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Herói espacial Flash Gordon pode voltar aos cinemas

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De acordo com o site The Hollywood Reporter, a produtora 20th Century Fox comprou os direitos da série de histórias em quadrinhos Flash Gordon e pode estar planejando um novo filme com o personagem. J.D. Payne e Patrick McKay, responsáveis pela trama do inédito Star Trek 3, devem escrever o roteiro das novas aventuras do herói espacial a partir de uma primeira versão feita por George Nolfi (O Ultimato Bourne).

Criado em 1934 pelo artista Alex Raymond, Flash é um jogador de pólo que vai parar no planeta Mongo e que acaba lutando contra o tirano Imperador Ming para salvar a Terra. Ele já apareceu em seriados como Flash Gordon Conquista o Universo (1940) e na adaptação cinematográfica Flash Gordon (1980), em que o herói era um jogador de futebol americano. Com a clássica música da banda Queen na trilha sonora, a ficção científica foi estrelada por Sam J. Jones (Mulher Nota 10), Timothy Dalton (007 – Permissão para Matar) e Max von Sydow (O Sétimo Selo).

Audiências mais jovens podem ter visto o personagem pela primeira vez em Ted (2012), comédia de Seth MacFarlane (da série Family Guy) que contou com uma cômica participação de Sam J. Jones.

A ideia de levar o herói para às telonas novamente é antiga, mas até agora não saiu do papel.
A última tentativa foi realizada pelo cineasta Breck Eisner (Sahara), em 2010, mas ele acabou desistindo do projeto. 
O novo Flash Gordon ainda não tem diretor ou data para começar a ser filmado. 

 

 

fonte: Cinema em Cena

image 6 perguntas para… Michel Tikhomiroff

Diretor do longa ”Confia em Mim” fala com exclusividade ao Cinema e Muito +. Confira!

Novo ‘X-Men’ é o projeto mais ambicioso da franquia, diz produtor

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O filme X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido chega aos cinemas apenas em maio deste ano, mas já é considerado o mais caro e ambicioso de toda a franquia. “Nós não usamos armas, usamos poderes. E os poderes são frutos de efeitos visuais. Então, naturalmente, será caro”, afirmou a produtora Lauren Schuler Donner, que trabalhou em todos os longas da série, em entrevista à revista Entertainment Weekly.

O elenco recheado de estrelas e o investimento em computação gráfica no novo X-Men custaram mais de 200 milhões de dólares aos estúdios da 20th Century Fox. “Eu acho que é o maior filme feito pela Fox que não foi dirigido pelo James Cameron”, afirmou o produtor e roteirista do longa, Simon Kinberg.

De acordo com uma publicação do site do jornal canadense The Calgary Harold, de novembro de 2013, o filme dirigido por Bryan Singer perde apenas de Avatar entre os mais caros já produzidos pela Fox. O custo de produção estimado para Avatar foi de 237 milhões de dólares.

X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido, que estreia em 22 de maio no Brasil, se passa em um futuro distante, em que os mutantes são caçados pelos Sentinelas, robôs gigantes criados por Bolívar Trask (Peter Dinklage).
Para evitar que todos sejam aniquilados, Wolverine (Hugh Jackman) é enviado para o passado, por volta dos anos 1970, para pedir ajuda aos então jovens professor Xavier (James McAvoy) e Magneto (Michael Fassbender), para que juntos possam mudar o futuro. 

 

 

fonte: VEJA

Veja o trailer de “Gone Girl”, novo filme de David Fincher

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Na história, Ben Affleck interpreta Nick, um ex-jornalista frustrado, que se muda para o interior com a esposa Amy (Rosamund Pike) e passa a ter crises no casamento. Certo dia, Amy desaparece e Nick, com seu comportamento ambíguo, se torna o principal suspeito de um possível assassinato.

No elenco também estão os atores Neil Patrick Harris, Tyler Perry e Scoot McNairy.
A produção está prevista para estrear em outubro nos Estados Unidos. Ainda não há data de lançamento para o Brasil.

Assista:

http://www.hollywoodreporter.com/news/video-gone-girl-trailer-ben-696101

‘Silicon Valley’ é uma das melhores comédias da safra atual

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Quando se mudou para o Vale do Silício com a namorada em 1987, Mike Judge tinha 25 anos, um diploma em física e muitos ideais. Bastou ele entrar para uma startup, que, em apenas dois meses e meio, viu seus ideais serem destruídos um a um. Ainda bem. Foi graças a essa experiência traumática na empresa iniciante de tecnologia que ele acabaria virando músico. E, depois, compraria a câmera de 16 mm com que faria os curtas de animação que deram origem a Beavis e Butt-head, em 1992.

