Coluna Clichê

Sob as águas do Sena

Pense num filme ruim. Mas ruim MESMO. A trama começa até interessante, puxando para um lado mais sustentável e nesse momento conhecemos Sophia (Berenice Bejo), uma ativista climáti

Sob as águas do Sena

Pense num filme ruim. Mas ruim MESMO.

A trama começa até interessante, puxando para um lado mais sustentável e nesse momento conhecemos Sophia (Berenice Bejo), uma ativista climática que é atormentada por um passado traumático. Há alguns anos atrás, Sophia e sua equipe de pesquisadores foram atacados por um tubarão, fato que a deixou traumatizada. E agora, o mesmo tubarão está a caminho de Paris - justamente quando a cidade se prepara para o aguardado início de uma competição de triatlo em pleno Rio Sena.

De repente, a história se perde e se transforma em uma aventura de terror com sequências sangrentas em profundezas aquáticas.
As cenas são terríveis: pernas voando, sangue para todo lado, gritos, histeria, tubarões surgindo dos lugares mais improváveis (sim, no início é apenas um, mas eles vão se multiplicando).
O filme vira um pastelão, difícil de levar a sério. Uma pena.

Cotação: Ruim

Clarissa Cavalcante

Tem 28 anos, é jornalista formada pela UFF e editora-chefe do site. Trabalha com produção de conteúdo para web desde 2012. Apaixonada por cinema, teatro e literatura, escreve críticas sobre os principais eventos culturais do Rio de Janeiro.

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