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image ”Jack Reacher”: filme com Tom Cruise tem novo comercial

Jack Reacher: Sem Retorno chega aos cinemas esse ano.

Eu não sei como ela consegue

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Nesse filme,  Sarah Jessica Parker é Kate Reddy, que tem que desdobrar nas funções de mãe, esposa e funcionária exemplar, sofrendo cobranças e muito culpa por não conseguir ter tempo o suficiente.
Ela conta com a ajuda do marido (Greg Kinnear) para cuidar de duas crianças, tem uma melhor amiga, Alison (Christina Hendricks, de ‘Mad Men’) que é mãe solteira, tem uma assistente, Momo (a linda Olivia Munn) e, para fechar com chave de ouro, seu chefe, Clark (Kelsey Grammer), acha que ela é capacitada para assumir um posto mais alto no emprego, que fará com que ela trabalhe mais e fiquei menos tempo em casa.

Assim, com esse aumento de carga horária e um marido nada satisfeito, Kate viaja para conhecer um possível investidor, Jack Abelhammer (Pierce Brosnan), que é bonito, charmoso e ao longo do filme parece estar realmente interessado nela.
Algumas cenas do filme são realmente engraçadas, como por exemplo, quando Kate quer ficar bonita na cama enquanto espera seu marido antes de dormir e, depois de esperar bastante, acaba caindo no sono. Ou então quando envia uma mensagem pornográfica para Jack, mas que deveria ser para Alison.

Nesse filme, é um pouco difícil não pensar em Sarah Jessica como Carrie (da série ‘Sex and the City’, da HBO). Kate parece uma Carrie mais madura, casada, com filhos e responsável. A voz em off está lá, o figurino bonito também, o carisma da atriz, idem.
O marido interpretado por Kinnear fica um pouco de lado em certo ponto da história, mas seu final ao lado de Kate é convincente.

‘Eu não sei como ela consegue’ é um filme que retrata a condição da mulher que trabalha e que precisa de desdobrar em mil para conseguir dar conta de todos os afazeres do dia a dia, equilibrando os pratos sem descer do salto alto.

 

Cotação: Muito bom
Ideal para: pessoas que gostam de comédias românticas, fãs de Sarah Jessica Parker

Duro de Matar: Um bom dia para morrer

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Se você gosta de ação, tiros, explosões, sangue e muita adrenalina, ‘Duro de Matar – Um bom dia para Morrer’ é o filme ideal para você.
Na quinta parte da franquia, que se iniciou em 1988, o policial John McClane (Bruce Willis) tem que resgatar seu filho, Jack (o australiano Jai Courtney), que é acusado de ter cometido um assassinato na Rússia.
Ele sai de Nova York em busca do filho, que está fugindo do tribunal no momento em que John chega ao seu destino.

Nesse mesmo tribunal está Yuri Komorov (Sebastian Koch), parceiro de Jack e que diz ter um dossiê incriminador que pode acabar com a carreira do candidato Chagarin (Sergey Kolesnikov).
A filha de Komorov, Irina (Yuliya Snigir) também surge para ajudar o criminoso Chagarin a cometer seus atos de maldade.
Essa personagem, aliás, é responsável pela grande reviravolta da trama.

Bruce Willis continua ótimo nas cenas de ação e ainda faz biquinho na hora de atirar.
Jai Courtney ainda é cru, mas esse é seu segundo grande fime nos Estados Unidos (o outro foi ‘Jack Reacher’) e com o tempo ele deixará de ser só um rostinho bonito para se tornar um ator completo e versátil.

Cotação: Bom
Ideal para: fãs da franquia; pessoas que gostam de filmes de ação; fãs de Bruce Willis

 

 

Django Livre

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As primeiras cenas de ‘Django Livre’ são eletrizantes.
O Dr. King Schultz (Christoph Waltz, de ‘Bastardos Inglórios’), um dentista que se torna caçador de recompensas, mostra a que veio, conhece o escravo Django (Jamie Foxx, ‘Ray’) e o compra.
Assim começa a aventura dos dois amigos, numa jornada em busca de vingança.

Schultz é uma figura peculiar.
Mata sem a menor pena, e dá valiosas lições a Django, que o ajuda a capturar os impiedosos irmãos Brittle.
Quando a primeira parte da jornada termina, Django é liberto mas continua ao lado de Schultz, pois tem como objetivo principal encontrar e resgatar Broomhilda (Kerry Washington, ‘Ray’), sua esposa, que ele não vê desde que ela foi adquirida por outros proprietários, anos antes.

