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image Crítica: “Meninos e Meninas”

Peça de Leandro Goulart e Afra Gomes diverte e emociona. Confira nosso texto!

O que os músicos do Lollapalooza pediram para comer e beber no festival

 

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Os integrantes da banda americana Imagine Dragons pediram bolachinhas de arroz orgânicas para comer com pasta de amendoim. As bolachas têm 35 calorias cada, já a pasta de amendoim é um pouco mais calórica, mas serve para evitar cãibras e dar energia, segundo informou a nutricionista Sandra Teresa Tomaz ao ‘SPTV’.

Já os canadenses da banda Arcade Fire solicitaram que o camarim tivesse bastante água de coco, para que eles possam se hidratar. Além disso, os integrantes do grupo também pediram leite de cabra ou ovelha, e muitas balinhas de gengibre, que fazem muito bem para a garganta.

Os franceses da banda Phoenix gostam de queijo. Os integrantes da banda indie solicitaram cinco diferentes tipo de queijos para o camarim, além de mel orgânico e pistache. 

Já a banda que é headliner do primeiro dia do festival, o Muse fez um pedido inusitado que deu trabalho aos organizadores. Os integrantes do grupo,  Matthew Bellamy, Christopher Wolstenholme e Dominic Howard, queriam que o camarim tivesse água de chuva do sul da Austrália.
Oi?!

No camarim de Julian Casablancas, que se apresenta em carreira solo, mas é vocalista do Strokes, havia leite de amêndoas, barras de cereal, quatro abacates, cereal e uma seleção de chás de ervas. Para depois do show, o cantor solicitou 14 sanduíches, sendo seis deles vegetarianos.

 

 

fonte: Yahoo

As camisetas mais legais do Lollapalooza 2014!

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 Um fã de Quentin Tarantino

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Chaplin + Joker = camiseta do Gabriel

 

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 Fã com a camiseta da banda MUSE, que se apresentou no dia 5

 

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 Gamers também estiveram no evento

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Dispensa legendas

 

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‘Se a vida te dá limões… peça sal e tequila”

 

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Frequentador com a camiseta de outro festival: o de Coachella, que acontece na California

 

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Bom é ser feliz com o Molejão!

 

 

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Camiseta faz piada com a banda ”The Beatles”

Lollapalooza, primeiro dia: o que rolou?

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ia: AGNews

 

Num sábado de sol, o festival Lollapalooza aconteceu em São Paulo, reunindo mais de 80 mil pessoas em Interlagos. 
Bandas mais novas, como os norte americanos do Imagine Dragons, estiveram no mesmo espaço que veteranos como Muse.
Além dos artistas citados abaixo, estiveram no Lollapalooza as bandas Vespas Mandarinas, Cage the Elephant, Café Tacvba, Portugal the Man, Disclosure e o cantor SILVA.

Confira abaixo um resumo do primeiro dia:

 

Lorde:
Aos 17 anos, Lorde é sucesso no mundo todo.  Recebeu quatro indicações ao Grammy Awards em 2013 e venceu  nas categorias “Canção do Ano” e “Melhor Performance Pop do Ano”, por “Royals”. 

Num dos shows mais eletrizantes do dia, a cantora subiu ao palco usando top e calça branca. Foi pontual e após a primeira música, foi simpática com os fãs. “Oi, Brasil! Estou tão alegre por estar aqui. Vocês estão incríveis”.
Dançando freneticamente no palco, foi definida por alguns da plateia como ”completamente bêbada”. No palco, além dela, só dois músicos tocavam: um baterista e um tecladista.
Cantou seus maiores sucessos, do álbum ”Pure Heroin” , entre eles “Tennis court”, ”Ribs'”, “Team” e “A world alone”.

Ouça Team clicando aqui.

 

Imagine Dragons:
A banda, formada em 2008, faz sucesso no Brasil com as músicas “Radioactive” e “Demons”, tocadas exaustivamente nas rádios. No palco, o vocalista Dan Reynolds faz tudo direito para conquistar o público. Solta frases como “o Brasil tem a maior plateia do mundo” e “nós amamos vocês de verdade.”  


