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Resenhas de filmes

image Como não perder essa mulher

Filme tem Juliane Moore no elenco. Confira!

image Carrie

A jovem Carrie White sofre bullying na escola e irá se vingar…

Azul é a cor mais quente

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A COLUNISTA ASSISTIU AO FILME A CONVITE DA DISTRIBUIDORA.

 

Cercado de polêmicas, ‘Azul é a cor mais quente’ é um filme interessante.
A trama mostra a vida da jovem Adèle (a francesa Adèle Exarchopoulos). Adèle tem 17 anos no início da trama  e após algumas decepções amorosas se encanta com a jovem Emma (Léa Seydoux). Elas iniciam, então, um relacionamento que irá mudar para sempre a vida de Adèle.

Emma é mais velha, se veste como um menino, estuda Belas Artes, é bem resolvida em relação a sua sexualidade, enquanto Adèle é só uma menina que quer ser professora, estuda Literatura no colégio e está amadurecendo em relação a seus sentimentos.
Emma termina com sua namorada de quase 2 anos para ficar com Adèle, porém, o relacionamento delas não é o mais tranquilo do mundo.

O amor existente entre as duas, embora possa não parecer em alguns momentos, é verdadeiro. A trama então nos leva para uma outra direção, mostrando as dificuldades, os erros, as dúvidas, as brigas, o ciúme e outros sentimentos que podem ser problemáticos para um relacionamento. Tudo isso é mostrado através de Adèle e suas (muitas) cenas de choro.

As cenas de sexo são longas e um tanto desnecessárias. A passagem de tempo não é clara (só descobrimos em quanto tempo se passou a história no fim do filme). Mesmo assim, as atrizes Adèle e Emma são incríveis juntas.
Além de lindas, suas personagens são completamente opostas, o que faz com que o espectador entre nos universos de cada uma, se apegando e torcendo por um final bacana.

A diferença de quase 10 anos entre as atrizes não é problema. Léa parece uma adolescente quando aparece com seus cabelos repicados e azuis. Ela é muito carismática e ilumina a tela.
Baseado na HQ  “Le Bleu est une couleur chaude”, de Julie Maroh, o filme foi dirigido pelo tunisiano Abdellatif Kechiche.

 

Cotação: Bom

*Leia mais uma resenha clicando aqui.

 

image Jogos Vorazes – Em Chamas

O 2º filme da franquia Jogos Vorazes chega primeiro ao Brasil e mostra amadurecimento em relação ao primeiro filme. Leia a crítica completa aqui!

Thor – O Mundo Sombrio

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A história começa com uma narrativa do passado que mostra Bor, avô de Thor, enfrentando um exército do mal liderado pelo temível Malekith (Christopher Eccleston).
Durante um fenômeno cósmico onde os Nove Reinos ficariam alinhados, o vilão pretendia absorver uma força da natureza conhecida como Éter e, com ele, trazer a escuridão ao universo.
Bor consegue derrotar os Elfos Negros e para garantir a paz nos Nove Reinos, o pai de Odin esconde o Éter em um local secreto.

De volta ao presente, chegamos a Asgard, onde Loki, o vilão, está preso. Ele está sendo levado à presença de Odin para ser julgado pelos seus crimes contra os Nove Reinos. Loki é condenado a passar a eternidade preso em uma cela. 

Enquanto isso, Thor (Chris Hemsworth) e seus amigos  travam diversas batalhas nos mundos dos Nove Reinos para trazer a paz, perdida depois das consequências dos atos de Loki. Em Londres, Jane Foster (Natalie Portman) tenta levar uma vida normal desde a invasão a Nova Iorque – ela está frustrada por que Thor esteve perto dela mas não a procurou mais.
O professor Selvig (Stellan Skarsgård), que apareceu no primeiro filme da franquia, enlouqueceu e foi preso.

De repente, estranhos fenômenos físicos começam a surgir, como gravidade anulando o peso de veículos e estranhos micro-portais por onde objetos desaparecem. Acidentalmente, Jane termina atravessando um desses portais e encontra o que não devia.
Malekith desperta de seu sono retoma o seu plano de trazer a escuridão e assim, poder se vingar dos asgardianos.
Para deter o vilão e salvar a Terra, Thor precisará da ajuda do traiçoeiro Loki.

 Asgard é apresentada com toda sua imponência e uma riqueza de detalhes que impressiona. Além disso, há um equilíbrio entre os eventos passados na Terra e em Asgard e todos tem sua importância.
O filme é interessante, diverte e conta com boas sacadas. Tom Hiddleston impressiona mais uma vez como Loki.
A fotografia ficou por conta de Kramer Morgenthau, que  já trabalhou nas séries ‘Game of Thrones’ e ‘Boardwalk Empire’. Os figurinos foram elaborados pela ótima Wendy Partridge (‘Hellboy’, ‘Anjos da Noite’). 
A direção do ganhador do Emmy Alan Taylor, que trabalhou nas séries ‘Sex and the City’ e ‘Família Soprano’, é boa.
Cotação: Muito bom

Meu Passado me Condena – O Filme

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A COLUNISTA ASSISTIU AO FILME A CONVITE DA DISTRIBUIDORA.

