Sequência de “Mad Max: Estrada da Fúria” já tem nome definido

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Se a sequência do filme dependesse apenas das críticas, Mad Max já teria um novo filme anunciado. Porém, é preciso esperar a resposta do público nas bilheterias.

Em menos de uma semana de estreia, o filme já ganhou o celo de “certified fresh”, que atesta a qualidade indiscutível de um filme, no website norte-americano Rotten Tomatoes — uma espécie de compilador de críticas — com 98% de resenhas positivas. Se você não leu nossa crítica feita pelo Gabriel, clica logo!

Só que, financeiramente, o papo é outro. Custeado em, aproximadamente, US$200 milhões, o filme não teve o bombástico fim de semana de estreia que era esperado, ficando em segundo na lista de bilheterias dos EUA, e totalizando em torno de US$100 milhões, internacionalmente, em sua primeira semana nas telonas.

Por isso, se você quer ver o retorno de Max Rockatansky, Imperatriz Furiosa e as áridas planícies australianas pós-apocalípticas do diretor George Miller, é bom torcer pra que a arrecadação do longa suba. Até porque uma sequência está, sim, nos planos de Miller. E ela já tem nome:

Mad Max: The Wasteland

“Nós temos um roteiro e um romance”, contou o próprio Miller, em um podcast do norte-americano The Playlist. “Aconteceu porque, com os atrasos [de Estrada da Fúria] e a escrita de todas as histórias de fundo, tudo só expandiu”.

Mas o sucesso financeiro acaba servindo apenas como uma peça no enorme quebra-cabeças que uma sequência à Estrada da Fúria representa. O processo que levou à mais recente obra de arte de Miller foi trabalhoso pra toda a equipe, e houve tensão constante, no set, entre o diretor e seus dois protagonistas, Tom Hardy eCharlize Theron.

“Nós brigamos com a p*rr@ toda, sim. E em outros duas, ele [Hardy] e George [Miller] brigaram. Foi a isolação, e o fato de que estávamos presos em uma carroça durante toda a gravação. Nós gravamos um filme de guerra em um caminhão em movimento — tem muita pouca tela verde”, desabafou Charlize, para a Esquire. “Foi tipo uma viagem de família que nunca ia a lugar nenhum. Nós nunca chegávamos a lugar algum. Nós só dirigíamos. Nós dirigimos no nada, e isso é enlouquecedor — nós não tínhamos roteiro. Tom e eu somos atores que levam seu trabalho com muita seriedade. Nós dois queremos agradar os diretores com quem trabalhamos, e quando você não sabe se consegue cumprir isso, é um lugar assustador para se estar — e mais pro Tom do que pra mim, porque ele estava assumindo um papel icônico”.

Vamos torcer pra tudo dar certo e mais Mad Max venha por aí!

Influenciador digital, consultor de Cinema, TV e Web, crítico de cinema, editor de vídeos e revisor de textos.

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