O show do Imagine Dragons foi um dos mais concorridos da tarde. E a multidão enlouquecida fez o que o vocalista da banda definiu como ”o show mais incrível da vida dele” Antes, no mesmo palco, se apresentou o Cage The Elephant, que levou o show para o meio da multidão.

A banda tocou as músicas de seu último cd, ”Night Visions” e emplacou um cover de ‘Song 2’, do Blur, que não agradou.

 

Phoenix:
Os franceses do Phoenix animaram o palco durante a tarde, porém, o destaque do show foi o vocalista Thomas, que  fez um tour no meio da plateia no final da apresentação. O cantor escalou uma torre de iluminação e “surfou” sobre os fãs. Ganhou apalpadas por trás e carinhos no cabelo. Pouco antes, ele tinha sido presenteado com uma bandeira do Brasil, que ele agora carregava no bolso de trás das calças. 
Ao contrário do show na edição chilena do evento, elas não chegaram a ser arrancadas. 

Com fãs chorando loucamente e tirando fotos,  o grupo de rock alternativo, que começou sua carreira em 1999,  tocou as famosas “Entertainment” e “Lisztomania”.

Ouça Lisztomania clicando aqui.

 

Muse:
Fechando a noite do dia 5, a banda fez um show frenético, que começou pontualmente. Apostando em sucessos como ”Madness”, “Starlight”, “Plug in baby” e “Time is running out”, “Hysteria” e “Stockholm Syndrome”  era visível que o vocalista Matthew Bellamy estava com dificuldades para cantar.
Também, pudera: o cantor estava se recuperando de uma laringite, motivo pelo qual cancelou o show que faria em São Paulo antes do festival.

Apostando em um espetáculo de luzes, telões e canhões de fumaça com hits escolhidos para o público cantar junto, Matthew conduziu o show razoavelmente bem, correndo no palco, sendo simpático com os fãs e exibindo, em dado momento, a bandeira do Brasil.
Ele também fez um cover de ”Lithium”, do Nirvana, que considera a maior influência da banda.

image Coletiva de imprensa: Rio 2

Em coletiva de imprensa para divulgação de ‘Rio 2’, novo filme da Blue Sky, Rodrigo Santoro disse que não teve dúvidas quando foi convidado para dublar, em inglês e português, o ornitólogo Túlio, o dono de Blu, personagem principal da animação. “Foi só alegria. Quando fiz o primeiro me diverti e quando fui convidado, nem pensei. Foi imediata a vontade de continuar brincando. É um personagem que gosto de fazer e é divertido… fomos descobrindo o personagem, por exemplo, a idéia dele falar ‘passarinhes’ foi minha. Quando vi estaca batendo asas e tentando me comunicar com os pássaros”, disse.

Santoro admite que dublar em duas línguas foi um desafio. “É bem diferente. Só traduzir o texto, não funciona. Tem de dar uma adaptada. Mas foi bem mais fácil fazer português”. Mas a voz do personagem não é exatamente a mesma do ator, explicou ele. “A minha voz é diferente da do Túlio. Essa aqui é a voz de um homem cansado. Nós criamos uma nova para o personagem, algo mais leve e divertido”.

O ator veio direto do deserto do Atacama, no Chile, onde estava gravando o filme “Os 33”,para a entrevista coletiva da animação. “Estou cansado porque cheguei nessa madrugada do deserto do Atacama. Fiquei lá desde o inicio, em fevereiro, e acabamos de gravar ontem. Foi uma experiência intensa”. No longa Santoro contracena com Antônio Bandeiras e Juliette Binoche.

A animação dirigida por Carlos Saldanha é a continuação de ‘Rio’, filme de 2011. A trilha sonora ficou por conta de Sergio Mendes e Carlinhos Brown, que incluíram ritmos brasileiros diferentes na segunda parte da história, como o grupo Barbatuques. 
O filme demorou mais de 3 anos para ficar pronto, e começou a ser planejada apenas 2 meses depois de lançamento de ‘Rio’.

