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Coletiva de imprensa: Noé

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Na última sexta feira, dia 21, Russell Crowe esteve no Hotel Fasano, em Ipanema, RJ, para divulgar seu novo filme, ‘Noé’.

Durante a manhã, o ator andou de bicicleta pela cidade e se perdeu durante o trajeto, fato revelado depois por um paparazzo que o seguia.
Durante a coletiva, comentou o encontro que teve com o Papa Francisco no Vaticano, com parte da equipe do filme, antes de vir para o Rio. “Foi um incrível privilégio ser convidado para vê-lo”, disse.
Quando perguntado se ter interpretado um personagem tão forte mudou sua visão sobre a religião, Crowe foi direto: ”não”.

Crowe também falou sobre a polêmica entre algumas comunidades religiosas: o longa chegou a ser banido em países do Oriente Médio, como Emirados Árabes Unidos e Bahrain. Para o ator, a história de Noé e sua arca existe em várias versões, não apenas aquela que há na Bíblia. “Geografia e arqueologia também falam sobre a mitologia do dilúvio. Se você olhar para Noé, sem nenhuma religião em particular, acho que é a maneira mais saudável de vê-lo”, afirmou. O ator definiu a história de seu personagem como “fascinante”. Para ele, a vida de Noé tem a ver com humanidade.

O australiano aproveitou para criticar o trânsito caótico da cidade. ”Há carros em todo lugar. A gente não sabe por onde as bicicletas devem ir e por onde os carros devem passar”, disse ele, ressaltando que, apesar do contratempo, achou o lugar “maravilhoso”. – Vocês receberão muita atenção nos próximos anos, com a Copa do Mundo e as Olimpíadas, seria bom tentar cuidar desse caos no trânsito.


*com informações do G1

Divulgada programação do Festival É Tudo Verdade

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Foi divulgada a programação completa para o festival É Tudo Verdade, dedicado ao gênero documentário.

Este ano, o festival traz 77 títulos de 26 países, além de uma retrospectiva do diretor japonês Shohei Imamura e da diretora brasileira Helena Solberg.

“É Tudo Verdade” acontece entre os dias 3 e 13 de abril em São Paulo, e os filmes serão exibidos no Centro Cultural Banco Do Brasil (R. Álvares Penteado, 112), no Cine Livraria Cultura (Av. Paulista, 2073), no Espaço Itaú De Cinema (R. Augusta, 1475) e no Reserva Cultural (Av. Paulista, 900).

No Rio, o festival vai do dia 4 ao 12 de abril. Os filmes serão exibidos no Centro Cultural Banco do Brasil (102 lugares);  no Espaço Itaú Botafogo (169 lugares); no Instituto Moreira Salles (113 lugares) e no  Oi Futuro Ipanema (92 lugares).
Depois, a mostra segue para Campinas, Brasília e Belo Horizonte.

Confira:

 

Abertura São Paulo

– “Canção da Floresta”, de Michael Obert (Alemanha, 96 min., 2013).

Abertura Rio de Janeiro

– “Tudo por amor ao cinema”, de Aurélio Michiles (SP, 97 min., 2014).

 

Competição brasileira de longas e médias-metragens

– “Bernardes”, de Gustavo Gama e Paulo Barros
– “Democracia em preto e branco”, de Pedro Asbeg
– “Dominguinhos”, de Joaquim Castro, Eduardo Nazarian e Mariana Aydar
– “Homem Comum”, de Carlos Nader
– “O mercado de notícias”, de Jorge Furtado
– “Por Um Punhado de Dólares” – Os Novos Emigrados, de Leonardo Dourado
– “Triunfo”, de Caue Angeli e Hernani Ramos

Competição internacional de longas e médias-metragens

– “Jasmine”, de Alain Ughetto
– “Ai Weiwei O Caso Falso”, de Andreas Johnsen
– “Normalização”, de Robert Kirchhoff
– “Rio de Pedra”, de Giovanni Donfrancesco
– “Eixo Óptico”, de Marina Razbezhkina
– “Retorno a Homs”, de Talal Derki
– “Aldeia de Alao”, de Li Youjie
– “A Mentira de Armstrong”, de Alex Gibney
– “Sobre a Violência”, de Goran Hugo Olsson
– “Alegria do Homem que Deseja”, de Denis Côté
– “A Viagem de Majub”, de Eva Knopf
– “À Singapura, Com Amor”, de Tan Pin Pin

