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Os 5 “mais” e os 5 “menos” da CPBR7

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Os 5 mais:
– Workshops muito interessantes
– Palestrantes
– A presença de Bruce Dickinson
– Ônibus grátis do metrô até o local do evento
– Velocidade da internet

 

Os 5 menos:
– Calor
– Falta de segurança no evento (leia mais aqui)
– Falta de água (o registro foi fechado ontem no fim da noite)
– Problemas com os códigos de barra das credenciais
– Preço do catering

Campus Party tem furto de laptops, câmeras e celulares

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Uma das marcas da Campus Party 2014, pelo menos até agora, está sendo a grande quantidade de furtos de equipamentos dos campuseiros, como laptops, câmeras fotográficas e celulares. A maioria dos furtos se concentrou na terça-feira, primeiro dia do espaço Startup & Makers, dedicado a empresas inovadoras, dentro da área aberta Open Campus. Nesse mesmo dia, faltou água e internet para as startups e luz em toda a Campus Party, o que deixou a área do Open Campus no escuro.

Alan Meira, diretor-executivo da startup Engarte, teve seu Mac roubado durante a queda de energia. “Estava conversando com outra pessoa e me preparando para ir embora. Tirei o meu computador da mesa e coloquei em outra para apoiar minha mochila e guardar”, conta. “A luz acabou e no intervalo em que eu virei para o outro lado, o notebook sumiu”, conta.

Por causa do furto, Alan passou boa parte do dia de ontem fora da Campus Party, procurando um computador barato para comprar na Rua Santa Ifigênia, tradicional centro de compras de equipamentos eletrônicos em São Paulo, para que tivesse como acessar a internet e mostrar sua empresa – uma rede social – no evento. O prejuízo calculado foi de R$ 5 mil, além de outros R$ 1 mil gastos com o novo computador. “Perdi a apresentação que tinha preparado para mostrar durante o meu pitch (apresentação rápida do negócio para investidores) e o meu planejamento estratégico”, diz. Mesmo assim, o rapaz se mostrou confiante para continuar a mostrar seus projetos e atividades na feira.

Já Ludmilla Veloso, co-fundadora de uma startup de Fortaleza, além do computador também teve sua carteira furtada, com documentos e cartão de crédito. “Virei indigente”, comentou ela, que disse não ter recebido apoio ou satisfações por parte da organização do evento. “Ninguém se ofereceu nem para saber se eu tinha como voltar para o hotel”. Por outro lado, ela disse que houve sentimento de solidariedade por parte dos colegas no espaço de Startup & Makers. Ludmilla contou ao Link que se sente desmotivada para continuar a apresentação de seus projetos na Campus Party.
Felipe Sanches, um dos responsáveis pela Metamáquina, pequena empresa paulistana que constrói e vende impressoras 3D, nem visitou seu próprio estande. “Meu sócio visitou o lugar e avaliou que seria melhor ficarmos no nosso escritório do que por lá.”
André Sionek, diretor executivo da startup Polytek também teve o seu Mac roubado no primeiro dia, junto com outros documentos que estavam dentro de uma mochila. “Logo que chegamos colocamos todas as mochilas no fundo do nosso espaço e cobrimos com uma lona enquanto organizávamos o local”, diz. Por causa da falta de internet na área das startups, o empreendedor diz que era intenso o movimento de pessoas e técnicos mexendo em cabos no chão do espaço. “Percebi que as pessoas da área técnica estavam mexendo muito nas coisas o tempo todo, assim como o pessoal que estava no estande da startup ao lado, porque todo mundo estava se organizando e tentando fazer a internet funcionar”, conta.
No momento em que foi pegar o computador para testar se a internet estava funcionando, Sionek percebeu que sua mochila havia sido furtada. Sua suspeita é que o furto tenha ocorrido em um dos momentos que a equipe técnica ou os outros expositores mexeram no espaço. Depois do primeiro dia do evento, a startup que dividia espaço com a Polytek não apareceu mais na Campus Party, o que levantou suspeitas. “Meu último backup foi há um mês, perdi todo o trabalho que havia preparado para a Campus Party e o vídeo que ia usar em uma campanha de crowdfunding”, conta.

Nem o estande do Sebrae, um dos parceiros da feira, foi poupado. Uma mochila com um notebook da instituição e a carteira de um dos funcionários foi roubada de dentro da sala fechada do espaço do Sebrae na terça-feira. “Até a chave do nosso carro estava dentro e tivemos que buscar a reserva. Depois disso colocaram seguranças no nosso estande e agora mantemos tudo fechado com chave”, diz o gestor de projetos de startups do Sebrae, Marcio Marques Brito.