Sobre a trilha sonora, Brown explicou que o carimbó e o maracatu foram especialmente inspiradores. ”A história das ararinhas voando, saindo do Rio e cruzando o Brasil foi a motivação que nos deu oportunidade para mostrar a diversidade do Brasil, misturar ritmos. Também temos Milton Nascimento cantando ‘Favo de Mel’, o que é sensacional”.
Na trilha internacional também estão presentes os artistas Bruno Mars e Janelle Monaé.

‘Rio 2’ chega aos cinemas dia 27 de março.

Veja fotos do evento:

Coletiva de imprensa: Noé

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Na última sexta feira, dia 21, Russell Crowe esteve no Hotel Fasano, em Ipanema, RJ, para divulgar seu novo filme, ‘Noé’.

Durante a manhã, o ator andou de bicicleta pela cidade e se perdeu durante o trajeto, fato revelado depois por um paparazzo que o seguia.
Durante a coletiva, comentou o encontro que teve com o Papa Francisco no Vaticano, com parte da equipe do filme, antes de vir para o Rio. “Foi um incrível privilégio ser convidado para vê-lo”, disse.
Quando perguntado se ter interpretado um personagem tão forte mudou sua visão sobre a religião, Crowe foi direto: ”não”.

Crowe também falou sobre a polêmica entre algumas comunidades religiosas: o longa chegou a ser banido em países do Oriente Médio, como Emirados Árabes Unidos e Bahrain. Para o ator, a história de Noé e sua arca existe em várias versões, não apenas aquela que há na Bíblia. “Geografia e arqueologia também falam sobre a mitologia do dilúvio. Se você olhar para Noé, sem nenhuma religião em particular, acho que é a maneira mais saudável de vê-lo”, afirmou. O ator definiu a história de seu personagem como “fascinante”. Para ele, a vida de Noé tem a ver com humanidade.

O australiano aproveitou para criticar o trânsito caótico da cidade. ”Há carros em todo lugar. A gente não sabe por onde as bicicletas devem ir e por onde os carros devem passar”, disse ele, ressaltando que, apesar do contratempo, achou o lugar “maravilhoso”. – Vocês receberão muita atenção nos próximos anos, com a Copa do Mundo e as Olimpíadas, seria bom tentar cuidar desse caos no trânsito.


*com informações do G1

Divulgada programação do Festival É Tudo Verdade

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Foi divulgada a programação completa para o festival É Tudo Verdade, dedicado ao gênero documentário.

Este ano, o festival traz 77 títulos de 26 países, além de uma retrospectiva do diretor japonês Shohei Imamura e da diretora brasileira Helena Solberg.

“É Tudo Verdade” acontece entre os dias 3 e 13 de abril em São Paulo, e os filmes serão exibidos no Centro Cultural Banco Do Brasil (R. Álvares Penteado, 112), no Cine Livraria Cultura (Av. Paulista, 2073), no Espaço Itaú De Cinema (R. Augusta, 1475) e no Reserva Cultural (Av. Paulista, 900).

No Rio, o festival vai do dia 4 ao 12 de abril. Os filmes serão exibidos no Centro Cultural Banco do Brasil (102 lugares);  no Espaço Itaú Botafogo (169 lugares); no Instituto Moreira Salles (113 lugares) e no  Oi Futuro Ipanema (92 lugares).
Depois, a mostra segue para Campinas, Brasília e Belo Horizonte.

Confira:

 

Abertura São Paulo

– “Canção da Floresta”, de Michael Obert (Alemanha, 96 min., 2013).

Abertura Rio de Janeiro

– “Tudo por amor ao cinema”, de Aurélio Michiles (SP, 97 min., 2014).

 

Competição brasileira de longas e médias-metragens

– “Bernardes”, de Gustavo Gama e Paulo Barros
– “Democracia em preto e branco”, de Pedro Asbeg
– “Dominguinhos”, de Joaquim Castro, Eduardo Nazarian e Mariana Aydar
– “Homem Comum”, de Carlos Nader
– “O mercado de notícias”, de Jorge Furtado
– “Por Um Punhado de Dólares” – Os Novos Emigrados, de Leonardo Dourado
– “Triunfo”, de Caue Angeli e Hernani Ramos

Competição internacional de longas e médias-metragens

– “Jasmine”, de Alain Ughetto
– “Ai Weiwei O Caso Falso”, de Andreas Johnsen
– “Normalização”, de Robert Kirchhoff
– “Rio de Pedra”, de Giovanni Donfrancesco
– “Eixo Óptico”, de Marina Razbezhkina
– “Retorno a Homs”, de Talal Derki
– “Aldeia de Alao”, de Li Youjie
– “A Mentira de Armstrong”, de Alex Gibney
– “Sobre a Violência”, de Goran Hugo Olsson
– “Alegria do Homem que Deseja”, de Denis Côté
– “A Viagem de Majub”, de Eva Knopf
– “À Singapura, Com Amor”, de Tan Pin Pin

Competição brasileira de curtas-metragens

– “Borscht, uma receita russa”, de Marina Quintanilha
– “A geografia é algum lugar entre o coração e aquilo que já foi”, de Letícia Simões e Ricardo Marques
– “Com uma câmera na mão e uma máscara de gás na cara”, de Ravi Aymara
– “A sandália de Lampião”, de Adriana Yañez
– “Espinhela caída”, de Ana Sofia Paiva, Felipe Chimicatti, Pedro Carvalho e Rafael Bottaro
– “E o amor foi se tornando cada dia mais distante”, de Alexander de Moraes
– “E, de Alexandre Wahrhaftig”, Helena Ungaretti e Miguel Ramos
– “A poeira de suas fotos”, de Mauricio Osaki
– “Sem Titulo #1: Dance of Leitfossil”, de Carlos Adriano

Competição internacional de curtas-metragens

– “Somente para Orelhas de Abano”, de Ronja Hijmans
– “O Domador de Peixes”, de Roger Gómez e Dani Resines
– “O Atraso”, de Daniel Paz Mireles
– “A Imaculada”, de Ronny Trocker
– “Histórias de Kijima”, de Mikles Laetitia
– “Mãe é Deus”, de Maria Bäck
– “Vegas”, de Lukasz Konopa
– “Uma Visita”, de Matej Bobrik
– “O Altar Partido”, de Mike Rollo

Programas especiais

– “Batalha pelo Rio”, de Gonzalo Arijón
– “Bardot, A Incompreendida”, de David Teboul
– “A Arte de Observar a Vida”, de Marina Goldovskaya
– “Los Hermanos – Esse é Só Começo do Fim da Nossa Vida”, de Maria Ribeiro
– “Ruptura”, de Pamela Yates
– “Sobreviventes de Galileia”, de Eduardo Coutinho
– “A Família de Elizabeth Teixeira”, de Eduardo Coutinho 
– “Posfácio – Imagens do inconsciente”, de Leon Hirszman

Première Mundial

– “O Homem que é Alto é Feliz?”, de Michel Gondry

Curta-metragem: Sessão Especial

– “Haruo Ohara”, de Rodrigo Grota

Retrospectiva Brasileira: Helena Solberg

– “A Entrevista”, de Helena Solberg
– “Meio Dia”, de Helena Solberg
– “A Nova Mulher”, de Helena Solberg
– “Das Cinzas…Nicarágua Hoje”, de Helena Solberg
– “Carmen Miranda: Banana is my business”, de Helena Solberg
– “A Alma da Gente”, de Helena Solberd e David Meye
– “A Conexão Brasileira, A Luta pela Democracia”, de Helena Solberg e David Meyer
– “Vida de Menina”, de Helena Solberg
– “As Aventuras de Helena” – Para o É Tudo Verdade, de Betse de Paula