Competição brasileira de curtas-metragens

– “Borscht, uma receita russa”, de Marina Quintanilha
– “A geografia é algum lugar entre o coração e aquilo que já foi”, de Letícia Simões e Ricardo Marques
– “Com uma câmera na mão e uma máscara de gás na cara”, de Ravi Aymara
– “A sandália de Lampião”, de Adriana Yañez
– “Espinhela caída”, de Ana Sofia Paiva, Felipe Chimicatti, Pedro Carvalho e Rafael Bottaro
– “E o amor foi se tornando cada dia mais distante”, de Alexander de Moraes
– “E, de Alexandre Wahrhaftig”, Helena Ungaretti e Miguel Ramos
– “A poeira de suas fotos”, de Mauricio Osaki
– “Sem Titulo #1: Dance of Leitfossil”, de Carlos Adriano

Competição internacional de curtas-metragens

– “Somente para Orelhas de Abano”, de Ronja Hijmans
– “O Domador de Peixes”, de Roger Gómez e Dani Resines
– “O Atraso”, de Daniel Paz Mireles
– “A Imaculada”, de Ronny Trocker
– “Histórias de Kijima”, de Mikles Laetitia
– “Mãe é Deus”, de Maria Bäck
– “Vegas”, de Lukasz Konopa
– “Uma Visita”, de Matej Bobrik
– “O Altar Partido”, de Mike Rollo

Programas especiais

– “Batalha pelo Rio”, de Gonzalo Arijón
– “Bardot, A Incompreendida”, de David Teboul
– “A Arte de Observar a Vida”, de Marina Goldovskaya
– “Los Hermanos – Esse é Só Começo do Fim da Nossa Vida”, de Maria Ribeiro
– “Ruptura”, de Pamela Yates
– “Sobreviventes de Galileia”, de Eduardo Coutinho
– “A Família de Elizabeth Teixeira”, de Eduardo Coutinho 
– “Posfácio – Imagens do inconsciente”, de Leon Hirszman

Première Mundial

– “O Homem que é Alto é Feliz?”, de Michel Gondry

Curta-metragem: Sessão Especial

– “Haruo Ohara”, de Rodrigo Grota

Retrospectiva Brasileira: Helena Solberg

– “A Entrevista”, de Helena Solberg
– “Meio Dia”, de Helena Solberg
– “A Nova Mulher”, de Helena Solberg
– “Das Cinzas…Nicarágua Hoje”, de Helena Solberg
– “Carmen Miranda: Banana is my business”, de Helena Solberg
– “A Alma da Gente”, de Helena Solberd e David Meye
– “A Conexão Brasileira, A Luta pela Democracia”, de Helena Solberg e David Meyer
– “Vida de Menina”, de Helena Solberg
– “As Aventuras de Helena” – Para o É Tudo Verdade, de Betse de Paula

Retrospectiva Internacional: Shohei Imamura

– “Em Busca dos Soldados Foragidos na Malásia”, de Shohei Imamura
– “Em Busca dos Soldados Foragidos na Tailândia”, de Shohei Imamura
– “Karahuki-San – A Fabricação de uma Prostituta”, de Shohei Imamura
– “Um Homem Desaparece”, de Shohei Imamura
– “O Brutamontes regressa à pátria”, de Shohei Imamura
– “Os Piratas de Bubuan”, de Shohei Imamura

O Estado Das Coisas

– “Nelson Mandela: O Mito e Eu”, de Khalo Matabane
– “Os Cavalos de Fukushima”, de Matsubayashi Yoju
– “De gravata e unha vermelha”, de Miriam Chnaiderman
– “Um Sonho Intenso”, de José Mariani
– “20 centavos”, de Tiago Tambelli
– “Gasoduto”, de Vitaly Mansky
– “Sonhos de DNA”, de Bregt Je Van Der Haak
– “A Corrida da Arte”, de Marianne Lamour

Foco Latino-americano

– “Lugares: À Procura de Rusty James”, de Alberto Fuguet
– “Furando a Onda”, de Annie Canavaggio
– “Rosario”, de Shula Erenberg
– “Continuo Sendo”, de Javier Corcuera

 

Acesse o site oficial para mais informações: http://itsalltrue.com.br/br/home/

6 perguntas para… Vitor Cafaggi

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Morador de Belo Horizonte, MG, Vitor Cafaggi é o autor de ‘Valente’, tirinha publicada semanalmente no jornal ‘O Globo’.
As tirinhas foram criadas em 2010, e acompanham a vida de Valente, um cãozinho fofinho e apaixonado, durante seus anos na escola até a faculdade. 

