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TV e Séries

As 38 séries mais assistidas da televisão
The Big Bang Theory lidera o ranking de séries mais assistidas

The Big Bang Theory lidera o ranking de séries mais assistidas

O Brasil sofre de um mal terrível, a dependência da audiência norte americana. Por causa dessa audiência, muitas séries que eram aclamadas pelo público telespectador brasileiro, ávido por séries produzidas nos “states”, tiveram seus seriados favoritos cancelados, porque lá as espectativas não foram assim tão boas.

Por isso, para acalmar os corações de algumas pessoas (ou não) confiram essa lista com as séries mais assistidas – consequentemente, bem recebidas – na TV norte americana. Confiram a lista:

1. The Big Bang Theory, CBS (19.9 milhões)

2. NCIS, CBS (19.7 milhões)

3. NCIS: LA, CBS (16 milhões)

4. The Blacklist, NBC (14.9 milhões)

5. Person of Interest, CBS (14 milhões)

6. Blue Bloods, CBS (13.6 milhões)

7. Resurrection, ABC (12.9 milhões)

8. Criminal Minds, CBS (12.6 milhões)

9. Castle, ABC (12.6 milhões)

10. Grey’s Anatomy, ABC (12.12 milhões)

11. Scandal, ABC (11.99 milhões)

12. CSI, CBS (11.8 milhões)

13. Modern Family, ABC (11.79 millhões)

14. Elementary, CBS (11.74 milhões)

15. Hawaii Five-0, CBS (11.66 milhões)

16. The Good Wife, CBS (11.42 milhões)

17. The Millers, CBS (11.37 milhões)

18. Survivor, CBS (11.30 milhões)

19. The Mentalist, CBS (11.2 milhões)

20. Two and a Half Men, CBS (10.6 milhões)

21. How I Met Your Mother, CBS (10.5 milhões)

22. Intelligence, CBS (10.1 milhões)

23. The Crazy Ones, CBS (9.8 milhões)

24. Chicago Fire, NBC (9.7 milhões)

25. The Bachelor, ABC (9.5 milhões)

26. Mike & Molly, CBS (9.5 milhões)

27. Once Upon a Time, ABC (9.3 milhões)

28. Unforgettable, CBS (9.0 milhões)

29. Sleepy Hollow, FOX (9.0 milhões)

30. 2 Broke Girls, CBS (8.9 milhões)

31. Bones, FOX (8.5 milhões)

32. Revenge, ABC (8.4 milhões)

33. Mom, CBS (8.3 milhões)

34. Marvel’s Agents of SHIELD, ABC (8.3 milhões)

35. The Middle, ABC (8.2 milhões)

36. The Following, FOX (8.2 milhões)

37. Law & Order: SVU, NBC (8.1 milhões)

38. Almost Human, FOX (8.1 milhões)

 

Lembrando que essas séries têm a probabilidade de não serem canceladas tão cedo, ou de terem suas temporadas renovadas. Boa notícia, não?

ABC renova mais 9 séries

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Na noite do dia 8 desse mês (maio), a ABC lançou um comunicado informando quais as séries tiveram suas temporadas renovadas.

Elas foram:  Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. e  Resurrection, ambas segunda temporada. Castle, sétima temporada. Grey’s Anatomy, décima primeira temporada. Once Upon a Time, Scandal e Revenge, todas com a quarta temporada confirmada. Modern Family, sexta temporada. A série The Goldbergs também foi renovada.

Essa sexta, a ABC pode revelar o futuro de outras séries do canal. Então fiquem ligados no +Séries.

Fonte

‘Silicon Valley’ é uma das melhores comédias da safra atual

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Quando se mudou para o Vale do Silício com a namorada em 1987, Mike Judge tinha 25 anos, um diploma em física e muitos ideais. Bastou ele entrar para uma startup, que, em apenas dois meses e meio, viu seus ideais serem destruídos um a um. Ainda bem. Foi graças a essa experiência traumática na empresa iniciante de tecnologia que ele acabaria virando músico. E, depois, compraria a câmera de 16 mm com que faria os curtas de animação que deram origem a Beavis e Butt-head, em 1992.