Retrospectiva Internacional: Shohei Imamura

– “Em Busca dos Soldados Foragidos na Malásia”, de Shohei Imamura
– “Em Busca dos Soldados Foragidos na Tailândia”, de Shohei Imamura
– “Karahuki-San – A Fabricação de uma Prostituta”, de Shohei Imamura
– “Um Homem Desaparece”, de Shohei Imamura
– “O Brutamontes regressa à pátria”, de Shohei Imamura
– “Os Piratas de Bubuan”, de Shohei Imamura

O Estado Das Coisas

– “Nelson Mandela: O Mito e Eu”, de Khalo Matabane
– “Os Cavalos de Fukushima”, de Matsubayashi Yoju
– “De gravata e unha vermelha”, de Miriam Chnaiderman
– “Um Sonho Intenso”, de José Mariani
– “20 centavos”, de Tiago Tambelli
– “Gasoduto”, de Vitaly Mansky
– “Sonhos de DNA”, de Bregt Je Van Der Haak
– “A Corrida da Arte”, de Marianne Lamour

Foco Latino-americano

– “Lugares: À Procura de Rusty James”, de Alberto Fuguet
– “Furando a Onda”, de Annie Canavaggio
– “Rosario”, de Shula Erenberg
– “Continuo Sendo”, de Javier Corcuera

 

Acesse o site oficial para mais informações: http://itsalltrue.com.br/br/home/

6 perguntas para… Vitor Cafaggi

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Morador de Belo Horizonte, MG, Vitor Cafaggi é o autor de ‘Valente’, tirinha publicada semanalmente no jornal ‘O Globo’.
As tirinhas foram criadas em 2010, e acompanham a vida de Valente, um cãozinho fofinho e apaixonado, durante seus anos na escola até a faculdade. 

Nessa pequena entrevista, Vitor fala sobre sua vontade de fazer quadrinhos, o contrato com a Panini e projetos futuros.
Confira:

Você sempre quis ser quadrinista ou esse era seu ‘plano B’?
Sempre quis fazer quadrinhos. Era o que eu mais queria quando era criança e até uns 20 anos. Depois da faculdade (ele se formou em Desenho Industrial) deixei de lado um pouco o sonho pra tentar realizar um trabalho de gente grande, mais estável. Trabalhei como designer gráfico por um tempo, tive minha própria empresa, depois fui diretor de arte em uma grande empresa. Mas, depois de um tempo, já com uns 27 anos, voltei a sentir essa vontade fazer meus próprios quadrinhos. Eu li histórias em quadrinhos a vida inteira, acho que era natural que, uma hora, eu quisesse contar minhas próprias histórias.

Seu personagem mais conhecido é o fofo Valente. Como surgiu esse personagem? Foi baseado em alguém que você conhece?
Valente surgiu quando o jornal O Globo me convidou para criar uma série de tiras para a sua página dominical. Como eu não tinha muito tempo para criar, resolvi contar uma história que eu já conhecia bem, com personagens que eu conhecia tão bem quanto conheço meus amigos, minha família, minhas ex-namoradas. Valente é totalmente baseado na minha adolescência. Escolhi um certo momento, bem representativo, em minha vida e segui contando minha historia a partir daí, através de tiras com cachorros, gatos, pandas e macacos.

 

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Estive em São Paulo recentemente e fui na Livraria Cultura. Chegando lá, vi que vários exemplares de ‘Valente por opção’ estavam disponíveis para venda. Era um sonho seu ver seu personagem virando um livro?
Qual foi a sensação de ter um contrato com uma gigante como a Panini?
A conversa com a Panini começou em 2012, durante o FestComix, em São Paulo, enquanto eu lançava o segundo volume, Valente Para Todas, de forma independente. Ao longo de 2013, continuamos conversando sobre a possibilidade da editora publicar Valente. Pouco antes do FIQ, no ano passado, fechamos essa parceria em relação ao Valente.


