graças a ela, fomos convidados para o projeto Graphic MSP. Nessa história do MSP 50, tive liberdade toral pra fazer a história como quisesse, com o personagem que eu quisesse.

No caso da graphic, foi o Sidney que definiu quais personagens os autores iriam trabalhar. Não foi a gente que escolheu, mas se tivéssemos essa possibilidade, escolheríamos a Turma de qualquer jeito. Tivemos total liberdade pra criar essa história também. A única coisa que o Sidney nos pediu foi que a história tivesse alguma cena mostrando os personagens ainda mais novinhos, mais ‘babies’.
Essa cena seria desenhada pela Lu, porque ela tem um traço ainda mais fofo do que o meu.

Pesquisando sobre você, vi que também é professor na Casa dos Quadrinhos. Você estudou lá?
Poderia falar um pouco sobre sua experiência em sala de aula, passando seu conhecimento para outras pessoas?
Eu nunca estudei na Casa. Sou um dos poucos professores lá que não foi aluno. Gosto de dar aula tanto quando gosto de produzir quadrinhos. Enquanto conseguir conciliar as duas coisas, vou fazendo isso. Quando não tiver mais tempo pra dar aulas nas escolas, começo a dar aula particular, pra menos alunos, com horários flexíveis. Não me vejo parando de dar aula por enquanto. Aprendo muito dando aula e me mantenho mais atualizado e esperto.
2014 está só começando. Quais são seus planos para esse ano?
Trabalhar muito na continuação de Turma da Mônica – Laços e no quarto livro do Valente. E, no meio disso, ter tempo pra namorada, pros amigos, pra família e pra mim.

 

Veja mais trabalhos de Vitor:
(clique nas imagens para ampliar)

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Para conhecer mais sobre o trabalho do Vitor acesse: http://punyparker.blogspot.com.br 
Você pode seguir o Vitor no Twitter: https://twitter.com/vitorcafaggi
Conheça mais sobre a Casa dos Quadrinhos: http://www.casadosquadrinhos.com.br

 

image 8 perguntas para… MariMoon

Atriz e apresentadora, Marimoon fala sobre futuro, inspirações e de como era ser uma celebridade da internet nos anos 2000.

7 perguntas para… Risa Rodil

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Descobri o trabalho de Risa enquanto pesquisava imagens do filme ‘Frozen’, da Disney.
Dona de um traço diferente e apaixonada por lettering, Risa vem fazendo sucesso na internet, onde vende suas criações.

Saiba mais sobre ela:

1 – Oi Risa! Poderia me dizer sua idade, onde você mora e estuda?
Tenho 20 anos de idade e sou desenhista / ilustradora.
Vivo em Manila, nas Filipinas. Eu me formei De La Salle College of St Benilde como Bacharel em Arte Multimídia.

2 – Quando você começou a fazer  esse trabalho gráfico que eu vi em seu site? (acesse: http://risarodil.tumblr.com/)
Originalmente, eu comecei a fazer manipulações de fotografias aleatórias e layouts quando eu tinha 14 anos. Mas eu comecei a fazer formalmente cartazes de fandom (aquelas que você vê no meu site) há 2 anos.

3 – Eu amei sua série ‘Frozen’. Foi seu primeiro trabalho baseado em um filme da Disney?
Obrigado! Não, eu já fiz alguns cartazes minimalistas para os meus filmes favoritos da Disney antes, o que você pode encontrar aqui: http://www.risarodil.tumblr.com/tagged/disney

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4 – Quanto tempo demora para fazer esses cartazes lindos?
Depende! Quando eu já tenho um conceito claro na minha cabeça, um cartaz pode me levar de 1-2 horas. Mas para séries cartaz como o trabalho lettering que eu fiz para ”Frozen” acho que me levou uma semana inteira . O cartaz ‘Let it go’ realmente me levou 3 dias… Durante os 2 primeiros dias, eu estou constantemente lutando para conseguir o “brilhante” e olhar “mágico”.
Eu estou buscando a inspiração (e ‘Let it go’ é a minha música favorita do filme). 
Decidi refazer tudo do zero, porque eu não sou totalmente feliz com a primeira versão dos meus trabalhos.  Eventualmente, depois de passar o dia inteiro ouvindo a música eu ‘looping’, eu finalmente tenho o olhar que eu queria.

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5 – Quando o trabalho com o site Society 6 começou? Como surgiu a ideia? (acesse: http://www.redbubble.com/people/risarodil)
Eu entrei para o Society6 apenas no ano passado (nov. 2014). Minha loja oficialmente é a Redbubble. Eu descobri a Redbubble há 2 anos. O conceito ser capaz de vender o meu trabalho sem a necessidade de impressão e envio manualmente os produtos realmente me atraiu!
Quando o meu trabalho começou a ganhar exposição no Tumblr, em 2012, eu tenho recebido mensagens de pessoas me perguntando se é possível comprar meus projetos, como capinhas estampadas e camisetas.
Então, basicamente, foi a partir desses fãs que eu tive a inspiração para começar a minha loja on-line através de Redbubble (e agora também no Society6).

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6 – O que você gosta de fazer para se divertir nas Filipinas, quando você não está desenhando / lendo?
Eu sou fangirl de Tom Hiddleston, Misha Collins, Benedict Cumberbatch e Zachary Levi. Isso me toma bastante tempo (risos).
7 – Quais são seus próximos projetos para 2014?
Por enquanto eu não sei exatamente… Mas eu vou certamente fazer mais letterings. Eu ainda tenho muitas citações pendentes para ilustrar – e ainda quero redesenhar as capas de 5 livros. Por isso espero que 2014 acaba por ser um ano emocionante e criativo para mim!

 

Mais trabalhos de Risa:

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Saiba mais sobre Risa: 

http://risarodilposters.tumblr.com/
http://www.redbubble.com/people/risarodil
http://risarodil.tumblr.com/

Coletiva de Imprensa: Robocop

Estivemos na coletiva de imprensa, que aconteceu dia 18. Filme do brasileiro José Padilha chega aos cinemas sexta, dia 21/02.

3 perguntas para… Pablo Miyazawa

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 reprodução/ ARENA IG

 

Durante a Campus Party 2014, tive a oportunidade de conhecer o Pablo Miyazawa.
Jornalista brilhante, respondeu a 3 perguntas rapidamente após sua palestra no palco Stadium, onde também estiveram Pedro Zambarda (colunista do site TechTudo), João Coscelli (blogueiro do ”Modo Arcade”) e  Théo Azevedo (editor do UOL Jogos).

Confira:

 

Qual jogo você está jogando ultimamente? O que ele tem de tão interessante?
Estou jogando ‘The Walking Dead 2’. Gosto dele pois é um jogo que exige o que eu posso dar – gosto de jogos com menos informações, onde eu posso saber meus limites.

2014 acabou de começar. Qual jogo você acha que vai ser um sucesso nesse ano?
Olha, eu acho que vai ser o Fez. É um jogo indie bem legal, que por enquanto só está disponível para XBOX.

Mudando um pouco de assunto: você é jornalista, formado pela PUC-SP, já escreveu sobre games e hoje trabalha na Rolling Stone.
O que você acha que está faltando no jornalismo hoje?
Opinião. O jornalista precisa refletir, pois ele é formador de opinião, seja ela de acordo ou não com o que a maioria pensa.
O jornalismo precisa ser direto, preciso. O profissional não deve pensar se vai magoar um ou outro, tem que fazer seu trabalho.

 

Gostou? Siga o Pablo no Twitter e conheça o site da ‘Rolling Stone’.

5 perguntas para… Tallis Gomes

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Bem sucedido antes dos 30 anos, Tallis Gomes é o nome por trás da Easy Taxi. 

A empresa, que é a pioneira no serviço de chamada de táxi na América Latina, atualmente conta com 100 mil taxistas cadastrados no serviço e mais de 3 milhões de usuários, distribuídos em 23 países. 

 

Saiba mais sobre ele nessa entrevista exclusiva:

Você é novo e já atraiu investidores de peso para sua empresa. Sente um certo ‘peso’ vindo das outras pessoas, como se elas esperassem muito de você?
Não, eu sempre quis isso. Estudei, me preparei… Tem gente mais nova que eu empreendendo por aí.

Então você sonhava com isso?
Sim, com certeza. É como diz o (Jorge Paulo) Lemann: “Pensar pequeno e pensar grande dá o mesmo trabalho”.

