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image 8 perguntas para… Fabio Danesi

Roteirista do filme ”Confia em Mim” fala sobre sua carreira e sua rotina de trabalho. Confira!

6 perguntas para… Ghilherme Lobo

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Aos 19 anos, o ator e bailarino Ghilherme Lobo é o protagonista do elogiado ”Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, que estreia no circuito nacional em 10 de abril. O filme foi sucesso em Berlim, onde ficou em segundo lugar na escolha do público.
Nessa pequena entrevista, o paulista fala sobre seu personagem, a cena de nudez e planos para o futuro.

Confira:

O filme é muito lindo. Você tem uma cena preferida? Qual?
A cena em que Léo é ensinado por seu pai a fazer a barba. Achei muito bacana e sensível.

Você era super novinho quando fez o curta. O que mudou no seu personagem de lá pra cá?
O contexto foi diferente, tive mais tempo pra estudar o personagem. Ele tem vários dramas – sofre bullying na escola, quer ser independente, está descobrindo seu primeiro amor… Léo cresceu e eu quis mostrar isso.

Como foi a construção desse menino, que é totalmente diferente de você?
Pois é, eu e Léo não temos nada em comum. Sempre tive uma boa relação com meus pais, nunca tive uma fase rebelde… Me inspirei em pessoas próximas, que passaram pelos mesmos dilemas familiares que ele.

Você fez uma cena com nudez. Foi a sua primeira vez fazendo uma cena assim? O que achou da experiência?
Foi a minha primeira cena sim, eu nunca tinha feito nada parecido. A primeira vez que gravamos foi meio complicada, a água do chuveiro estava quente demais, eu e Fabio (Audi) não queríamos parar a gravação e ficamos super vermelhos. Tivemos que refazer algumas vezes (risos). 

Tess comentou na entrevista dela que está cursando Artes Cênicas. E você?
Ainda não estou na faculdade. Terminei o ensino médio e logo depois as gravações do filme começaram… Ainda não parei pra pensar nisso.

Quais são os seus planos pro futuro? Mais cinema, teatro, talvez TV?
Amo teatro, esse foi o meu primeiro longa, minha primeira experiência no cinema, achei maravilhoso! Tenho curiosidade em fazer TV.


> Assista ao curta de 2010, que deu origem ao longa, clicando aqui.

> Siga o Ghi no Twitter e no Instagram.

 

5 perguntas para… Pedro Bromfman

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O carioca Pedro Bromfman é o compositor das trilhas sonoras dos filmes ”Tropa de Elite”,” Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora É Outro”, ”Qualquer gato vira lata” e ”RoboCop” (2014). Além disso, ele trabalhou no aclamado game ”Max Payne 3”. 

Nessa pequena entrevista, ele fala sobre sua carreira, a amizade com José Padilha e projetos para o futuro.

Confira:

Vi no seu site que você é músico e também estudou na UCLA. Desde sua adolescência aqui no Rio trabalhar com trilhas sonoras sempre foi um sonho? Como surgiu seu interesse?
Sempre fui apaixonado por musica, tocava violão e estudava teoria musical desde moleque. Aos 15 anos sabia que queria ser músico profissional mas nunca imaginei que trabalharia com trilhas. Estudei Jazz Performance e Composição na faculdade e pensava principalmente em ser instrumentista e produtor musical. 
Sou cinéfilo, desde pequeno adoro o cinema, mas realmente não imaginava que alguém poderia viver compondo trilhas, que haviam músicos que se especializavam nisso.


Quando me mudei para Los Angeles, depois de anos de experiencia como compositor, arranjador e instrumentista, conheci vários estudantes da pós-graduação de cinema da UCLA. Eu, sendo o músico do grupo, acabei encarregado das trilhas de vários curtas. Tive a sorte de esbarrar com esse caminho sem tê-lo planejado, mas tendo anos de estudo e dedicação que me prepararam e me permitiram segui-lo.

