Lola

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Com um argumento fraco, ‘Lola’ é um filme-bomba.
Na trama, Miley Cyrus interpreta a personagem principal, uma adolescente chatinha que descobre que foi traída pelo namorado, Chad (George Finn).
Após uma série de conflitos desnecessários, ela acaba brigando também com sua mãe, Anne (Demi Moore). As duas, que sempre tiveram embates, agora vivem em pé de guerra e Anne está certa de que não deixará a filha viajar para Paris no fim do ano com sua turma da escola.
Ao mesmo, sua relação com o amigo Kyle (Douglas Booth) muda de figura: Lola está se apaixonando por ele.

O filme se arrasta com situações ridículas e forçadas – a gostosa que vai para a cama com o nerd; o pai ausente; fofoquinhas entre amigos; a menina que dá em cima de todo mundo; a mãe que fuma mas não quer que a filha fume – e é uma total perda de tempo.
A moral do filme, que é bastante questionável, também não convence.
A diretora Lisa Azuelos já fez trabalhos interessantes, porém, a história não ajuda. Seu trabalho anterior, ‘LOL – Rindo à Toa‘, de 2008, é a versão original (e francesa) de ‘Lola’.

Miley Cyrus não é uma atriz ruim – muito pelo contrário, é até bem competente. Porém, em ‘Lola’, é possível ver que mesmo atuações boas podem ser lamentavelmente conduzidas por conta de um roteiro ruim.

 

 

Cotação: Ruim

Ideal para: fãs de Miley Cyrus, que irão assistir tudo o que ela fizer

Editora-chefe do site e bacharel em Estudos de Mídia pela UFF, trabalha com redes sociais e produz conteúdo para web desde 2012.
Curiosa e apaixonada por cinema, escreve aqui em sua ”Coluna Clichê” sobre os filmes que assiste no cinema e na TV.

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