Vale a pena resgatar o Matt Damon mais uma vez?

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Acabei de chegar do cinema e estou surpresa com a qualidade de “The Martian” ou traduzido para os cinemas brasileiros: “Perdido em Marte”. Outro dia eu li em alguma rede social um comentário que dizia: “Será que vale a pena resgatar o Matt Damon tantas vezes?”, pois eu lhes digo caros cinéfilos, se cada vez que ele for salvo tivermos um filme tão bom quanto esse, devemos sim investir nesses resgates! haha

Ok, ok, o filme não é maravilhoso. Também não é nenhuma obra prima. Ele é apenas bom. Mas em nenhum momento ele nos parece ser espetacular, por isso esse ‘bom’ já é suficiente. Vou explicar: em nenhum dos trailers de “Perdido em Marte” você espera que vá acontecer algo além do que realmente acontece. É um clichê hollywoodiano, mas isso não é um problema.

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Conta a história do astronauta Mark Watney (Matt Damon) que é dado como morto depois de ter sofrido um acidente em uma tempestade em terras marcianas. É deixado para trás por sua equipe que ruma para a Terra. Watney encontra-se assim sozinho e abandonado, com pouca comida e a sem expectativas de sobrevivência. Ele encontra uma maneira de enviar um sinal para casa, mesmo sabendo que ainda que saibam que ele está vivo, é muito vaga a hipótese de um salvamento.

O filme tem vários pontos positivos e prende sua atenção do inicio até quase o fim. Matt Damon está incrível e consegue transmitir de forma simples e clara as emoções de seu personagem, causa empatia e aproxima o público.

O filme é dirigido pelo inglês Ridley Scott, que ficou famoso pela direção de Alien (1979) e Gladiador (2000), e tem no elenco Jessica Chastain (Histórias Cruzadas), Jeff Daniels (Débi & Lóide) e Chiwetel Ejiofor (12 anos de escravidão).

Aventureira no mundo do cinema e da música. Fã de boas conversas e adepta da vida boêmia. Feminista e escorpiana. Quer trocar ideia? Follow me @Moniiquee