Nesse momento, entra em cena um inspirado Leonardo Di Caprio como Calvin Candie, dono da ‘Candyland’.
Também faz parte desse núcleo Stephen (Samuel L. Jackson), o escravo de confiança de Calvin, que é negro mas pensa e age como se fosse branco.
O novo filme de Quentin Tarantino é interessante, rápido e conta com ótimas sacadas.
Sem dúvida, um dos melhores trabalhos do diretor. As cenas com os escravos são incríveis e tristes.

O filme, que chegou aos cinemas brasileiros em dezembro de 2012, conta também com a participação de Franco Nero, ator do original ‘Django’, de 1966.

 

Cotação: Muito bom

Ideal para: fãs de western; fãs de Tarantino; fãs de Leonardo di Caprio

image Jack Reacher – O Último Tiro

Tom Cruise, ator norte americano que mede 1 metro e 70 centímetros de altura, em nada se parece com o Jack Reacher do livro de Lee Child, que é descrito como ‘gigante, com 1,98 de altura e pensando entre 100 e 115 quilos’. O filme ‘Jack Reacher – O Último Tiro’ é baseado no novo volume de uma série de 17 livros.

Nesse filme de ação, com direito a explosões, tiros, sangue e um vilão terrível interpretado com maestria pelo diretor alemão Werner Herzog (‘Nosferatu’), o ex combatente militar Jack Reacher (Cruise) precisa resolver um mistério: investigar a morte de cinco pessoas aparentemente inocentes e descobrir o que aconteceu de fato.

A bela advogada de defesa Helen Rodin (Rosamund Pike, de ‘Educação’) está disposta a ganhar a causa para seu cliente, e por isso insiste para que Jack seja o investigador do caso. Alex Rodin (Richard Jenkins, o pai de Justin Timberlake em ‘Amizade Colorida’ ) e Emerson (David Oyelowo) também estão no caso, embora não tenham muita confiança em Helen. Conforme vão entrando mais a fundo no caso, Helen e Jack descobrem que as coisas são mais complicadas do que parecem.
Pessoas inocentes, como a sem sal Sandy (Alexia Fast) começam a sofrer as consequências da investigação.
Destaque para a cena da perseguição na estrada, que termina de forma não convencional e divertida.
Com diálogos inteligentes e a fotografia precisa de Caleb Deschanel (‘A Paixão de Cristo’ e ‘O Patriota’), ‘Jack Reacher’ é o filme ideal para quem gosta de tiros, ação e um pouco de suspense.

 

Cotação: Muito bom

O Hobbit

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Um dos filmes mais esperados do ano de 2012, ‘O Hobbit’ chegou aos cinemas no dia 14 de dezembro e já vendeu 391 mil ingressos somente no Brasil.
Nesse filme, que teve a direção do experiente Peter Jackson (‘As Aventuras de Tintim’ e ‘Percy Jackson’), conhecemos a história que antecede ‘O Senhor Dos Anéis’, obra prima de Tolkien.

O pacato Bilbo Bolseiro (Martin Freeman, de ‘O Guia do Mochileiro das Galáxias’ e atualmente em ‘Sherlock’) leva uma vida feliz quando, repentinamente, o mago Gandalf, o Cinzento (Ian McKellen, maravilhoso como sempre) aparece e o convence a partir em uma aventura junto com Thorin Escudo de Carvalho (Richard Armitage) e mais doze anões (Fili, Kili, Óin, Glóin, Balin, Dwalin, Bifur, Bofur, Bombur, Ori, Nori e Dori) em busca do tesouro dos anões que fora saqueado por Smaug, o dragão.

Bilbo é nomeado o ‘ladrão’ do grupo e passa por várias situações tensas, como enfrentar orcs e trolls, enquanto luta por sua sobrevivência. Ele e a Companhia contam também com a ajuda de Galadriel (Cate Blanchet) e Saruman (Christopher Lee).