Enquanto pesquisava pra te entrevistar, li que você estudou marketing. Você acha que essa experiência foi um diferencial na sua carreira?
Sim. Quando entrei na faculdade, eu pensava em ser redator, depois me encantei pelo marketing de guerrilha…. Trabalhei no grupo Severiano Ribeiro, aprendi a pesquisar, tive experiências muitos boas e enriquecedoras. Acho sim que trabalhar com algo ligado à criatividade foi um diferencial.

Quando eu disse que escrevia para um site de cinema, você disse que gostava muito de cinema. Qual foi o último filme que assistiu?
Foi o ‘Ninfomaníaca’. Gostei muito do filme. Adoro cinema, e o Lars (Von Trier, diretor) passa muita emoção nas cenas.

Pra fechar: de 0 a 10, o quão viciado em internet você é?
Ah, 11! Não conseguiria viajar pra um lugar que não tivesse internet (risos).

 

Saiba mais sobre a Easy Taxi.

8 perguntas para… Guilherme Prates

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Ator de 21 anos fala sobre a peça ‘Na Real’, seu papel no filme ‘Confissões de Adolescente’ e sobre a novela ‘Em Família’, sua estreia no horário nobre da Globo.
Confira essa entrevista exclusiva!

 

1. Como você chegou até o filme ‘Confissões de Adolescente’?
Através de testes. Fiz 3 testes até conseguir o papel.

2. Como foi trabalhar com o Daniel Filho?
Nossa, foi maravilhoso! Ele é brilhante, aprendi muito. Ele nos deu um direcionamento ótimo, é o tipo de pessoa que gosta de ensinar, foi uma experiência incrível.

3. Você sempre quis ser ator?
Sim, faço teatro desde os 8 anos de idade. Com 17 anos eu estava fazendo uma peça infantil e surgiu a oportunidade de fazer um teste na Record. Pouco tempo depois, surgiu o convite do teste para ‘Malhação’. Fiz e fui aprovado.

4. Seu personagem, Dinho, era o galã da novela. Pouco tempo depois, o personagem sumiu. O que aconteceu?
Isso já estava previsto. A trama inicialmente iria até fevereiro, mas a Globo decidiu estender até julho. Para isso, eu precisava sair. Foi uma experiência ótima, super proveitosa, trabalhei com pessoas incríveis.
Na época do fim da novela eu fiz uma viagem sensacional pra Chapada Diamantina, depois comecei a filmar o ‘Confissões’… deu tudo super certo.

5. Você pode falar um pouco sobre a peça ‘Na Real’?
A peça é escrita e dirigida pelo Thiago Bomilcar Braga, é um projeto jovem e muito bacana. Ele tem 31 anos e fez uma trama adolescente, inédita, é um trabalho muito especial. Esse universo estava carente, com coisas datadas. A peça é muito bacana e eu acho que o público vai gostar.

6. E a novela ‘Em Família’? Como vai ser seu personagem Felipe?
O Felipe é um menino de 16 anos que vive na sombra da irmã Helena, vivida pela Bruna Marquezine (e na segunda fase da novela, por Julia Lemmertz).
Ele se sente excluído e encontra na bebida uma fuga, ainda mais nessa fase, que é complicada e cheia de descobertas. O personagem vai abordar a questão do alcoolismo adolescente, está sendo um trabalho muito bom.

7. Como é participar de uma novela do Manoel Carlos?
É incrível! Eu dou muita sorte nos meus trabalhos, sempre estou rodeado de pessoas talentosas, bons textos. Trabalhar numa novela do Maneco é muito especial.

8. 2014 começou cheio de novidades pra você…
Assim que é bom, né?! (risos)

 

+ infos:
A novela ‘Em Família’ estreia dia 3 de fevereiro.
A peça ‘Na Real’ está em cartaz no Shopping da Gávea (Teatro Clara Nunes) – 3ªs e 4ªs, 20h30. A meia entrada custa R$ 20,00.

 

6 perguntas para… Mariana Bortolotto

Menina gaúcha que fez cover de ‘Beijinho no Ombro’ usando um ukelelê dá entrevista para o Cinema e Muito +. Confira!