Você fez a trilha de diversos filmes, inclusive do nacional ‘Qualquer Gato Vira Lata’.
Você vê muita diferença entre trabalhar aqui no Brasil e nos EUA? 
Sim, principalmente se tratando de um filme de estúdio aqui nos EUA. A diferença de orçamento é enorme! Isso nos permite “pensar grande” sem restrições. Podemos teoricamente gravar qualquer trilha que possamos imaginar: orquestra, coral, solistas, etc… No Brasil em geral trabalhamos com um número limitado de músicos e termino, eu mesmo, gravando a maioria dos instrumentos.
Também existem desvantagens em se fazer trilhas para filmes de estúdio, quanto maior o orçamento de um filme, maiores são as pressões, e mais difícil é agradar a todos os produtores envolvidos. Muitas vezes temos mais liberdade financeira porém menos liberdade criativa. Mas claro que cada caso é um caso e cada filme tem as suas vantagens e dificuldades.

Como foi a experiência de fazer a trilha do videogame ‘Max Payne 3’?
Foi muito interessante, um grande aprendizado. Não jogo video games, portanto, não sabia exatamente o que esperar. A quantidade de música necessária num jogo é muito maior do que em um filme e o trabalho terminou durando quase um ano inteiro. Sinto que no cinema posso explorar melhor minha sensibilidade de músico e compositor.
Em um filme, a trilha é a grande responsável em transmitir a emoção das cenas e dos personagens, enquanto que no video game a trilha é responsável principalmente pela “adrenalina”. Com ela, estou constantemente reforçando a ação e movimentação dos personagens.

 

Você já trabalhou com o Padilha aqui no Brasil algumas vezes. Como vocês se conheceram?
Nos conhecemos nos EUA, no festival de Sundance, quando ele apresentou seu filme “Onibus 174″ por lá. Tínhamos um amigo em comum no Brasil e havíamos combinado um jantar durante o festival. Me lembro que vi o ”174” na véspera do nosso encontro e fiquei muito impactado com a qualidade e a importância daquele filme.
Fico muito feliz de ter podido fazer outros filmes importantes com o Padilha e principalmente em tê-lo como um grande amigo.

Após o sucesso de ‘RoboCop’, qual seu próximo projeto para 2014?
Tenho alguns projetos aqui no EUA sendo conversados e negociado nesse momento. Acabo de terminar uma co-produção Espanhola, tenho um filme no Brasil no segundo semestre e possivelmente uma série para Netflix.

 

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Pedro Bromfman, Lula Carvalho, Joel Kinnaman, Daniel Rezende e José Padilha na pré estreia de ‘Robocop’

 

+ Para saber mais sobre Pedro, acesse seu site oficial.

Chris Pratt fala sobre a história de Peter Quill em “Guardiões da Galáxia”

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O ator Chris Pratt (“A Hora Mais Escura”), intérprete de Peter Quill em “Guardiões da Galáxia”, falou sobre a história do personagem em entrevista ao site Comic Book Movie. Pratt citou a família de Quill e afirmou que, no fundo, o personagem ainda é uma criança:

“Ele é como uma criança em seu coração. Ele nunca conheceu o pai. Foi sugado para o espaço assim que sua mãe morreu e foi criado por um humanoide de pele azul. Quill passou a vida toda ouvindo que deveria ser um cara durão, e esse falso senso de provocação é o resultado. Mas, no fundo ele é solitário, e enquanto viaja pelo espaço fazendo tudo o que quer, ele sente falta de sua família, de sua comunidade. Com o decorrer da história, ele aprende a se importar de novo e que há mais na vida do que apenas fazer aquilo que você quer”.

A trama de “Guardiões da Galáxia” acompanha o aventureiro cósmico Peter Quill (Pratt) que, após encontrar um misterioso artefato, se envolve em um conflito de proporções gigantescas. O que ele não sabe é que o artefato interessa a Ronan, o Acusador (Lee Pace, de “O Hobbit: A Desolação de Smaug”), um poderoso ser cujas ambições ameaçam todo o universo. Para se salvar, Quill é forçado a se aliar a um grupo de ex-condenados formados por Drax, o Destruidor (Dave Bautista, “Riddick 3”), a árvore humanoide Groot (Vin Diesel, da franquia “Velozes e Furiosos”), o guaxinim Rocket Racoon (Bradley Cooper, de “Se Beber, Não Case!”), e a letal Gamora (Zoe Saldana, de “Avatar”).