Elikyel Pacífico, de apenas 11 anos, também foi furtado. Ele enfrentou 13 horas de viagem (ônibus e avião) de Crato, interior do Ceará, só para passar a semana na Campus Party, com a mãe e o padrasto. Erika Cristina conta que o filho levava seu celular no bolso na mochila enquanto visitava o estande onde aconteciam campeonatos de videogames, na Open Campus. Minutos depois, o celular havia sumido. “Ele só chora desde então, ele é muito emotivo. Mas o pior mesmo foi perder a agenda que ele havia feito do evento no celular antes de viajarmos”, diz a mãe do menino, que não teve mais notícias do seu aparelho.
 A organização da Campus Party informou por meio de nota que tomou conhecimento dos casos de furto na área Open Campus. “A organização reforçou a equipe de segurança para coibir estas ações. A Campus Party ainda reforça que os participantes da área de Startup & Makers Camps, campuseiros e visitantes são responsáveis pelos seus pertences.”

fonte: ESTADÃO

App brasileiro para evitar tragédias ganha R$ 250 mil na Campus Party

 

Aplicativo brasileiro Fi-Guardian recebeu o maior prêmio da categoria Cidades Inteligentes do Desafio Fi-Ware, na Campus Party, e levou para casa aproximadamente R$ 250 mil. 

Nascido depois da tragédia da região Serrana do Rio de Janeiro, em 2011, um conjunto de soluções informatizadas brasileiro para evitar catástrofes e emitir alertas sobre elas foi o vencedor do Desafio Fi-Ware, realizado na Campus Party 2014. O grupo levou para casa neste sábado (1) um prêmio de 75 mil euros, aproximadamente R$ 250 mil.
Iniciativa da Comunidade Europeia e de empresas privadas, o Fi-Ware reúne diversas aplicações para facilitar o desenvolvimento de novas ferramentas. Algumas das participantes do consórcio são IBM, Nokia, Siemens e Telefónica, que liberam a programadores alguns de seus serviços.
Segundo a equipe do Fi-Guardian, brasileira ganhadora da categoria de Cidades Inteligentes, o desenvolvimento do sistema teria durado até dois anos se não tivesse acesso a esse conjunto de tecnologias. A criação da ferramenta durou um mês.

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“A IBM tem o sistema chamado Proton, de análise de eventos, que está lá. É como o Lego, que fornece peças para desenvolver soluções a partir de tecnologias pré-existentes”, disse ao G1 um dos programadores da equipe campeã, Marcos Marconi. O Fi-Guardian foi o único projeto brasileiro a ser premiado no Desafio Fi-Ware, que distribuiu outros nove prêmios (cinco para a categoria de Negócios Inteligentes, outros quatro para a modalidade de Cidades Inteligentes). Os brasileiros irão disputar agora a etapa mundial do Desafio.
“Os empreendedores não param de nos surpreender todos os dias, mostrando o que eles podem fazer se dermos as ferramentas certas”, disse Juanjo Hierro, arquiteto chefe e coordenador do Fi-Ware. Segundo a organização da competição, foram enviadas 7 mil ideias diferentes.

O Fi-Guardian é um software que integra em um mesmo local todas as fontes usadas pelo governo para gerenciar desastres naturais (Inea, Cemaden, Inpi e Climatempo, por exemplo). Além disso, permite que as cidades instalem novos sensores para expandir o gerenciamento de risco e fornecer mais informações ao sistema.
A equipe de cinco desenvolvedores é natural de Nova Friburgo, região serrana do Rio, que foi atingida por deslizamentos que deixaram dezenas de pessoas mortas. “Tudo que a gente está colocando no projeto é da nossa experiência real”, afirmou Marcos Marconi.

 

fonte: G1

Especial: Os jogos estão marcando presença na Campus Party

Gamers, nerds, geeks: seja qual for o rótulo, o que une todos esses campuseiros é o amor pelos jogos eletrônicos.

