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Resenhas de filmes

image A filha do meu melhor amigo

Adam Brody merecia mais… 🙁 Leia nosso texto sobre o longa.

Eu não faço a menor ideia do que eu tô fazendo com a minha vida

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A COLUNISTA ASSISTIU AO FILME A CONVITE DA DISTRIBUIDORA.

Clara (a atriz e cantora Clarice Falcão) é uma menina que, como informa o título do longa, não sabe o que fazer com sua vida.
Ela tem um namorado pelo qual não parece ser muito apaixonada e cursa uma faculdade particular de Medicina que fica em um shopping. Muito confusa, a menina resolve matar aulas num boliche.
Assim ela conhece Guilherme (Rodrigo Pandolfo), um rapaz que a ajuda a descobrir qual é o seu talento e o que realmente quer da vida. Usando métodos diferenciados, os dois embarcam em diversas aventuras.

Clara mora com seu pai (Nelson Freitas) e sua mãe (Bianca Byington), que eram divorciados mas resolveram voltar a viver juntos.
Toda a sua família trabalha na área médica, e ela se sente pressionada para seguir a mesma carreira.
Enquanto tenta dar um rumo em sua vida, ela conversa com cada um de seus tios para tentar entendê-los, e de, alguma forma, entender a si mesma. Então entram em cena os ótimos Alexandre Nero, Gregório Duvivier, Kiko Mascarenhas e Augusto Madeira, enquanto Daniel Filho atua como seu avô.

O menino prodígio do cinema Matheus Souza (do excelente ‘Apenas o Fim’) assina o roteiro e cuida da direção do longa.
Com uma história fofa e uma personagem indie, conectada e consumista, Matheus dá seu recado de forma direta, mas ao mesmo tempo suave – e sem precisar gastar rios de dinheiro (o custo total do longa foi de aproximadamente 20 mil reais).
Adolescentes e fãs do cinema nacional vão se identificar com o drama da personagem principal, que parece ter sido feita para Clarice.

 

Cotação: Bom

O Hobbit: A Desolação de Smaug

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A COLUNISTA ASSISTIU AO FILME A CONVITE DA DISTRIBUIDORA.

Continuação de ‘O Hobbit’, que estreou nos cinemas em dezembro de 2012, ‘O Hobbit  – A Desolação de Smaug’ mostra a saga de Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) e os anões Nori, Fili, Dori, Bofur, Gloin,  Dwalin, Thorin Escudo de Carvalho, Oin, Bombur, Bifur, Ori e Kili, que precisam recuperar a pedra Arken.

O grande problema é que a pedra está sendo guardada pelo temido dragão Smaug na Montanha Solitária. Para isso, eles deverão invadir o local e roubar a preciosidade.
Os aventureiros pensam que poderão contar com a ajuda de Gandalf, o Cinzento (Ian McKellen),mas ele parte sozinho logo no início da trama.Então, eles são liderados por Thorin, que se mostra um excelente estrategista.

A trama é bem ágil e surpreendente. A cada cena, uma novidade: os pequenos precisam fugir de Orcs e elfos; são jogados dentro de barris de vinho e enfrentam águas nem um pouco pacíficas e depois precisam confiar em um barqueiro, Bard (Luke Evans), que desconfia das reais intenções do grupo.

O dragão Smaug (voz de Benedict Cumberbatch) demora a entrar em cena, mas quando aparece, dá um show.
O sotaque incrível do ator transfere o grau de cinismo ideal ao personagem, maldoso, esperto e muito, muito vingativo.

Em quase 3 horas, o filme, que é um dos melhores do ano, indica que Peter Jackson está no caminho certo.
Depois de dirigir o excelente ‘Um olhar do paraíso’ e produzir ‘Distrito 9’, o neo zeolandês conseguiu manter o alto nível de trabalho, comandando um elenco enorme e muitas cenas de ação.
Duas das grandes surpresas da trama são os personagens Legolas (Orlando Bloom) e Tauriel (Evangeline Lilly).
Quem esperava pequenas ‘pontas de luxo’ por parte dos atores irá gostar bastante da trama envolvendo os dois.
Embora algumas cenas sejam extremamente longas, o filme agrada e promete o que cumpre: entretenimento de boa qualidade para as férias.

Cotação: Muito bom
Ideal para: pessoas que querem se divertir; fãs de Tolkien; pessoas que assistiram o primeiro filme da saga; pais com filhos maiores de 10 anos

image Como não perder essa mulher

Filme tem Juliane Moore no elenco. Confira!

image Carrie

A jovem Carrie White sofre bullying na escola e irá se vingar…

Azul é a cor mais quente

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A COLUNISTA ASSISTIU AO FILME A CONVITE DA DISTRIBUIDORA.

 

Cercado de polêmicas, ‘Azul é a cor mais quente’ é um filme interessante.
A trama mostra a vida da jovem Adèle (a francesa Adèle Exarchopoulos). Adèle tem 17 anos no início da trama  e após algumas decepções amorosas se encanta com a jovem Emma (Léa Seydoux). Elas iniciam, então, um relacionamento que irá mudar para sempre a vida de Adèle.

Emma é mais velha, se veste como um menino, estuda Belas Artes, é bem resolvida em relação a sua sexualidade, enquanto Adèle é só uma menina que quer ser professora, estuda Literatura no colégio e está amadurecendo em relação a seus sentimentos.
Emma termina com sua namorada de quase 2 anos para ficar com Adèle, porém, o relacionamento delas não é o mais tranquilo do mundo.

