Coluna Clichê

Jovens Bruxas: nova irmandade

Leia nossa crítica sobre o remake

Jovens Bruxas: nova irmandade

O ano era 1996 e ''Jovens Bruxas'' chegava aos cinemas, fazendo sucesso e ditando moda. 

O filme se tornou um clássico do terror que nos trouxe a história de quatro adolescentes aparentemente normais enquanto elas se aventuram com mágicas e feitiços. Agora, o reboot chega para complementar a trama.

O filme segue Lily (Cailee Speany), que se muda de cidade, enfrenta uma escola nova e conhece as futuras colegas bruxas Tabby (Lovie Simone), Frankie (Gideon Adlon) e Lourdes (Zoey Luna). Apesar das premissas parecidas, os longas são bem diferentes, afinal, trata-se de uma nova história.

O primeiro filme teve uma cinematografia mais sombria, tanto nas roupas como no roteiro mais complexo e pesado, enquanto "A Nova Irmandade" se desprendeu dessa estética mais gótica e apostou em elementos mais leves e atuais. Com referências à rapper Princess Nokia e à atriz Kristen Stewart, conhecemos mais a dinâmica das personagens como adolescentes normais, que erram, acertam, se apaixonam e vão para festas enquanto precisam lidar com provas na escola.

O vilão está lá, e as bruxinhas sentem medo de seus poderes mas conseguem controlar isso - a trama consegue levar isso de forma linear, menos assustadora. O filme é interessante e bem amarrado, porém esquecível.

Cotação: Regular

Clarissa Cavalcante

Tem 28 anos, é jornalista formada pela UFF e editora-chefe do site. Trabalha com produção de conteúdo para web desde 2012. Apaixonada por cinema, teatro e literatura, escreve críticas sobre os principais eventos culturais do Rio de Janeiro.

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