Coluna Clichê

Escape Room

Nossa crítica sobre o filme de terror

Escape Room
Num futuro não muito distante, seis desconhecidos recebem uma caixinha preta e precisam decifrar o que existe dentro dela. Assim, eles recebem uma data e um endereço para comparecer a um prédio em Chicago, e chegando lá, descobrem que vão participar de uma partida de ''escape room'', onde quem desvendar o mistério antes vence. O grupo é formado pela nerd Zoey (Taylor Russell), a sobrevivente de guerra Amanda (Deborah Ann Woll), o solitário Ben (Logan Miller), o confiante Jason (Jay Ellis), Danny, o jovem viciado em ''escape rooms'' (Nik Donani) e Mike (Tyler Labine). Eles não poderiam ser mais diferentes entre si, cada um com sua personalidade e método para vencer o jogo. Os diálogos entre Ben e Jason são os melhores, pois os dois querem liderar e não conseguem conviver. O filme acontece de forma ágil e vamos descobrindo junto aos personagens o passado de cada um. Mentiras e alguns segredos dão o tom da narrativa - para ganhar, será que podemos confiar em alguém? Qual o limite entre o medo e a ambição? O espectador leva alguns sustos no meio do caminho, claro, e é impossível não comparar o filme ao famoso 'Jogos Mortais'. A trama é jovem e interessante, com direção de Adam Robitel (''Atividade Paranormal'').   Cotação: Bom

Clarissa Cavalcante

Tem 28 anos, é jornalista formada pela UFF e editora-chefe do site. Trabalha com produção de conteúdo para web desde 2012. Apaixonada por cinema, teatro e literatura, escreve críticas sobre os principais eventos culturais do Rio de Janeiro.

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