”Pacific Rim 2”: Del Toro diz que novo diretor é ”brilhante”

O diretor de “Círculo de Fogo”, Guillermo Del Toro, elogiou o responsável pela sequência, Steven S. DeKnight, pelo trabalho alcançado em “Círculo de Fogo 2” (“Pacific Rim: Uprising”). Segundo del Toro, o diretor é “brilhante”. O filme está atualmente em fase de produção e Del Toro é um dos produtores.

Em 2013, Del Toro liderou seu projeto “Círculo de Fogo”, uma ficção científica sobre pilotos de robôs gigantes em um futuro próximo que tentam salvar a Terra de uma destruição causada por criaturas colossais. O filme faturou mais de $400 milhões nas bilheterias mundo inteiro e o trabalho na sequência começou logo em seguida. Para o segundo filme, Del Toro deixou a direção e continuou no projeto como produtor.

O cineasta não foi apenas o cabeça por trás do primeiro “Círculo de Fogo”, como também escreveu o primeiro rascunho de roteiro para o segundo filme. Em um entrevista recente para o site Collider, Del Toro expressou seu entusiasmo com o que soube da visão de DeKnight para “Círculo de Fogo 2”.

“Foi uma grande escolha. Eu amo o que ele faz e o acho brilhante. Ele tomou para si. Eu não estou no pé dele dizendo ‘O que está fazendo?’. Ele está fazendo as coisas diferente e eu gosto disso. Quando eu produzo eu tento fazer do jeito que eu gostaria que fosse produzido. Eu digo para todos a quem produzo, ‘Se você precisar de mim, eu estarei aí 100% do tempo. Se não precisar, eu não estou. Você me mostra o corte e então começamos a interagir”, relatou. 

DeKnight conquistou sua reputação como um roteirista e showrunner dinâmico na televisão, após o sucesso em “Spartacus” e na primeira temporada de “Demolidor”, da Netflix. Ele conseguiu reunir um time de peso para “Círculo de Fogo 2”, liderado por John Boyega (“Star Wars: O Despertar da Força”). Del Toro já demonstrou estar empolgado com a produção e o processo:

“Está indo muito bem. Eu sempre revejo as filmagens do dia, vejo os cortes e teasers. Estão ótimos. O processo o deixa ter seu estilo, deixa-o ter a própria noção dos personagens. Eu escrevi um roteiro, desenvolvi dois ou três rascunhos dele. O que está no filme é diferente do que eu comecei a desenvolver e pra mim está OK. Um produtor fica no canto enquanto o diretor fica no ringue. O produtor não leva os socos, o diretor sim, então fico calado, espero no canto, troco a toalha e espero o diretor vir até mim.”, explicou. 

Editora-chefe do site e bacharel em Estudos de Mídia pela UFF, produz conteúdo para web desde 2012. Curiosa e apaixonada por cinema, escreve aqui em sua ''Coluna Clichê'' sobre os filmes que assiste no cinema e na TV. Também colabora com o blog ''CuteDrop''.

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