A experiência (que renderia também para outras cultuadas animações dos anos 1990, como a vencedora do Emmy O Rei do Pedaço) contou para construir agora para Silicon Valley, promissora comédia que o HBO exibe às segundas-feiras, às 22h30 (disponível no site sob demanda HBOGo), e cujo lançamento foi eclipsado pelos retornos de Game of Thrones e Mad Men.

Judge sempre gostou de fazer graça com seus ex-companheiros, dizendo que eles faziam parte de um culto, mas que ninguém sabia em que acreditava. É justamente essa a piada recorrente que colocou na série, que gira ao redor de Richard Hendriks (Thomas Middleditch), um jovem programador que trabalha na empresa mais descolada da internet (uma clara referência ao Google) e mora numa incubadora com colegas nerds que desenvolvem aplicativos.

Nesse contexto, Hendriks deveria estar no topo do mundo. Deveria, mas não está. Ele enxerga as falsas filosofias desse mundo “.com” em que todos são felizes, descolados e bem-sucedidos. É aqui que Judge se entrega a seu sarcasmo sempre sagaz, ao satirizar a supervalorização dos programadores e criadores de aplicativos, que nos Estados Unidos são como celebridades, com direito até a assistentes e empresários.

Hendriks rejeita isso tudo, e só pensa em desenvolver uma espécie de rede social de música à qual ninguém dá muita atenção. Ele deveria focar, dizem, em algo realmente revolucionário, como seu colega que lançou um localizador de mulheres. O que não se esperava é que o moço tropeçasse num achado que pode revolucionar a economia mundial: um algoritmo superveloz para a compressão de arquivos. Eis o seu dilema: vender seu achado àqueles que despreza e ficar rico na hora ou seguir com ele e reconstruir com as próprias mãos o Vale do Silício?

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Mais do que tudo, o que a série retrata é uma geração desiludida com o conhecimento e inebriada pelo virtual. Um desses pseudovisionários, por exemplo, dá palestras pregando que os jovens deixem a faculdade e construam seus caminhos. A única cultura a ser retida é a tecnológica, pois tudo é mais brilhante do lado de lá da internet.

Sempre em tom de autocomiseração, o protagonista desconstrói essa visão de mundo e os homens que ajudaram a construí-la, como Steve Jobs, o cofundador da Apple (“Ele era uma farsa, nem sabia escrever código”), sem deixar barato para aqueles que a consomem sem muito senso crítico.

Aqui, multiplicam-se referências nerds e cults, mas a grande sabedoria da produção é traduzir esse universo para o espectador leigo sem esquecer aqueles que o vivem em seu dia a dia, como os personagens. São incontáveis as referências a e as piadas internas com a engenharia da programação, a cultura nerd, e o mundo virtual. Mas não é preciso ser especialista em nada disso para rir com eles.

Nesse sentido, Judge mostra ser um nome a ser observado de perto: a série pouco lembra o humor juvenil e por vezes escatológico dos irmãos adolescentes de Beavis and Butt-head.
Nada disso. Silicon Valley traz um humor mais próximo de seu clássico cult Como Enlouquecer Seu Chefe e, por isso, é uma das melhores comédias da safra atual.

 

fonte: Estadão

Paramount planeja séries de “O Exterminador do Futuro” e “O Show de Truman”

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O estúdio Paramount pretende aproveitar algumas de suas franquias cinematográficas no lançamento de sua divisão televisiva. A companhia está planejando a produção de várias séries, que serão disponibilizadas para a TV e a internet, duas das quais serão baseadas nos filmes “O Exterminador do Futuro” (1984) e “O Show de Truman” (1998).