Nessa pequena entrevista, Vitor fala sobre sua vontade de fazer quadrinhos, o contrato com a Panini e projetos futuros.
Confira:

Você sempre quis ser quadrinista ou esse era seu ‘plano B’?
Sempre quis fazer quadrinhos. Era o que eu mais queria quando era criança e até uns 20 anos. Depois da faculdade (ele se formou em Desenho Industrial) deixei de lado um pouco o sonho pra tentar realizar um trabalho de gente grande, mais estável. Trabalhei como designer gráfico por um tempo, tive minha própria empresa, depois fui diretor de arte em uma grande empresa. Mas, depois de um tempo, já com uns 27 anos, voltei a sentir essa vontade fazer meus próprios quadrinhos. Eu li histórias em quadrinhos a vida inteira, acho que era natural que, uma hora, eu quisesse contar minhas próprias histórias.

Seu personagem mais conhecido é o fofo Valente. Como surgiu esse personagem? Foi baseado em alguém que você conhece?
Valente surgiu quando o jornal O Globo me convidou para criar uma série de tiras para a sua página dominical. Como eu não tinha muito tempo para criar, resolvi contar uma história que eu já conhecia bem, com personagens que eu conhecia tão bem quanto conheço meus amigos, minha família, minhas ex-namoradas. Valente é totalmente baseado na minha adolescência. Escolhi um certo momento, bem representativo, em minha vida e segui contando minha historia a partir daí, através de tiras com cachorros, gatos, pandas e macacos.

 

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(clique na imagem para aumentar)
Estive em São Paulo recentemente e fui na Livraria Cultura. Chegando lá, vi que vários exemplares de ‘Valente por opção’ estavam disponíveis para venda. Era um sonho seu ver seu personagem virando um livro?
Qual foi a sensação de ter um contrato com uma gigante como a Panini?
A conversa com a Panini começou em 2012, durante o FestComix, em São Paulo, enquanto eu lançava o segundo volume, Valente Para Todas, de forma independente. Ao longo de 2013, continuamos conversando sobre a possibilidade da editora publicar Valente. Pouco antes do FIQ, no ano passado, fechamos essa parceria em relação ao Valente.


Pra mim, está sendo ótimo porque as revistas com a Panini chegaram a lugares que eu, como independente não consigo chegar. Elas chegaram em bancas há algumas semanas. Outro ponto positivo é que não preciso mais me preocupar com a distribuição, com o controle das vendas e o envio das revistas, sobrando mais tempo pra escrever e desenhar. Somente durante os meses de junho, julho e agosto desse ano, vendi e mandei mais de 600 revistas pelo correio. Isso toma muito tempo. Espero muito que continue dando tudo certo com a Panini.

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Valente – volumes 1, 2 e 3. Os livros estão disponíveis para venda nas maiores livrarias do Brasil e também pela internet.

 

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(clique para aumentar)

Você e sua irmã, Lu, fizeram um lindo trabalho na ‘Graphic MSP’. Como surgiu o convite para o projeto?
Para esse projeto da graphic novel, o convite foi feito pelo Sidney Gusman, diretor de planejamento da MSP, por telefone. Eu já tinha participado do MSP 50 (álbum em homenagem aos 50 anos de carreira do Mauricio), em 2009, com uma história do Chico Bento, que escrevi e desenhei. Essa história curta mostrando o dia que o Chico conheceu a Rosinha, teve boa repercussão e, graças a ela, fomos convidados para o projeto Graphic MSP. Nessa história do MSP 50, tive liberdade toral pra fazer a história como quisesse, com o personagem que eu quisesse.