Durante pesquisa no evento, elaboramos uma lista dos jogos preferidos da galera. Confira:

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Guitar Hero – ”Gosto dele pois é como se eu realmente estivesse tocando guitarra”
Diogo Eduardo, 11 anos, estudante do sétimo ano do ensino fundamental

GTA 5 – ”Foi o último jogo que comecei a jogar, ainda não zerei”
Carlos, 20 anos, Goiânia, estudante de Ciência da Computação

Civilization 5 – “Gosto de jogos de estratégia. Você precisa pensar bastante no que que vai fazer. Estou jogando no modo single player.”
Pedro Henrique, 19 anos, Juiz de Fora, estudante de Farmácia

Battlefield 2  – “Gosto desse jogo de tiro pois é o único que meu computador aguenta (risos)”
Anderson, 31, de Blumenau, desenvolvedor de sistemas

WOW – World of Warcraft – ”Meus tios jogam, então jogamos em família”
Caio, 15 anos, de Salto (SP), estudante do ensino médio

Battlefield 3 – “Gosto de jogos de tiro”
Gabriel, 19 anos, de Goiânia, estudante de Eng. da Computação

Heartstone – “Estou jogando para passar o tempo…. e também gosto de jogos de cartas”
Rangel, 23, de Claudio (MG), contador

LOL  (League of Legends) – “Todos os meus amigos jogam, e eu gosto de jogos de estratégia”
Hugo, 21 anos, Itapira (SP), estudante

Battlefiled 4 – “Gosto de jogos de tiro”
Domingos, 28 anos, programador, de Joinville

Heroes of the World – “O jogo não é ótimo, mas gosto dele pela competição”
Alan, de Florianópolis, 21 anos, estudante de Engenharia

Counter Strike: Global Offensive – “Tem ação e foi um dos primeiros jogos que joguei”
Vincent, 18 anos, estudante de Eng. da Computação, de Curitiba

Battlefield 3 – “Gosto de jogos no estilo FPS (em primeira pessoa) e de tiro”
Igor, 19 anos, estudante de Ciência da Computação, de Goiânia

Batman Arkham Origins – ”Gosto dos jogos do Batman, já joguei todos. Esse é o mais recente”
Estevão, 19 anos, de São Paulo, estudante de Linguagem de Programação

F1 2013 – “Gosto de jogos de corrida, e esse tem o gráfico muito bom”
Bryan, 22 anos, programador de Votorantim (SP)

LOL – “Gosto desse jogo pela emoção de jogar em equipe e competir”
Otávio, 19 anos, do Ceará, estudante de Engenharia

Need For Speed Undergroud 2 – “Estou jogando com meu amigo. Gosto da nostalgia que o jogo me dá”
André, 20 anos, programador, de Santa Rita do Sapucaí

LOL – “É um bom passatempo. Melhoro no jogo a cada vez que jogo”
Tarliton, 20 anos, estudante de Ciência da Computação, de Joinville

Heartstone – “Faz pouco tempo que comecei a jogar esse. Gosto de jogos de cartas, então estou experimentando esse”
Lucas, 19 anos, estudante de Ciência da Computação, do Rio de Janeiro

DOTA 2 – “Meus amigos jogam, então eu jogo com eles.”
Éttore, estudante de Engenharia Mecânica, 19 anos, de Porto Alegre

BioShock Infinite – “Gosto de jogos de tiro, e meus amigos me recomendaram esse”
Marco, 20 anos, analista de sistemas, de Campo Grande (Mato Grosso do Sul)

Spore – “Estou testando esse jogo. Nesse jogo, tenho que cuidar da evolução de uma espécie e dominar o planeta”
Éden Lucas, estudante de Relações Internacionais, 19 anos, de Mogi Guaçu (SP)

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SPORE

LOL – “É um jogo completo e bem legal. Gosto bastante do sistema de pontos dele”
Robinson, estudante de Física, 20 anos, de Recife

Age of Mythology – “Jogava desde pequeno e queria relembrar”
Henrique, 21 anos, do Rio de Janeiro, estudante de Engenharia da Computação e Informação

 

Campus Party, terceiro dia: o que rolou?

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O terceiro dia foi bastante tranquilo e contou com as visitas de Maurício Meirelles (CQC) e Maurício Cid (Não Salvo), que promoveram um “facebullying” com participantes do evento; palestras com Ricardo Piologo e Rodrigo Piologo, os criadores do sensacional ‘Mundo Canibal’ e oficina de colorização de quadrinhos.

No fim da tarde ocorreu no palco ‘Stadium’ um bate papo com Pedro Zambarda (colunista do site TechTudo), João Coscelli (blogueiro do ”Modo Arcade”), Théo Azevedo (editor do UOL Jogos) e Pablo Miyazawa (editor da Rolling Stone Brasil).
O quatro falaram sobre os 20 anos do jornalismo de games no Brasil, as dificuldades e alegrias da profissão, além de dicas para quem pensa em entrar no mercado.