Pra mim, está sendo ótimo porque as revistas com a Panini chegaram a lugares que eu, como independente não consigo chegar. Elas chegaram em bancas há algumas semanas. Outro ponto positivo é que não preciso mais me preocupar com a distribuição, com o controle das vendas e o envio das revistas, sobrando mais tempo pra escrever e desenhar. Somente durante os meses de junho, julho e agosto desse ano, vendi e mandei mais de 600 revistas pelo correio. Isso toma muito tempo. Espero muito que continue dando tudo certo com a Panini.

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Valente – volumes 1, 2 e 3. Os livros estão disponíveis para venda nas maiores livrarias do Brasil e também pela internet.

 

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(clique para aumentar)

Você e sua irmã, Lu, fizeram um lindo trabalho na ‘Graphic MSP’. Como surgiu o convite para o projeto?
Para esse projeto da graphic novel, o convite foi feito pelo Sidney Gusman, diretor de planejamento da MSP, por telefone. Eu já tinha participado do MSP 50 (álbum em homenagem aos 50 anos de carreira do Mauricio), em 2009, com uma história do Chico Bento, que escrevi e desenhei. Essa história curta mostrando o dia que o Chico conheceu a Rosinha, teve boa repercussão e, graças a ela, fomos convidados para o projeto Graphic MSP. Nessa história do MSP 50, tive liberdade toral pra fazer a história como quisesse, com o personagem que eu quisesse.

No caso da graphic, foi o Sidney que definiu quais personagens os autores iriam trabalhar. Não foi a gente que escolheu, mas se tivéssemos essa possibilidade, escolheríamos a Turma de qualquer jeito. Tivemos total liberdade pra criar essa história também. A única coisa que o Sidney nos pediu foi que a história tivesse alguma cena mostrando os personagens ainda mais novinhos, mais ‘babies’.
Essa cena seria desenhada pela Lu, porque ela tem um traço ainda mais fofo do que o meu.

Pesquisando sobre você, vi que também é professor na Casa dos Quadrinhos. Você estudou lá?
Poderia falar um pouco sobre sua experiência em sala de aula, passando seu conhecimento para outras pessoas?
Eu nunca estudei na Casa. Sou um dos poucos professores lá que não foi aluno. Gosto de dar aula tanto quando gosto de produzir quadrinhos. Enquanto conseguir conciliar as duas coisas, vou fazendo isso. Quando não tiver mais tempo pra dar aulas nas escolas, começo a dar aula particular, pra menos alunos, com horários flexíveis. Não me vejo parando de dar aula por enquanto. Aprendo muito dando aula e me mantenho mais atualizado e esperto.
2014 está só começando. Quais são seus planos para esse ano?
Trabalhar muito na continuação de Turma da Mônica – Laços e no quarto livro do Valente. E, no meio disso, ter tempo pra namorada, pros amigos, pra família e pra mim.

 

Veja mais trabalhos de Vitor:
(clique nas imagens para ampliar)

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Para conhecer mais sobre o trabalho do Vitor acesse: http://punyparker.blogspot.com.br 
Você pode seguir o Vitor no Twitter: https://twitter.com/vitorcafaggi
Conheça mais sobre a Casa dos Quadrinhos: http://www.casadosquadrinhos.com.br

 

As 10 mais bem vestidas do Oscar 2014

1. Giuliana Rancic, apresentadora do canal E!, vestindo Paolo Sebastian

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2. Lupita Nyong’o, vestindo Prada

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3. Cate Blanchett, vestindo Reem Acra 

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4. Amy Adams, vestindo Gucci

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5. Naomi Watts, vestindo Calvin Klein

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6. Sandra Bullock, vestindo Alexander McQueen 

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7. Jennifer Garner, vestindo Oscar de la Renta

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8. Meryl Streep, vestindo Lanvin

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9. Jenna Dewan-Tatum, vestindo Reem Acra

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10. Charlize Theron, lindíssima em um Dior Haute Couture

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Coletiva de Imprensa: Robocop

Estivemos na coletiva de imprensa, que aconteceu dia 18. Filme do brasileiro José Padilha chega aos cinemas sexta, dia 21/02.