No caso da graphic, foi o Sidney que definiu quais personagens os autores iriam trabalhar. Não foi a gente que escolheu, mas se tivéssemos essa possibilidade, escolheríamos a Turma de qualquer jeito. Tivemos total liberdade pra criar essa história também. A única coisa que o Sidney nos pediu foi que a história tivesse alguma cena mostrando os personagens ainda mais novinhos, mais ‘babies’.
Essa cena seria desenhada pela Lu, porque ela tem um traço ainda mais fofo do que o meu.

Pesquisando sobre você, vi que também é professor na Casa dos Quadrinhos. Você estudou lá?
Poderia falar um pouco sobre sua experiência em sala de aula, passando seu conhecimento para outras pessoas?
Eu nunca estudei na Casa. Sou um dos poucos professores lá que não foi aluno. Gosto de dar aula tanto quando gosto de produzir quadrinhos. Enquanto conseguir conciliar as duas coisas, vou fazendo isso. Quando não tiver mais tempo pra dar aulas nas escolas, começo a dar aula particular, pra menos alunos, com horários flexíveis. Não me vejo parando de dar aula por enquanto. Aprendo muito dando aula e me mantenho mais atualizado e esperto.
2014 está só começando. Quais são seus planos para esse ano?
Trabalhar muito na continuação de Turma da Mônica – Laços e no quarto livro do Valente. E, no meio disso, ter tempo pra namorada, pros amigos, pra família e pra mim.

 

Veja mais trabalhos de Vitor:
(clique nas imagens para ampliar)

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Para conhecer mais sobre o trabalho do Vitor acesse: http://punyparker.blogspot.com.br 
Você pode seguir o Vitor no Twitter: https://twitter.com/vitorcafaggi
Conheça mais sobre a Casa dos Quadrinhos: http://www.casadosquadrinhos.com.br

 

As 10 mais bem vestidas do Oscar 2014

1. Giuliana Rancic, apresentadora do canal E!, vestindo Paolo Sebastian

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2. Lupita Nyong’o, vestindo Prada

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3. Cate Blanchett, vestindo Reem Acra 

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4. Amy Adams, vestindo Gucci

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5. Naomi Watts, vestindo Calvin Klein

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6. Sandra Bullock, vestindo Alexander McQueen 

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7. Jennifer Garner, vestindo Oscar de la Renta

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8. Meryl Streep, vestindo Lanvin

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9. Jenna Dewan-Tatum, vestindo Reem Acra

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10. Charlize Theron, lindíssima em um Dior Haute Couture

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Coletiva de Imprensa: Robocop

Estivemos na coletiva de imprensa, que aconteceu dia 18. Filme do brasileiro José Padilha chega aos cinemas sexta, dia 21/02.

3 perguntas para… Pablo Miyazawa

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 reprodução/ ARENA IG

 

Durante a Campus Party 2014, tive a oportunidade de conhecer o Pablo Miyazawa.
Jornalista brilhante, respondeu a 3 perguntas rapidamente após sua palestra no palco Stadium, onde também estiveram Pedro Zambarda (colunista do site TechTudo), João Coscelli (blogueiro do ”Modo Arcade”) e  Théo Azevedo (editor do UOL Jogos).

Confira:

 

Qual jogo você está jogando ultimamente? O que ele tem de tão interessante?
Estou jogando ‘The Walking Dead 2’. Gosto dele pois é um jogo que exige o que eu posso dar – gosto de jogos com menos informações, onde eu posso saber meus limites.

2014 acabou de começar. Qual jogo você acha que vai ser um sucesso nesse ano?
Olha, eu acho que vai ser o Fez. É um jogo indie bem legal, que por enquanto só está disponível para XBOX.

Mudando um pouco de assunto: você é jornalista, formado pela PUC-SP, já escreveu sobre games e hoje trabalha na Rolling Stone.
O que você acha que está faltando no jornalismo hoje?
Opinião. O jornalista precisa refletir, pois ele é formador de opinião, seja ela de acordo ou não com o que a maioria pensa.
O jornalismo precisa ser direto, preciso. O profissional não deve pensar se vai magoar um ou outro, tem que fazer seu trabalho.

 

Gostou? Siga o Pablo no Twitter e conheça o site da ‘Rolling Stone’.