Segundo Théo, “o jornalista de games vive, come, respira isso o dia todo. Minha esposa até briga comigo” (risos).
Quando questionado sobre os novos rumos da profissão, João falou sobre a barreira de produção de conteúdo. “As barreiras caíram, hoje todo mundo produz conteúdo, escreve, traduz. As revistas precisam aprender a co-existir com esse momento. A internet já fechou muitas revistas, então elas precisam se reinventar para ter público, estar presentes nas redes sociais, estar realmente conectado com tudo.”

Para Pablo, “o futuro é nebuloso. Eu queria muito ter uma resposta para algumas perguntas…. Por exemplo, como fazer uma criança ou um adolescente entender que é preciso pagar por conteúdo? Eles estão acostumados a pegar tudo de graça na internet”.

João lembrou que em geral, as revistas brasileiras não tem acesso a informações exclusivas. ”O que fazemos é reproduzir material dos grandes veículos dos Estados Unidos e da Europa. Até 2004, não tinha espaço para o Brasil na E3 (Electronic Entertainment Expo, feira anual de jogos eletrônicos). Ir numa conferência da SONY era impossível”.

O panorama não mudou muito – os mercados de games do EUA e do Japão não crescem mais – e agora as grandes fabricantes resolveram se voltar para o Brasil (e a América Latina em geral).
Embora seja um mercado difícil, os quatro jornalistas demonstraram alegria quando questionados sobre sua área de trabalho.

Campus Party, segundo dia: o que rolou?

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Num dia marcado por um início de incêndio pela manhã, a Campus Party teve um segundo dia bastante animado.

Temas interessantes foram discutidos, como por exemplo, na palestra de Marcio Rodrigues, social media manager na agência Ogilvy, que falou sobre seu trabalho com grandes clientes e gerenciamento de redes sociais.
Segundo Marcio, ”o mais importante é conhecer o cliente e entender como a marca precisa ser trabalhada. Assim, até nos momentos de crise, fica mais fácil saber como agir e reparar o erro”.
Espionagem digital, workshop de storyboard e oficina de aplicativos também foram atividades marcantes no dia.

Um dos destaques do dia foi o palestrante Alessandro Faria.
 Ele fez sua palestra ensinando os programadores de plantão a desenvolver pontes que permitam que dispositivos que captam atividades cerebrais – como o que ele veio mostrar, chamado Emotiv – conversem com aparelhos diversos, como carro, TV ou computadores e os controlem.
Em outras palavras, Alessandro veio ensinar os campuseiros a controlar eletrônicos com a mente.
Lidando apenas com soluções abertas e conhecido defensor do uso de Linux, Faria apresentou o Emotiv EPOC, um headset com 14 eletrodos, criado em 2003 pela australiana Emotiv Systems, que analisa e transmite sinais neurais captados através de um processo chamado eletroencefalografia (EEG). O nome vem do fato de o dispositivo investigar principalmente sinais expressivos e emocionais.

Para a madrugada do dia 29 estava agendada uma sessão de cinema, além de uma oficina de programação e o podcast ‘Séries que todo mundo ama menos eu’.

Campus Party, primeiro dia: o que rolou?

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A Campus Party Brasil começou oficialmente ontem, dia 28, mas já definiu seu ídolo maior: Bruce Dickinson.
O inglês, nascido em Nottinghamshire, Inglaterra é cantor, compositor, piloto, historiador, esgrimista, radialista, autor, roteirista e piloto de avião. Com todos esses títulos, ele é mais conhecido como o vocalista da banda de heavy metal Iron Maiden.

Dono de uma companhia de aviação no Reino Unido, a Cardiff Aviation, Dickinson acha que criatividade é mais importante que currículo. Em entrevista coletiva anterior à sua participação na Campus Party, ele brincou: “Não é sobre qualificação, mas sobre ter uma boa ideia. Você pode ensinar macacos a terem MBA”.

Para o músico, o jovem empreendedor precisa de duas coisas para buscar o sucesso: uma grande ideia e vontade de trabalhar sem custos.

“O problema de muitas startups é que elas querem alugar um local bonito para trabalhar, contratar muita gente”, disse. “A questão devia ser ‘como evitar que compremos qualquer tipo de móvel’, e não ‘qual será a cor dos móveis que usaremos’.”

Bruce comentou ainda que seu foco de investimento são grandes tecnologias de materiais e transporte, como motores, e não softwares. “Eu sou investidor em uma companhia que está desenvolvendo tecnologias mais leves que o ar para transportes ecológicos de grandes cargas a lugares remotos e inacessíveis”, disse. “Também sou investidor em um jato eco-friendly, mais econômico que um grande carro”.

Ele mesmo um empresário do ramo da aviação que já sonhou quando criança em se tornar um astronauta, Dickinson falou também sobre o avanço das viagens espaciais e como as pessoas não irão para o espaço para viver – “os humanos morrem muito facilmente lá” –, mas sim para “tornar a Terra mais habitável”.

“Alguns experimentos biológicos são muito mais rápidos na gravidade zero”, comentou. “Eu sou um sonhador. As missões da Nasa e Júlio Verne me inspiraram quando criança (…) Eu acho que Elon Musk [investidor de empresas como SpaceX e Tesla Motors] será o futuro da viagem espacial”.

(com informações do ‘G1’)

3 perguntas para…. Jérémie Laheurte

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O ator francês Jérémie Laheurte esteve no Rio de Janeiro neste sábado (30) para participar da coletiva de imprensa  do filme ‘Azul é a cor mais quente’.

Ele respondeu a 3 perguntas feitas exclusivamente pelo Cinema e Muito +.
Confira:

Para você, o que foi mais interessante nesse projeto?
Descobri um novo jeito de trabalhar. Com  Abdellatif (Kechiche, diretor), tive a oportunidade de atuar conforme meus sentimentos, sem pensar muito. Todos os atores estavam envolvidos em contar uma boa história, e as coisas precisam ser simples e bem feitas. Acho que esse foi o maior aprendizado.

Quais são seus cineastas franceses preferidos?
 Abdellatif e François Ozon.

Você já tem muitos planos para 2014?
Sim, estou procurando novos projetos, de preferência no cinema. Também pretendo parar de fumar (risos).

 

 

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Jérémie e sua namorada, Adèle Exarchopoulos

 

Expos em SP: Chanel e Kubrick

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The Little Black Jacket – Chanel’s Classic revisited by Karl Lagerfeld and Carine Roitfeld
Era pra ser um casaqueto preto, apenas, mas falando em Chanel, o básico é sempre o extraordinário. A exposição chegou ao Brasil no final de outubro, na OCA (parque Ibirapuera) em São Paulo. A marca de luxo, vendedora de sonhos, revolucionou a indústria da moda com peças originais, transparecendo simplicidade e elegância desde que Coco Chanel viu seu talento para moda.
De todas as peças clássicas e únicas, foi o tailleur preto quem teve maior destaque e até hoje, depois de ser reiventado, exala paixão e encanto.

A exposição é um projeto Karl Lagerfeld com a ajuda de Carine Roitfeld, ex-editora da Vogue francesa. O estilista fotografou suas musas Chanels e amigos descolados vestindo a jaqueta de maneiras próprias e únicas. Há muita gente famosa: de Sarah Jessica Parker, quem transformou a sua jaqueta em vestido de cabeça, até Vanessa Paradis, que a desliza pelos ombros.
A modelo britânica Alice Dellal prefere adaptar a dela para refletir seu estilo inspirado no punk.

A exposição vem para o Brasil depois de passar por vários países como Tokyo, Nova Iorque, Berlim, Paris, Milão entre outro, e traz consigo 113 fotos de celebridades de grande influência nos últimos anos, vestindo a peça da maison francesa, fotografadas por Karl Lagerfeld, designer da marca de 1983.
A partir do dia 31 de outubro até o dia 01/dez/13, todos os dias, das 10 as 19h. Entrada gratuita.

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Retrospectiva e Exposição Stanley Kubrick

Stanley Kubrick, um dos cineastas mais brilhantes dos últimos anos, vai ganhar destaque em uma homenagem na 37ª Mostra Internacional de Cinema. Será realizada uma retrospectiva de seus filmes, junto à uma exposição.

 Algumas das obras mais renomadas do cineasta, roteirista, produtor e fotógrafo estarão de volta às telonas no MIS – Museu da Imagem e do Som em São Paulo com objetivo de reviver as singularidades estéticas, cheias de peculiaridades filosóficas entrelaçadas as obras de Stanley.