Uma das partes mais emblemáticas do longa se dá quando, perdido numa caverna escura e sem noção do que se passava fora dela, Bilbo encontra um anel, o Um, perto de um lago.
Conhecemos assim, a origem do personagem Gollum (Andy Serkis, em seu trabalho mais impressionante), que joga com Bilbo um jogo de adivinhas e, caso perca, será devorado por ele.
Bilbo acerta todas as charadas, descobre, num golpe de sorte, que o anel o deixa invisível e assim, sai vencedor do jogo.

As cenas finais do longa são de arrepiar, e fazendo uso de uma tecnologia cinematográfica nunca antes vista, Peter Jackson conta uma história encantadora, cheia de magia e mistérios, que agrada aos fãs de Tolkien e também aos não fãs.
A segunda parte, chamada ‘A Desolação de Smaug’, chega aos cinemas em dezembro de 2013.

 

Cotação: Muito bom
Ideal para: fãs da série, pessoas que gostam de filmes de aventura/fantasia

As Aventuras de Pi

‘Surreal’ é a melhor palavra para definir ‘As Aventuras de Pi’.
O filme, que tem a direção de Ang Lee (‘O Segredo de Brokeback Mountain’)…

Quatro amigas e um casamento

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Nesse filme conhecemos a história de Becky (Rebel Wilson), uma simpática gordinha que tinha como melhores amigas Regan (Kirsten Dunst, no limite da histeria), Katie (Isla Fischer, a eterna ‘Becky Bloom’) e Gena (Lizzy Caplan, sumida desde ‘Meninas Malvadas’).

Becky está de casamento marcado com Dale (Hayes MacArthur), um rapaz rico de Nova Iorque.
As três amigas, inconformadas, decidem ir ao casamento somente para rir da situação, mas no fundo, elas estão tristes, pois a amiga excluída está se casando e elas não.
Na festa, elas reencontram os também amigos Trevor (o lindo James Marsden) e Joe (Kyle Bornheimer).

Durante a tradicional ‘despedida de solteira’ acontece uma confusão envolvendo um stripper e um antigo apelido de escola de Becky.
As três amigas, bêbadas e chateadas com a confusão, aprontam várias loucuras na noite anterior ao casamento, Regan encontra seu ex namorado Clyde (Adam Scott) na festa e revelações sobre o passado de alguns personagens acontecem.

O filme, que tem como produtor o comediante Will Ferrel e como diretora/roteirista Leslye Headland, baseado em peça da própria, é divertido e voltado basicamente para o público feminino.
Um dos pontos fracos do filme é o uso excessivo de palavrões pelas personagens, que em alguns momentos parecem ter saído do filme ‘Se Beber, Não Case’.
O final é previsível, porém, as quatro atrizes principais estão excelentes em seus papéis.

Cotação: Muito bom
Ideal para: mulheres; pessoas que gostam de filmes sobre casamentos; fãs de Kirsten Dunst

Amanhecer – parte 2

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A saga ‘Crepúsculo’ chegou ao fim.
Na segunda parte de ‘Amanhecer’, que teve orçamento de 131,5 milhões de dólares, revisitamos a história de Bella (Kirsten Stewart) e Edward (Robert Pattinson), que agora são pais da pequena Renesmee (a lindinha Mackenzie Foy, praticamente sem falar durante todo o filme).
A criança se desenvolve rapidamente, e é observada de perto pelo quileute Jacob (Taylor Lautner, alvo da histeria adolescente a cada cena em que aparece) e também pela família de Edward, composta por Carlisle, Esme, Alice, Jasper, Emmett e Rosalie.

Porém, a alegria dos Cullen é afetada com a notícia de que Aro (Michael Sheen), do clã Volturi, quer a pequena Renesmee para si, pois acredita que ela é especial.
Assim, os Cullen se juntam a vários clãs de vampiros amigos pelo mundo, na esperança de salvar a criança.
Um dos pontos fracos do filme é a presença de duas vampiras indígenas, que mais parecem duas modelos de catálogo de lingerie.

O filme agrada aos fãs adolescentes da saga, que esperaram ansiosamente pelo desfecho da trama, semelhante ao do livro.
Os ingressos para as sessões da meia noite se esgotaram semanas antes da estréia em vários cinemas do país.
O romance entre os protagonistas na vida real é um dos motivos para o grande sucesso do filme, porém, os efeitos especiais deixam a desejar.

Cotação: Bom
Ideal para: fãs da saga; adolescentes apaixonadas pelos atores Taylor Lautner e Robert Pattinson