A experiência (que renderia também para outras cultuadas animações dos anos 1990, como a vencedora do Emmy O Rei do Pedaço) contou para construir agora para Silicon Valley, promissora comédia que o HBO exibe às segundas-feiras, às 22h30 (disponível no site sob demanda HBOGo), e cujo lançamento foi eclipsado pelos retornos de Game of Thrones e Mad Men.

Judge sempre gostou de fazer graça com seus ex-companheiros, dizendo que eles faziam parte de um culto, mas que ninguém sabia em que acreditava. É justamente essa a piada recorrente que colocou na série, que gira ao redor de Richard Hendriks (Thomas Middleditch), um jovem programador que trabalha na empresa mais descolada da internet (uma clara referência ao Google) e mora numa incubadora com colegas nerds que desenvolvem aplicativos.

Nesse contexto, Hendriks deveria estar no topo do mundo. Deveria, mas não está. Ele enxerga as falsas filosofias desse mundo “.com” em que todos são felizes, descolados e bem-sucedidos. É aqui que Judge se entrega a seu sarcasmo sempre sagaz, ao satirizar a supervalorização dos programadores e criadores de aplicativos, que nos Estados Unidos são como celebridades, com direito até a assistentes e empresários.

Hendriks rejeita isso tudo, e só pensa em desenvolver uma espécie de rede social de música à qual ninguém dá muita atenção. Ele deveria focar, dizem, em algo realmente revolucionário, como seu colega que lançou um localizador de mulheres. O que não se esperava é que o moço tropeçasse num achado que pode revolucionar a economia mundial: um algoritmo superveloz para a compressão de arquivos. Eis o seu dilema: vender seu achado àqueles que despreza e ficar rico na hora ou seguir com ele e reconstruir com as próprias mãos o Vale do Silício?

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Mais do que tudo, o que a série retrata é uma geração desiludida com o conhecimento e inebriada pelo virtual. Um desses pseudovisionários, por exemplo, dá palestras pregando que os jovens deixem a faculdade e construam seus caminhos. A única cultura a ser retida é a tecnológica, pois tudo é mais brilhante do lado de lá da internet.

Sempre em tom de autocomiseração, o protagonista desconstrói essa visão de mundo e os homens que ajudaram a construí-la, como Steve Jobs, o cofundador da Apple (“Ele era uma farsa, nem sabia escrever código”), sem deixar barato para aqueles que a consomem sem muito senso crítico.

Aqui, multiplicam-se referências nerds e cults, mas a grande sabedoria da produção é traduzir esse universo para o espectador leigo sem esquecer aqueles que o vivem em seu dia a dia, como os personagens. São incontáveis as referências a e as piadas internas com a engenharia da programação, a cultura nerd, e o mundo virtual. Mas não é preciso ser especialista em nada disso para rir com eles.

Nesse sentido, Judge mostra ser um nome a ser observado de perto: a série pouco lembra o humor juvenil e por vezes escatológico dos irmãos adolescentes de Beavis and Butt-head.
Nada disso. Silicon Valley traz um humor mais próximo de seu clássico cult Como Enlouquecer Seu Chefe e, por isso, é uma das melhores comédias da safra atual.

 

fonte: Estadão

Sequência de Magic Mike 2, com Channing Tatum, já tem data de estreia

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A sequência de Magic Mike está sendo mantida em sigilo, mas, aos poucos, começam a pipocar informações sobre o novo projeto de Channing Tatum. A novidade agora é quanto à data de estreia. O filme, que será distribuído pela Warner, será lançado em 3 de julho de 2015 e vai concorrer diretamente com Genesis: Terminator, da Paramount, estrelado por Arnold Schwarzenegger, que chega às telas americanas dois dias antes.

A continuação não vai levar o número 2 no título. Será Magic Mike XXL e, por enquanto, estão confirmados os nomes de Channing Tatum e Matthew McConaughey. Como a história do original foi inspirada na vida de stripper de Tatum, o próprio está escrevendo o roteiro em parceria com Reid Carolin. O astro até postou uma foto, em fevereiro, em sua conta no Twitter, dizendo que estava dando início ao trabalho.

Steven Soderbergh, que dirigiu o primeiro longa-metragem, vai passar o bastão para seu assistente, Greg Jacobs. Custou 7 milhões de dólares e rendeu mais de 167 milhões no mundo.

