Coluna Clichê

Homem-Aranha: No Aranhaverso

Nossa crítica sobre um dos filmes mais celebrados da temporada

Homem-Aranha: No Aranhaverso
Miles Morales é um simpático estudante que mora no Brooklyn, em Nova Iorque. Negro e de origem latina, um dia ele é atingido por uma teia radioativa, se tornando assim o Homem-Aranha, inspirado no legado do já falecido Peter Parker. Miles não sabe como lidar com essa mudança e decide visitar o túmulo de Peter em uma noite chuvosa, mas então, ele é surpreendido com a presença do próprio Peter, vestindo o traje do herói por baixo de um sobretudo, uma visão triste e desanimada daquele que em outro momento foi o amigo da vizinhança. Miles descobre que ele veio de uma dimensão paralela, assim como outras versões do Homem-Aranha. Junto dele estão a esperta Gwen, o Homem Aranha Noir e outros personagens fantásticos, que dão o tem certo ao filme. O grupo precisa trabalhar junto para salvar o mundo e também se salvarem, já que cada um precisa voltar para sua dimensão. O filme tem vivacidade, cores e uma história muito pessoal, que toca o espectador de forma única. Vários estilos podem ser explorados na mesma cena: noir, pop, textura clássica, numa narrativa diferente e alegre. O desenho é inspirado no universo Ultimate da Marvel, que reescreveu seus heróis clássicos com nova abordagem, mas com semelhanças e referências aos originais. A direção é do trio Peter Ramsey, Bob Persichetti, Rodney Rothman - e a trilha sonora, inspirada, inclui o sucesso "Sunflower'' (With Swae Lee) e artistas como Nicki Minaj e Jaden Smith. O filme está concorrendo ao BAFTA e ao Oscar 2019.   Cotação: Muito bom

Clarissa Cavalcante

Tem 28 anos, é jornalista formada pela UFF e editora-chefe do site. Trabalha com produção de conteúdo para web desde 2012. Apaixonada por cinema, teatro e literatura, escreve críticas sobre os principais eventos culturais do Rio de Janeiro.

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