Vale lembrar que “O Exterminador do Futuro” já foi transformado numa série em 2008, “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”, precocemente cancelada pelo canal Fox após duas temporadas.
Os planos ainda incluem duas produções originais: uma série inspirada no romance “O Alienista”, do escritor Caleb Carr, e outra na biografia do pioneiro da aviação americana Charles A. Lindbergh, escrita por Scott Berg.

“Estamos nos preparando para dar início aos trabalhos. Temos uma impressionante quantidade de recursos na Paramount TV para desenvolver novas ideias, assim como um acervo de títulos mais emblemáticos do estúdio”, disse Amy Powell, presidente da divisão televisiva da Paramount, em comunicado.
Powell está contratando vários executivos para sua equipe, entre eles Jason Fisher, que trabalhou no canal pago americano AMC, supervisionando a produção de séries como “The Walking Dead”, “Mad Men” e “Breaking Bad”.

O departamento de comédia será comandado por Jennifer Howell, que trabalhou no estúdio Fox em séries como “Bob’s Burgers” e “Allen Gregory”. Já o departamento de drama será liderado por Annette Savitch, codiretora da produtora indie Handsomecharlie Films, de propriedade da atriz Natalie Portman (“Thor: O Mundo Sombrio”).

 

 

fonte: Pipoca Moderna

Trilha sonora de Breaking Bad será lançada em vinil duplo

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Depois de chegar a alguns poucos lugares em uma edição limitada, a trilha sonora da série Breaking Bad ganhará um lançamento oficial e já está em pré-venda. A nova versão “soa muito mais próxima do que saiu do meu estúdio”, disse o compositor Dave Porter, responsável pela trilha da série.

“Estou contente em ter o Volume One da minha trilha sonora para Breaking Bad estejam disponíveis de uma forma tangível em vinil”, continuou ele, que compôs as músicas de todos os 62 episódios da série e a canção de abertura, em entrevista ao site da revista The Hollywood Reporter. “Animado em poder dividir esse lançamento com fãs da série entusiastas de discos que procuram por uma experiência muito melhor do que qualquer mp3 pode oferecer”.

Os discos em vinil trarão extras de encher os olhos daqueles que acompanharam a saga de Walter White, com capas internas coloridas, cartazes e encartes com notas e textos escritor por Dave Porter e pelo produtor e criador de Vince Gilligan.

No ano passado, Gillian revelou que estava criando o spin-off Better Call Saul, uma comédia que originalmente teria 30 minutos de duração – a equipe dele decidiu, depois, pelo formato de uma hora. “Obviamente, há um perigo inerente em se fazer um spin-off, mas eu amo tanto o Saul Goodman que uma parte de mim não quer dizer ‘não’ para este mundo.”

Better Call Saul será estrelada por Bob Odenkirk como o advogado canastrão Saul Goodman e estreia nos EUA em novembro, no canal norte-americano AMC.

Veja a lista de músicas:

1 – “Breaking Bad Main Title Theme”
2 – “Matches in the Pool”
3 – “Smoking Jesse’s Pot”
4 – “Gray Matter”
5 – “The Morning After”
6 – “Three Days Out”
7 – “Vent”
8 – “Baby’s Coming”
9 – “Jane’s Demise”
10 – “The Cousins”
11 – “Hank in Pursuit”
12 – “The Long Walk Alone (Heisenberg’s Theme)”
13 – “Searching for Jesse”
14 – “Aztek”
15 – “Four Corners/Waiting for the End”
16 – “Jesse in Mexico”
17 – “Crawl Space”
18 – “Parking Garage Standoff”
19 – “Cleaning House”
20 – “Disassemble”

 

fonte: RS

House of Thrones?!

toastytv


E se ‘Game of Thrones’ e ‘House of Cards’ fossem uma mesma série?

Assista ao vídeo e veja a paródia que o grupo Toasty TV criou: