‘Ela foi tragada pela própria labareda’, afirma Andréia Horta sobre Elis Regina

Intensa. É assim que Andréia Horta descreve a icônica cantora brasileira Elis Regina, a quem dá vida nos cinemas a partir do dia 24 de novembro no filme “Elis”, de Hugo Prata. No vídeo, a protagonista deixa claro seu encantamento pelo legado da artista: “Ela tem voz das deusas do Olimpo, do fundo das águas, dos ventos. A voz dela é muito poderosa, traduz muitas energias fora do corpo humano”.

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ZéCarlos Machado, que vive Romeu, ressalta que a música era a maneira que a cantora encontrava para se expressar politicamente: “Ela somatizava todos os conflitos, os paradoxos, as alegrias, através da sua alma”. “Ela era um diamante”, completa o diretor Hugo Prata.

Vencedor de três Kikitos no 44º Festival de Gramado – melhor filme pelo júri popular, melhor atriz para Andréia Horta e melhor montagem para Tiago Feliciano -, o longa traz algumas das mais relevantes passagens da carreira e vida pessoal da gaúcha, como o primeiro contato com o boa praça Luiz Carlos Miéle e o charmoso Ronaldo Bôscoli; o rápido sucesso e amadurecimento musical; a parceria amorosa e artística com o pianista César Camargo Mariano, a maternidade e o fim da vida.

No elenco estão Lucio Mauro Filho, como Miéle; Caco Ciocler, como César Camargo Mariano; Julio Andrade, como o dzi croquette Lennie Dale; Gustavo Machado, como Ronaldo Bôscoli e Zécarlos Machado, como Romeu, pai de Elis. Em participações especiais destacam-se Rodrigo Pandolfo, como Nelson Motta e Isabel Wilker, como Nara Leão.
O filme foi rodado no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Paris entre agosto e setembro de 2015.

Editora-chefe do site e bacharel em Estudos de Mídia pela UFF, produz conteúdo para web desde 2012. Curiosa e apaixonada por cinema, escreve aqui em sua ''Coluna Clichê'' sobre os filmes que assiste no cinema e na TV. Também colabora com o blog ''CuteDrop''.

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