Entre os títulos em exibição estarão: Laranja Mecânica, O Iluminado, Spartacus, AI: Inteligência Artificial (dirigido por Steven Spielberg) e uma edição especial mostrando sua trajetória em Stanley Kubrick: A Life in Pictures (direção Jan Harlan, 2001).
A exposição contará com audio e video de matérias, documentos originais, objetos que fizeram parte de cenas de suas obras, e fotos de seus longas -metragens.

Mais do que trazer uma cronologia do artista, desde o início de sua carreira até os últimos filmes que concebeu, a exposição apresenta a singularidade de sua obra e suas influências em seções dedicadas aos clássicos como Lolita (1962), 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968), Laranja Mecânica (1971) e O Iluminado (1980).

A exposição acontece até o dia 12 de janeiro de 2014 (terças a sextas, das 12h às 21h; sábados das 10h às 22h; domingos e feriados das 11h às 20h).

No MIS, os ingressos estão custando R$ 10 (inteira) R$ 5 (meia).
Ingressos para a mesma data da visitação à venda nos horários: quartas às sexta-feiras, das 12h às 20h; sábados, das 10h às 21h; domingos e feriados, das 11h às 19h. Terças-feiras: Ingresso gratuito.

Tapete Vermelho Se Beber Não Case 3


Ken e Justin no tapete vermelho

A colunista esteve no evento a convite da distribuidora.

Na noite de terça feira (28), os astros internacionais Bradley Cooper, Zach Galifianakis, Ed Helms, Justin Bartha, Ken Jeong, Heather Graham e o diretor Todd Phillips estiveram no cinema Odeon, no Centro, participando do tapete vermelho e da pré estréia do filme ‘Se Beber, Não Case 3’.

Na trama, que fecha a trilogia de filmes do Bando de Lobos, Alan (Zach Galifianakis) está deprimido devido à morte de seu pai. Preocupado com o cunhado, Doug (Justin Bartha) sugere que ele vá até um lugar chamado New Horizons, que pode torná-lo um novo homem.
Alan apenas aceita a sugestão após Phil (Bradley Cooper) e Stu (Ed Helms) concordarem em levá-lo, juntamente com Doug.
É o início de uma nova viagem do quarteto, que acaba sendo interrompida bruscamente pelos capangas de Marshall (John Goodman). O malfeitor está atrás de Chow (Ken Jeong), que lhe aplicou um golpe milionário, e acredita que os amigos ainda possuam contato com ele.
Após sequestrar Doug, Marshall dá a Alan, Stu e Phil um prazo para que encontrem Chow e devolvam as barras de ouro por ele roubadas, caso contrário todos morrerão. O que o trio não esperava era que, para reencontrar Chow, teria que ir até Tijuana, no México, e também em Las Vegas. (fonte: AdoroCinema)

O elenco foi muito simpático, mesmo depois de mais de duas horas de atraso.
O ator Zach Galifianakis, que chegou ao Rio de Janeiro na manhã de ontem e ficou aborrecido com a quantidade de paparazzis esperando no aeroporto, esclareceu sua visão sobre o fim da trama:

“Vai ser divertido rever tudo isso um dia. Mas estamos tão felizes, mais do que tristes, estamos felizes”

Ed Helms também falou:

“É um pouco triste. Terminamos essa jornada e não vou mais trabalhar com os meus companheiros. Mas estou muito orgulhoso de fazer parte dessa turma sensacional. Nos tornamos muito amigos”, disse.

Bradley Cooper fez sucesso com as fãs, que esperaram na chuva para tirar uma foto com o ator.
Apontado como um dos maiores galãs de Hollywood, ele contou suas impressões sobre a praia de Ipanema e disse que não poderá aproveitar muito a cidade:

“A praia de Ipanema é maravilhosa! O dia estava lindo e tirei muitas fotos. Infelizmente, não vou aproveitar muito o Rio, logo estaremos indo embora”

A linda Heather Graham também falou:

“Gostei muito de fazer parte dessa série, o elenco é muito bom e ter Todd na direção com certeza nos deu mais segurança”

Sobre o Rio de Janeiro, ela acrescentou:

“Todos ficamos maravilhados com o Rio, e eu ainda vou ficar uns dias por aqui. Quero conhecer o Cristo ainda e tenho planos de visitar o Brasil com mais calma”

Ken Jeong e Justin Bartha não falaram muito com a imprensa, só posaram para algumas fotos com fãs e logo entraram para a sessão especial do filme, somente para convidados.
O filme ‘Se Beber, Não Case 3’ chegará aos cinemas de todo o Brasil no 30 de maio.
A classificação indicativa é de 14 anos.