O amor existente entre as duas, embora possa não parecer em alguns momentos, é verdadeiro. A trama então nos leva para uma outra direção, mostrando as dificuldades, os erros, as dúvidas, as brigas, o ciúme e outros sentimentos que podem ser problemáticos para um relacionamento. Tudo isso é mostrado através de Adèle e suas (muitas) cenas de choro.

As cenas de sexo são longas e um tanto desnecessárias. A passagem de tempo não é clara (só descobrimos em quanto tempo se passou a história no fim do filme). Mesmo assim, as atrizes Adèle e Emma são incríveis juntas.
Além de lindas, suas personagens são completamente opostas, o que faz com que o espectador entre nos universos de cada uma, se apegando e torcendo por um final bacana.

A diferença de quase 10 anos entre as atrizes não é problema. Léa parece uma adolescente quando aparece com seus cabelos repicados e azuis. Ela é muito carismática e ilumina a tela.
Baseado na HQ  “Le Bleu est une couleur chaude”, de Julie Maroh, o filme foi dirigido pelo tunisiano Abdellatif Kechiche.

 

Cotação: Bom

*Leia mais uma resenha clicando aqui.

 

image Jogos Vorazes – Em Chamas

O 2º filme da franquia Jogos Vorazes chega primeiro ao Brasil e mostra amadurecimento em relação ao primeiro filme. Leia a crítica completa aqui!

Thor – O Mundo Sombrio

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A história começa com uma narrativa do passado que mostra Bor, avô de Thor, enfrentando um exército do mal liderado pelo temível Malekith (Christopher Eccleston).
Durante um fenômeno cósmico onde os Nove Reinos ficariam alinhados, o vilão pretendia absorver uma força da natureza conhecida como Éter e, com ele, trazer a escuridão ao universo.
Bor consegue derrotar os Elfos Negros e para garantir a paz nos Nove Reinos, o pai de Odin esconde o Éter em um local secreto.

De volta ao presente, chegamos a Asgard, onde Loki, o vilão, está preso. Ele está sendo levado à presença de Odin para ser julgado pelos seus crimes contra os Nove Reinos. Loki é condenado a passar a eternidade preso em uma cela. 

Enquanto isso, Thor (Chris Hemsworth) e seus amigos  travam diversas batalhas nos mundos dos Nove Reinos para trazer a paz, perdida depois das consequências dos atos de Loki. Em Londres, Jane Foster (Natalie Portman) tenta levar uma vida normal desde a invasão a Nova Iorque – ela está frustrada por que Thor esteve perto dela mas não a procurou mais.
O professor Selvig (Stellan Skarsgård), que apareceu no primeiro filme da franquia, enlouqueceu e foi preso.

De repente, estranhos fenômenos físicos começam a surgir, como gravidade anulando o peso de veículos e estranhos micro-portais por onde objetos desaparecem. Acidentalmente, Jane termina atravessando um desses portais e encontra o que não devia.
Malekith desperta de seu sono retoma o seu plano de trazer a escuridão e assim, poder se vingar dos asgardianos.
Para deter o vilão e salvar a Terra, Thor precisará da ajuda do traiçoeiro Loki.

 Asgard é apresentada com toda sua imponência e uma riqueza de detalhes que impressiona. Além disso, há um equilíbrio entre os eventos passados na Terra e em Asgard e todos tem sua importância.
O filme é interessante, diverte e conta com boas sacadas. Tom Hiddleston impressiona mais uma vez como Loki.
A fotografia ficou por conta de Kramer Morgenthau, que  já trabalhou nas séries ‘Game of Thrones’ e ‘Boardwalk Empire’. Os figurinos foram elaborados pela ótima Wendy Partridge (‘Hellboy’, ‘Anjos da Noite’). 
A direção do ganhador do Emmy Alan Taylor, que trabalhou nas séries ‘Sex and the City’ e ‘Família Soprano’, é boa.
Cotação: Muito bom

Meu Passado me Condena – O Filme

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A COLUNISTA ASSISTIU AO FILME A CONVITE DA DISTRIBUIDORA.

Derivado da série de TV de mesmo nome, ‘Meu Passado me Condena – O Filme’ conta a história do casal Fábio (Fábio Porchat) e Miá (Miá Mello), dois jovens que se casam um mês depois de terem se conhecido.

Eles vão para a Europa a bordo de um cruzeiro.
Em sua viagem romântica, que tinha tudo para ser perfeita e inesquecível, o casal precisa lidar com as diferenças e com o ciúme que sentem um do outro, pois seus ex namorados Beto (Alejandro Claveaux) e Laura (Juliana Didone), que são casados, também estão no navio.

As confusões dos ex casais vão ficar ainda piores com a chegada de Cabeça (Rafael Queiroga, ex comediante da ‘MTV’), um amigo de infância de Fábio.
No navio para infernizar a vida do casal (e faturar em cima da infelicidade alheia) também estão os engraçados Wilson (Marcelo Valle) e Suzana (Inez Viana), que trabalham no cruzeiro.

A trama é bacana, romântica e divertida.
Fábio Porchat, como sempre, está incrível. Sua parceria com Queiroga rende boas piadas.
Miá e Fábio convencem como casal problemático e apaixonado.
A diretora Julia Rezende fez um bom trabalho, dirigindo uma trama leve e com poucos personagens.
‘Meu Passado me Condena – O Filme’ foi o primeiro filme brasileiro rodado inteiramente dentro de um cruzeiro real.
O navio partiu do Rio de Janeiro e esteve também em Ilhéus, Salvador, Recife, Maceió, Fortaleza, Marrocos e Itália.
Cotação: Bom

Ideal para: pessoas que querem se divertir; fãs de Fábio Porchat


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image É o Fim!

O mundo está acabando e um grupo de atores de cinema precisa sobreviver