Os 5 “mais” e os 5 “menos” da CPBR7

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Os 5 mais:
– Workshops muito interessantes
– Palestrantes
– A presença de Bruce Dickinson
– Ônibus grátis do metrô até o local do evento
– Velocidade da internet

 

Os 5 menos:
– Calor
– Falta de segurança no evento (leia mais aqui)
– Falta de água (o registro foi fechado ontem no fim da noite)
– Problemas com os códigos de barra das credenciais
– Preço do catering

Campus Party tem furto de laptops, câmeras e celulares

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Uma das marcas da Campus Party 2014, pelo menos até agora, está sendo a grande quantidade de furtos de equipamentos dos campuseiros, como laptops, câmeras fotográficas e celulares. A maioria dos furtos se concentrou na terça-feira, primeiro dia do espaço Startup & Makers, dedicado a empresas inovadoras, dentro da área aberta Open Campus. Nesse mesmo dia, faltou água e internet para as startups e luz em toda a Campus Party, o que deixou a área do Open Campus no escuro.

Alan Meira, diretor-executivo da startup Engarte, teve seu Mac roubado durante a queda de energia. “Estava conversando com outra pessoa e me preparando para ir embora. Tirei o meu computador da mesa e coloquei em outra para apoiar minha mochila e guardar”, conta. “A luz acabou e no intervalo em que eu virei para o outro lado, o notebook sumiu”, conta.

Por causa do furto, Alan passou boa parte do dia de ontem fora da Campus Party, procurando um computador barato para comprar na Rua Santa Ifigênia, tradicional centro de compras de equipamentos eletrônicos em São Paulo, para que tivesse como acessar a internet e mostrar sua empresa – uma rede social – no evento. O prejuízo calculado foi de R$ 5 mil, além de outros R$ 1 mil gastos com o novo computador. “Perdi a apresentação que tinha preparado para mostrar durante o meu pitch (apresentação rápida do negócio para investidores) e o meu planejamento estratégico”, diz. Mesmo assim, o rapaz se mostrou confiante para continuar a mostrar seus projetos e atividades na feira.

Já Ludmilla Veloso, co-fundadora de uma startup de Fortaleza, além do computador também teve sua carteira furtada, com documentos e cartão de crédito. “Virei indigente”, comentou ela, que disse não ter recebido apoio ou satisfações por parte da organização do evento. “Ninguém se ofereceu nem para saber se eu tinha como voltar para o hotel”. Por outro lado, ela disse que houve sentimento de solidariedade por parte dos colegas no espaço de Startup & Makers. Ludmilla contou ao Link que se sente desmotivada para continuar a apresentação de seus projetos na Campus Party.
Felipe Sanches, um dos responsáveis pela Metamáquina, pequena empresa paulistana que constrói e vende impressoras 3D, nem visitou seu próprio estande. “Meu sócio visitou o lugar e avaliou que seria melhor ficarmos no nosso escritório do que por lá.”
André Sionek, diretor executivo da startup Polytek também teve o seu Mac roubado no primeiro dia, junto com outros documentos que estavam dentro de uma mochila. “Logo que chegamos colocamos todas as mochilas no fundo do nosso espaço e cobrimos com uma lona enquanto organizávamos o local”, diz. Por causa da falta de internet na área das startups, o empreendedor diz que era intenso o movimento de pessoas e técnicos mexendo em cabos no chão do espaço. “Percebi que as pessoas da área técnica estavam mexendo muito nas coisas o tempo todo, assim como o pessoal que estava no estande da startup ao lado, porque todo mundo estava se organizando e tentando fazer a internet funcionar”, conta.
No momento em que foi pegar o computador para testar se a internet estava funcionando, Sionek percebeu que sua mochila havia sido furtada. Sua suspeita é que o furto tenha ocorrido em um dos momentos que a equipe técnica ou os outros expositores mexeram no espaço. Depois do primeiro dia do evento, a startup que dividia espaço com a Polytek não apareceu mais na Campus Party, o que levantou suspeitas. “Meu último backup foi há um mês, perdi todo o trabalho que havia preparado para a Campus Party e o vídeo que ia usar em uma campanha de crowdfunding”, conta.

Nem o estande do Sebrae, um dos parceiros da feira, foi poupado. Uma mochila com um notebook da instituição e a carteira de um dos funcionários foi roubada de dentro da sala fechada do espaço do Sebrae na terça-feira. “Até a chave do nosso carro estava dentro e tivemos que buscar a reserva. Depois disso colocaram seguranças no nosso estande e agora mantemos tudo fechado com chave”, diz o gestor de projetos de startups do Sebrae, Marcio Marques Brito.

Elikyel Pacífico, de apenas 11 anos, também foi furtado. Ele enfrentou 13 horas de viagem (ônibus e avião) de Crato, interior do Ceará, só para passar a semana na Campus Party, com a mãe e o padrasto. Erika Cristina conta que o filho levava seu celular no bolso na mochila enquanto visitava o estande onde aconteciam campeonatos de videogames, na Open Campus. Minutos depois, o celular havia sumido. “Ele só chora desde então, ele é muito emotivo. Mas o pior mesmo foi perder a agenda que ele havia feito do evento no celular antes de viajarmos”, diz a mãe do menino, que não teve mais notícias do seu aparelho.
 A organização da Campus Party informou por meio de nota que tomou conhecimento dos casos de furto na área Open Campus. “A organização reforçou a equipe de segurança para coibir estas ações. A Campus Party ainda reforça que os participantes da área de Startup & Makers Camps, campuseiros e visitantes são responsáveis pelos seus pertences.”

fonte: ESTADÃO

App brasileiro para evitar tragédias ganha R$ 250 mil na Campus Party

 

Aplicativo brasileiro Fi-Guardian recebeu o maior prêmio da categoria Cidades Inteligentes do Desafio Fi-Ware, na Campus Party, e levou para casa aproximadamente R$ 250 mil. 

Nascido depois da tragédia da região Serrana do Rio de Janeiro, em 2011, um conjunto de soluções informatizadas brasileiro para evitar catástrofes e emitir alertas sobre elas foi o vencedor do Desafio Fi-Ware, realizado na Campus Party 2014. O grupo levou para casa neste sábado (1) um prêmio de 75 mil euros, aproximadamente R$ 250 mil.
Iniciativa da Comunidade Europeia e de empresas privadas, o Fi-Ware reúne diversas aplicações para facilitar o desenvolvimento de novas ferramentas. Algumas das participantes do consórcio são IBM, Nokia, Siemens e Telefónica, que liberam a programadores alguns de seus serviços.
Segundo a equipe do Fi-Guardian, brasileira ganhadora da categoria de Cidades Inteligentes, o desenvolvimento do sistema teria durado até dois anos se não tivesse acesso a esse conjunto de tecnologias. A criação da ferramenta durou um mês.

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“A IBM tem o sistema chamado Proton, de análise de eventos, que está lá. É como o Lego, que fornece peças para desenvolver soluções a partir de tecnologias pré-existentes”, disse ao G1 um dos programadores da equipe campeã, Marcos Marconi. O Fi-Guardian foi o único projeto brasileiro a ser premiado no Desafio Fi-Ware, que distribuiu outros nove prêmios (cinco para a categoria de Negócios Inteligentes, outros quatro para a modalidade de Cidades Inteligentes). Os brasileiros irão disputar agora a etapa mundial do Desafio.
“Os empreendedores não param de nos surpreender todos os dias, mostrando o que eles podem fazer se dermos as ferramentas certas”, disse Juanjo Hierro, arquiteto chefe e coordenador do Fi-Ware. Segundo a organização da competição, foram enviadas 7 mil ideias diferentes.

O Fi-Guardian é um software que integra em um mesmo local todas as fontes usadas pelo governo para gerenciar desastres naturais (Inea, Cemaden, Inpi e Climatempo, por exemplo). Além disso, permite que as cidades instalem novos sensores para expandir o gerenciamento de risco e fornecer mais informações ao sistema.
A equipe de cinco desenvolvedores é natural de Nova Friburgo, região serrana do Rio, que foi atingida por deslizamentos que deixaram dezenas de pessoas mortas. “Tudo que a gente está colocando no projeto é da nossa experiência real”, afirmou Marcos Marconi.

 

fonte: G1

Especial: Os jogos estão marcando presença na Campus Party

Gamers, nerds, geeks: seja qual for o rótulo, o que une todos esses campuseiros é o amor pelos jogos eletrônicos.

Durante pesquisa no evento, elaboramos uma lista dos jogos preferidos da galera. Confira:

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Guitar Hero – ”Gosto dele pois é como se eu realmente estivesse tocando guitarra”
Diogo Eduardo, 11 anos, estudante do sétimo ano do ensino fundamental

GTA 5 – ”Foi o último jogo que comecei a jogar, ainda não zerei”
Carlos, 20 anos, Goiânia, estudante de Ciência da Computação

Civilization 5 – “Gosto de jogos de estratégia. Você precisa pensar bastante no que que vai fazer. Estou jogando no modo single player.”
Pedro Henrique, 19 anos, Juiz de Fora, estudante de Farmácia

Battlefield 2  – “Gosto desse jogo de tiro pois é o único que meu computador aguenta (risos)”
Anderson, 31, de Blumenau, desenvolvedor de sistemas

WOW – World of Warcraft – ”Meus tios jogam, então jogamos em família”
Caio, 15 anos, de Salto (SP), estudante do ensino médio

Battlefield 3 – “Gosto de jogos de tiro”
Gabriel, 19 anos, de Goiânia, estudante de Eng. da Computação

Heartstone – “Estou jogando para passar o tempo…. e também gosto de jogos de cartas”
Rangel, 23, de Claudio (MG), contador

LOL  (League of Legends) – “Todos os meus amigos jogam, e eu gosto de jogos de estratégia”
Hugo, 21 anos, Itapira (SP), estudante

Battlefiled 4 – “Gosto de jogos de tiro”
Domingos, 28 anos, programador, de Joinville

Heroes of the World – “O jogo não é ótimo, mas gosto dele pela competição”
Alan, de Florianópolis, 21 anos, estudante de Engenharia

Counter Strike: Global Offensive – “Tem ação e foi um dos primeiros jogos que joguei”
Vincent, 18 anos, estudante de Eng. da Computação, de Curitiba

Battlefield 3 – “Gosto de jogos no estilo FPS (em primeira pessoa) e de tiro”
Igor, 19 anos, estudante de Ciência da Computação, de Goiânia

Batman Arkham Origins – ”Gosto dos jogos do Batman, já joguei todos. Esse é o mais recente”
Estevão, 19 anos, de São Paulo, estudante de Linguagem de Programação

F1 2013 – “Gosto de jogos de corrida, e esse tem o gráfico muito bom”
Bryan, 22 anos, programador de Votorantim (SP)

LOL – “Gosto desse jogo pela emoção de jogar em equipe e competir”
Otávio, 19 anos, do Ceará, estudante de Engenharia

Need For Speed Undergroud 2 – “Estou jogando com meu amigo. Gosto da nostalgia que o jogo me dá”
André, 20 anos, programador, de Santa Rita do Sapucaí

LOL – “É um bom passatempo. Melhoro no jogo a cada vez que jogo”
Tarliton, 20 anos, estudante de Ciência da Computação, de Joinville

Heartstone – “Faz pouco tempo que comecei a jogar esse. Gosto de jogos de cartas, então estou experimentando esse”
Lucas, 19 anos, estudante de Ciência da Computação, do Rio de Janeiro

DOTA 2 – “Meus amigos jogam, então eu jogo com eles.”
Éttore, estudante de Engenharia Mecânica, 19 anos, de Porto Alegre

BioShock Infinite – “Gosto de jogos de tiro, e meus amigos me recomendaram esse”
Marco, 20 anos, analista de sistemas, de Campo Grande (Mato Grosso do Sul)

Spore – “Estou testando esse jogo. Nesse jogo, tenho que cuidar da evolução de uma espécie e dominar o planeta”
Éden Lucas, estudante de Relações Internacionais, 19 anos, de Mogi Guaçu (SP)

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LOL – “É um jogo completo e bem legal. Gosto bastante do sistema de pontos dele”
Robinson, estudante de Física, 20 anos, de Recife

Age of Mythology – “Jogava desde pequeno e queria relembrar”
Henrique, 21 anos, do Rio de Janeiro, estudante de Engenharia da Computação e Informação