Completam o elenco Karen Gillan (da série “Doctor Who”) como Nebula, Benicio Del Toro (“Sin City: A Cidade do Pecado”) como O Colecionador, Michael Rooker (da série “The Walking Dead”) como Yondu, John C. Reilly (“O Ditador”) como Rhomann Dey, e Djimon Hounsou (“Diamante de Sangue”) como Korath. A direção é de James Gunn (“Super“).

O lançamento do filme está agendado para 31 de julho de 2014.

 

 

fonte: Cinema com Rapadura

6 perguntas para… Vitor Cafaggi

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Morador de Belo Horizonte, MG, Vitor Cafaggi é o autor de ‘Valente’, tirinha publicada semanalmente no jornal ‘O Globo’.
As tirinhas foram criadas em 2010, e acompanham a vida de Valente, um cãozinho fofinho e apaixonado, durante seus anos na escola até a faculdade. 

Nessa pequena entrevista, Vitor fala sobre sua vontade de fazer quadrinhos, o contrato com a Panini e projetos futuros.
Confira:

Você sempre quis ser quadrinista ou esse era seu ‘plano B’?
Sempre quis fazer quadrinhos. Era o que eu mais queria quando era criança e até uns 20 anos. Depois da faculdade (ele se formou em Desenho Industrial) deixei de lado um pouco o sonho pra tentar realizar um trabalho de gente grande, mais estável. Trabalhei como designer gráfico por um tempo, tive minha própria empresa, depois fui diretor de arte em uma grande empresa. Mas, depois de um tempo, já com uns 27 anos, voltei a sentir essa vontade fazer meus próprios quadrinhos. Eu li histórias em quadrinhos a vida inteira, acho que era natural que, uma hora, eu quisesse contar minhas próprias histórias.

Seu personagem mais conhecido é o fofo Valente. Como surgiu esse personagem? Foi baseado em alguém que você conhece?
Valente surgiu quando o jornal O Globo me convidou para criar uma série de tiras para a sua página dominical. Como eu não tinha muito tempo para criar, resolvi contar uma história que eu já conhecia bem, com personagens que eu conhecia tão bem quanto conheço meus amigos, minha família, minhas ex-namoradas. Valente é totalmente baseado na minha adolescência. Escolhi um certo momento, bem representativo, em minha vida e segui contando minha historia a partir daí, através de tiras com cachorros, gatos, pandas e macacos.

 

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(clique na imagem para aumentar)
Estive em São Paulo recentemente e fui na Livraria Cultura. Chegando lá, vi que vários exemplares de ‘Valente por opção’ estavam disponíveis para venda. Era um sonho seu ver seu personagem virando um livro?
Qual foi a sensação de ter um contrato com uma gigante como a Panini?
A conversa com a Panini começou em 2012, durante o FestComix, em São Paulo, enquanto eu lançava o segundo volume, Valente Para Todas, de forma independente. Ao longo de 2013, continuamos conversando sobre a possibilidade da editora publicar Valente. Pouco antes do FIQ, no ano passado, fechamos essa parceria em relação ao Valente.


Pra mim, está sendo ótimo porque as revistas com a Panini chegaram a lugares que eu, como independente não consigo chegar. Elas chegaram em bancas há algumas semanas. Outro ponto positivo é que não preciso mais me preocupar com a distribuição, com o controle das vendas e o envio das revistas, sobrando mais tempo pra escrever e desenhar. Somente durante os meses de junho, julho e agosto desse ano, vendi e mandei mais de 600 revistas pelo correio. Isso toma muito tempo. Espero muito que continue dando tudo certo com a Panini.

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Valente – volumes 1, 2 e 3. Os livros estão disponíveis para venda nas maiores livrarias do Brasil e também pela internet.

 

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(clique para aumentar)

Você e sua irmã, Lu, fizeram um lindo trabalho na ‘Graphic MSP’. Como surgiu o convite para o projeto?
Para esse projeto da graphic novel, o convite foi feito pelo Sidney Gusman, diretor de planejamento da MSP, por telefone. Eu já tinha participado do MSP 50 (álbum em homenagem aos 50 anos de carreira do Mauricio), em 2009, com uma história do Chico Bento, que escrevi e desenhei. Essa história curta mostrando o dia que o Chico conheceu a Rosinha, teve boa repercussão e, graças a ela, fomos convidados para o projeto Graphic MSP. Nessa história do MSP 50, tive liberdade toral pra fazer a história como quisesse, com o personagem que eu quisesse.

No caso da graphic, foi o Sidney que definiu quais personagens os autores iriam trabalhar. Não foi a gente que escolheu, mas se tivéssemos essa possibilidade, escolheríamos a Turma de qualquer jeito. Tivemos total liberdade pra criar essa história também. A única coisa que o Sidney nos pediu foi que a história tivesse alguma cena mostrando os personagens ainda mais novinhos, mais ‘babies’.
Essa cena seria desenhada pela Lu, porque ela tem um traço ainda mais fofo do que o meu.

Pesquisando sobre você, vi que também é professor na Casa dos Quadrinhos. Você estudou lá?
Poderia falar um pouco sobre sua experiência em sala de aula, passando seu conhecimento para outras pessoas?
Eu nunca estudei na Casa. Sou um dos poucos professores lá que não foi aluno. Gosto de dar aula tanto quando gosto de produzir quadrinhos. Enquanto conseguir conciliar as duas coisas, vou fazendo isso. Quando não tiver mais tempo pra dar aulas nas escolas, começo a dar aula particular, pra menos alunos, com horários flexíveis. Não me vejo parando de dar aula por enquanto. Aprendo muito dando aula e me mantenho mais atualizado e esperto.
2014 está só começando. Quais são seus planos para esse ano?
Trabalhar muito na continuação de Turma da Mônica – Laços e no quarto livro do Valente. E, no meio disso, ter tempo pra namorada, pros amigos, pra família e pra mim.

 

Veja mais trabalhos de Vitor:
(clique nas imagens para ampliar)

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Para conhecer mais sobre o trabalho do Vitor acesse: http://punyparker.blogspot.com.br 
Você pode seguir o Vitor no Twitter: https://twitter.com/vitorcafaggi
Conheça mais sobre a Casa dos Quadrinhos: http://www.casadosquadrinhos.com.br

 

image 8 perguntas para… MariMoon

Atriz e apresentadora, Marimoon fala sobre futuro, inspirações e de como era ser uma celebridade da internet nos anos 2000.

7 perguntas para… Risa Rodil

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Descobri o trabalho de Risa enquanto pesquisava imagens do filme ‘Frozen’, da Disney.
Dona de um traço diferente e apaixonada por lettering, Risa vem fazendo sucesso na internet, onde vende suas criações.

Saiba mais sobre ela:

1 – Oi Risa! Poderia me dizer sua idade, onde você mora e estuda?
Tenho 20 anos de idade e sou desenhista / ilustradora.
Vivo em Manila, nas Filipinas. Eu me formei De La Salle College of St Benilde como Bacharel em Arte Multimídia.

2 – Quando você começou a fazer  esse trabalho gráfico que eu vi em seu site? (acesse: http://risarodil.tumblr.com/)
Originalmente, eu comecei a fazer manipulações de fotografias aleatórias e layouts quando eu tinha 14 anos. Mas eu comecei a fazer formalmente cartazes de fandom (aquelas que você vê no meu site) há 2 anos.

3 – Eu amei sua série ‘Frozen’. Foi seu primeiro trabalho baseado em um filme da Disney?
Obrigado! Não, eu já fiz alguns cartazes minimalistas para os meus filmes favoritos da Disney antes, o que você pode encontrar aqui: http://www.risarodil.tumblr.com/tagged/disney

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4 – Quanto tempo demora para fazer esses cartazes lindos?
Depende! Quando eu já tenho um conceito claro na minha cabeça, um cartaz pode me levar de 1-2 horas. Mas para séries cartaz como o trabalho lettering que eu fiz para ”Frozen” acho que me levou uma semana inteira . O cartaz ‘Let it go’ realmente me levou 3 dias… Durante os 2 primeiros dias, eu estou constantemente lutando para conseguir o “brilhante” e olhar “mágico”.
Eu estou buscando a inspiração (e ‘Let it go’ é a minha música favorita do filme). 
Decidi refazer tudo do zero, porque eu não sou totalmente feliz com a primeira versão dos meus trabalhos.  Eventualmente, depois de passar o dia inteiro ouvindo a música eu ‘looping’, eu finalmente tenho o olhar que eu queria.

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5 – Quando o trabalho com o site Society 6 começou? Como surgiu a ideia? (acesse: http://www.redbubble.com/people/risarodil)
Eu entrei para o Society6 apenas no ano passado (nov. 2014). Minha loja oficialmente é a Redbubble. Eu descobri a Redbubble há 2 anos. O conceito ser capaz de vender o meu trabalho sem a necessidade de impressão e envio manualmente os produtos realmente me atraiu!
Quando o meu trabalho começou a ganhar exposição no Tumblr, em 2012, eu tenho recebido mensagens de pessoas me perguntando se é possível comprar meus projetos, como capinhas estampadas e camisetas.
Então, basicamente, foi a partir desses fãs que eu tive a inspiração para começar a minha loja on-line através de Redbubble (e agora também no Society6).

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6 – O que você gosta de fazer para se divertir nas Filipinas, quando você não está desenhando / lendo?
Eu sou fangirl de Tom Hiddleston, Misha Collins, Benedict Cumberbatch e Zachary Levi. Isso me toma bastante tempo (risos).
7 – Quais são seus próximos projetos para 2014?
Por enquanto eu não sei exatamente… Mas eu vou certamente fazer mais letterings. Eu ainda tenho muitas citações pendentes para ilustrar – e ainda quero redesenhar as capas de 5 livros. Por isso espero que 2014 acaba por ser um ano emocionante e criativo para mim!

 

Mais trabalhos de Risa:

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Saiba mais sobre Risa: 

http://risarodilposters.tumblr.com/
http://www.redbubble.com/people/risarodil
http://risarodil.tumblr.com/

3 perguntas para… Pablo Miyazawa

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 reprodução/ ARENA IG

 

Durante a Campus Party 2014, tive a oportunidade de conhecer o Pablo Miyazawa.
Jornalista brilhante, respondeu a 3 perguntas rapidamente após sua palestra no palco Stadium, onde também estiveram Pedro Zambarda (colunista do site TechTudo), João Coscelli (blogueiro do ”Modo Arcade”) e  Théo Azevedo (editor do UOL Jogos).

Confira:

 

Qual jogo você está jogando ultimamente? O que ele tem de tão interessante?
Estou jogando ‘The Walking Dead 2’. Gosto dele pois é um jogo que exige o que eu posso dar – gosto de jogos com menos informações, onde eu posso saber meus limites.

2014 acabou de começar. Qual jogo você acha que vai ser um sucesso nesse ano?
Olha, eu acho que vai ser o Fez. É um jogo indie bem legal, que por enquanto só está disponível para XBOX.

Mudando um pouco de assunto: você é jornalista, formado pela PUC-SP, já escreveu sobre games e hoje trabalha na Rolling Stone.
O que você acha que está faltando no jornalismo hoje?
Opinião. O jornalista precisa refletir, pois ele é formador de opinião, seja ela de acordo ou não com o que a maioria pensa.
O jornalismo precisa ser direto, preciso. O profissional não deve pensar se vai magoar um ou outro, tem que fazer seu trabalho.

 

Gostou? Siga o Pablo no Twitter e conheça o site da ‘Rolling Stone’.

5 perguntas para… Tallis Gomes

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Bem sucedido antes dos 30 anos, Tallis Gomes é o nome por trás da Easy Taxi. 

A empresa, que é a pioneira no serviço de chamada de táxi na América Latina, atualmente conta com 100 mil taxistas cadastrados no serviço e mais de 3 milhões de usuários, distribuídos em 23 países. 

 

Saiba mais sobre ele nessa entrevista exclusiva:

Você é novo e já atraiu investidores de peso para sua empresa. Sente um certo ‘peso’ vindo das outras pessoas, como se elas esperassem muito de você?
Não, eu sempre quis isso. Estudei, me preparei… Tem gente mais nova que eu empreendendo por aí.

Então você sonhava com isso?
Sim, com certeza. É como diz o (Jorge Paulo) Lemann: “Pensar pequeno e pensar grande dá o mesmo trabalho”.