Derivado da série de TV de mesmo nome, ‘Meu Passado me Condena – O Filme’ conta a história do casal Fábio (Fábio Porchat) e Miá (Miá Mello), dois jovens que se casam um mês depois de terem se conhecido.

Eles vão para a Europa a bordo de um cruzeiro.
Em sua viagem romântica, que tinha tudo para ser perfeita e inesquecível, o casal precisa lidar com as diferenças e com o ciúme que sentem um do outro, pois seus ex namorados Beto (Alejandro Claveaux) e Laura (Juliana Didone), que são casados, também estão no navio.

As confusões dos ex casais vão ficar ainda piores com a chegada de Cabeça (Rafael Queiroga, ex comediante da ‘MTV’), um amigo de infância de Fábio.
No navio para infernizar a vida do casal (e faturar em cima da infelicidade alheia) também estão os engraçados Wilson (Marcelo Valle) e Suzana (Inez Viana), que trabalham no cruzeiro.

A trama é bacana, romântica e divertida.
Fábio Porchat, como sempre, está incrível. Sua parceria com Queiroga rende boas piadas.
Miá e Fábio convencem como casal problemático e apaixonado.
A diretora Julia Rezende fez um bom trabalho, dirigindo uma trama leve e com poucos personagens.
‘Meu Passado me Condena – O Filme’ foi o primeiro filme brasileiro rodado inteiramente dentro de um cruzeiro real.
O navio partiu do Rio de Janeiro e esteve também em Ilhéus, Salvador, Recife, Maceió, Fortaleza, Marrocos e Itália.
Cotação: Bom

Ideal para: pessoas que querem se divertir; fãs de Fábio Porchat


*Leia mais resenhas clicando aqui e aqui.

image É o Fim!

O mundo está acabando e um grupo de atores de cinema precisa sobreviver

Kick Ass 2

Kick Ass 2

 A COLUNISTA ASSISTIU AO FILME A CONVITE DA DISTRIBUIDORA.

Mais ágil. Mais forte. Mais violento.
O super herói mais bizarro dos últimos tempos está de volta – melhor do que nunca!

Na segunda parte das aventuras de David Lizewski (Aaron Taylor-Johnson), seus atos insanos do passado inspiraram diversas pessoas a saírem nas ruas fantasiadas e usando codinomes para combater o crime.
Porém, após presenciar diversas mortes, ele abandonou a fantasia de Kick Ass e está tentando se formar no colégio e levar uma vida normal.

A adolescente Mindy (Chloë Moretz, maravilhosa) segue sua rotina de treino e combate o crime escondida de seu tutor Marcus (Morris Chestnut). David, disposto a voltar a combater o crime, convoca Mindy para ser sua treinadora e assim ganhar força e habilidade.
Marcus descobre que Mindy está sendo desobediente e a coloca de castigo – e isso inclui participar de uma festa do pijama na casa de uma patricinha da escola.

Enquanto tenta convencer Mindy a voltar ao combate, David conhece outro super herói, que logo se torna seu amigo: o publicitário Dr. Gravidade (Donald Faison, da série ‘Scrubs’).
Dr. Gravidade apresenta David a seu grupo de amigos super heróis: Homem Inseto (Robert Emms), Night Bitch (Lindy Booth) e Battle Guy (Clark Duke), que são chefiados pelo maluco Coronel Estrelas e Listras (Jim Carrey).

Porém, nem tudo é felicidade na vida dos combatentes: o malvadinho Chris D’Amico (Christopher Mintz-Plasse) está disposto a usar todo o dinheiro de seu pai, falecido no primeiro filme, para acabar com a vida de Kick Ass e seu grupo.
Com a ajuda de seu empregado (e única família que lhe restou) Javier (John Leguizamo), ele convoca uma gangue da pesada: a lutadora Mother Russia (Olga Kurkulina), Black Death (Daniel Kaluuya), The Tumor (Andy Nyman) e Genghis Carnage (Tom Wu).

Chris D’Amico agora atende por um nome ainda mais bizarro do que no primeiro filme: The Motherfucker.
As cenas de luta são sensacionais.
Os atores estão bem preparados e o trio principal (Chloë, Aaron e Christopher) dá um show. São jovens e atuam bem.
Os diálogos, bem construídos, são obra do roteirista Jeff Wadlow (‘Cry Wolf’).
Momentos engraçados são intercalados com cenas de emoção, principalmente quando Mindy se lembra de seu pai.

Se você é do tipo que se apega a personagens, cuidado: nesse filme, qualquer um pode morrer a qualquer momento.

 

Cotação: Muito bom

Ideal para: fãs do primeiro filme, fãs da HQ, pessoas que querem se divertir

 

 

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