“Eu nunca fui um bom James Bond”, declara Pierce Brosnan

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Um pouco longe dos holofotes desde que abandonou a franquia 007, Pierce Brosnan decidiu se abrir ao jornal Daily Telegraph na ocasião do seu 60º aniversário.
O ator revelou que não tem muito orgulho de ter interpretado o famoso agente James Bond. “Eu nunca fui muito bom”, confessa. Brosnan também não gostou dos filmes que interpretou, incluindo 007 Contra Goldeneye (1995), 007 – O Amanhã Nunca Morre (1997), 007 – O Mundo Não é o Bastante (1999) e 007 – Um Novo Dia Para Morrer (2002):

“Eu me senti preso na lacuna entre Roger [Moore] e Sean [Connery]… Foi muito difícil compreender o significado do personagem. A violência nunca era real, a força bruta dos homens nunca era palpável. Era bastante inofensivo, e a caracterização não dava a impressão de realidade, era superficial. Mas isso pode ter a ver com as minhas próprias inseguranças para interpretar o personagem”.

Brosnan junta-se assim a diversos atores que afirmam não gostarem dos próprios filmes. Mas estas são águas passadas, e o ator já possui diversos projetos novos no cinema, incluindo a comédia de ação Um Plano Brilhante, a comédia dramática Uma Longa Queda e o filme de ação November Man. Quanto aos rumores de que estaria no próximo Os Mercenários, ele confirma que conversou com o produtor da série, mas não assinou nenhum contrato.
No entanto, Brosnan ressalta: “Se fizerem uma versão feminina de Os Mercenários, eu quero participar!”.

Já a franquia 007 continua a todo vapor, com Daniel Craig no papel de James Bond.
Após o sucesso absoluto de 007 – Operação Skyfall, Craig vai interpretar o personagem mais uma vez no ainda inédito Bond 24.

fonte: AdoroCinema

Channing Tatum deve interpretar mutante de ‘X-Men’

 

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O ator Hugh Jackman até indicou Channing Tatum (‘Magic Mike’) para assumir seu lugar como Wolverine, mas parece que ele vai interpretar outro mutante em ‘X-Men: Apocalypse’, terceiro longa da nova franquia dirigida por Bryan Singer.

Hugh Jackman indica Channing Tatum para substituí-lo como Wolverine
O ator disse em entrevsita durante o MTV Movie Awards que se encontrou com a produtora Lauren Shuler Donner para negociar sua participação no papel de Gambit, um exímio jogador de pôquer capaz de manipular energia cinética.
No começo do ano Lauren chegou a revelar em entrevista que gostaria de fazer um filme só para o personagem: “Eu sei que ele topa, agora só falta convencer o estúdio, mas quem consegue resistir a Channing Tatum?”.
Tatum seria o segundo ator a assumir o papel, já que Taylor Kitsch (John Carter: Entre Dois Mundos) chegou a interpretar o mutante em ‘X-Men Origens: Wolverine’.

 

fonte: Monet 

Saiu o trailer final do novo ”X Men”

X-Men "Days of Future Past" poster -- exclusive EW.com image!

 

Dirigido por Bryan Singer e com elenco estelar, o longa que estreia no dia 22 de maio no Brasil.

 

Assista aqui:

Último livro da trilogia Divergente será transformado em 2 filmes

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O último livro da trilogia literária “Divergente”, intitulado “Convergente”, será dividido em dois filmes. A primeira parte estreará em 18 de março de 2016 nos EUA e a segunda em 24 de março de 2017. A informação é do site The Hollywood Reporter.

A notícia não chega a ser surpresa já que produtores de outras franquias adotaram essa estratégia, com grande retorno financeiro. Foi o caso de “Harry Potter e as Relíquias da Morte”, “A Saga Crepúsculo: Amanhecer” e o vindouro “Jogos Vorazes: A Esperança”, cujas duas partes estreiam no Brasil em 20 de novembro e 15 de novembro de 2015, respectivamente.

O longa “Divergente”, primeiro capítulo da agora quadrilogia, baseada na obra homônima de Veronica Roth, se passa em um futuro distópico no qual a sociedade é dividida em facções, com base em características humanas. Mas a jovem Tris (Shailene Woodley, de “Os Descendentes”) não se encaixa em nenhuma, revelando-se divergente.

A produção estreou há três semanas em vários países, com faturamento mundial de US$ 139 milhões.
Já no Brasil, a estreia acontece na quinta-feira (17/4). O próximo filme da franquia é “Insurgente”, previsto para 20 de março de 2015 nos EUA.