Enquanto pesquisava pra te entrevistar, li que você estudou marketing. Você acha que essa experiência foi um diferencial na sua carreira?
Sim. Quando entrei na faculdade, eu pensava em ser redator, depois me encantei pelo marketing de guerrilha…. Trabalhei no grupo Severiano Ribeiro, aprendi a pesquisar, tive experiências muitos boas e enriquecedoras. Acho sim que trabalhar com algo ligado à criatividade foi um diferencial.

Quando eu disse que escrevia para um site de cinema, você disse que gostava muito de cinema. Qual foi o último filme que assistiu?
Foi o ‘Ninfomaníaca’. Gostei muito do filme. Adoro cinema, e o Lars (Von Trier, diretor) passa muita emoção nas cenas.

Pra fechar: de 0 a 10, o quão viciado em internet você é?
Ah, 11! Não conseguiria viajar pra um lugar que não tivesse internet (risos).

 

Saiba mais sobre a Easy Taxi.

18 coisas que você não sabia sobre Tom Hiddleston

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Desde 2011, Tom Hiddleston tem retratado o lendário vilão, Loki. Já foram três aparições nos cinemas, e tem gente que não se cansa de ver o irmão adotivo de Thor aprontando altas confusões.
Tom Hiddleston não apenas deu vida a Loki, como o consolidou oficialmente como um marco dos personagens das HQ’s no cinema.

Na segunda parte da franquia do Deus do Trovão, Thor une forças com seu irmão adotivo para salvar os nove reinos de Malekith, o maldito, um vilão muito poderoso para Thor enfrentar por conta própria.
Pode ser que Hiddleston tenha feito sua última aparição como Loki, mas ainda há muito a se descobrir sobre essa estrela em ascensão.
1. Antes de se consagrar como Loki, Hiddleston fez o teste de elenco para o papel de Thor. O ator conseguiu 20 kg de músculos, mas o diretor Kenneth Branagh viu no inglês o perfil perfeito do deus das trapaças e travessuras.

2. Ele já interpretou o tigre Shere Khan, de Mogli, em uma peça na escola.

3. Hiddleston disse que se não fosse ator, gostaria de ser cowboy e se tivesse um cavalo, o chamaria de Baltazar.

4. Seus pais tentaram desencorajá-lo de seguir a carreira de ator.

5. Seu herói favorito é o Superman. Para ele, Christopher Reeve foi o primeiro herói da vida real.

6. Hiddleston estudou em Eton College, um colégio de prestígio da Inglaterra, ao lado de celebridades como Príncipe William.

7. Em Janeiro deste ano, ele viajou com a UNICEF para a Guiné, para visitar e dar apoio a crianças, famílias e comunidades carentes. O ator continua envolvido com a organização.

8. Seu drinque favorito é Jameson on the Rocks. Um coquetel irlandês que consiste em misturar Whiskey com gelo e casca de laranja.

9. Ele recebeu o prêmio de “Revelação” no Laurence Olivier Awards 2008, sendo considerado o melhor ator dos teatros londrinos.

10. Hiddleston jogou rugby na universidade de Cambridge, mas largou os esportes pelo amor à arte.

11. O filme favorito do ator é Fogo Contra Fogo.

12. Seu tatatatatatatatataravô, Sir Edmund Vestey, foi o maior fornecedor de alimentos para as tropas britânicas durante a Primeira Guerra Mundial.

13. Hiddleston foi considerado o segundo homem mais sexy do mundo, no top 100 de 2013 da revista Empire. 

14. Hiddleston tem Selachofobia, medo de tubarões, o ator diz que não consegue se afastar da praia, em direção ao mar, que a música do filme ‘Tubarão’ já começa a tocar em sua cabeça.

15. Com uma notável carreira nos teatros, Hiddleston já estrelou as grandes peças de Shakespeare como Otelo e Coriolano.
O ator é capaz de recitar Hamlet “de cabeça.”

16. Ele diz que Hamlet, de Shakespeare, foi sua principal inspiração para criar o vampiro de Only Lovers Left Alive de Jim Jarmusch.

17. A mãe de Hiddleston é ex-agente de imprensa e seu pai é um cientista, diretor de uma empresa farmacêutica.

18. Se for convidar Hiddleston para um chá, sirva chá com óleo de bergamota e uma gota de leite, é o seu favorito.

 

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