Minha vida em Marte

Baseado na peça de mesmo nome, conhecemos a história de Fernanda (Mônica Martelli) , que passou oito anos ao lado de Tom (Marcos Palmeira) e teve com ele uma filha, Joana, que tem cinco anos. O casamento chegou numa fase em que os dois estão cansados demais, irritados demais e não param de brigar.

Desesperada, ela pede ajuda a seu grande amigo Aníbal (Paulo Gustavo) para reacender a chama da paixão. A partir daí, os dois começam a pirar e inventam mil maluquices, como fazer um passeio numa sex shop, bolar um jantar romântico e também uma viagem para a serra fluminense.

Fernanda, claro, se mete nas maiores confusões para agradar o marido e começa a ficar triste, pensando se realmente vale a pena manter um casamento sem amor. Quando o casal decide se separar, Aníbal leva Fernanda para Nova York (fácil, né?), em algumas das melhores cenas do filme. 

”Minha vida em Marte” não é um filme sobre o amor. É um filme sobre a alegria de viver e sobre a celebração da amizade – algo que está bem raro hoje em dia. Paulo Gustavo brilha em cena como o desbocado Aníbal e tem as melhores tiradas do filme, inclusive, em alguns momentos ele até ofusca Mônica, que escreveu o roteiro ao lado de sua irmã Suzana Garcia, a diretora do filme.
O longa faz rir e faz chorar, ideal para essa temporada de férias. 

 

Cotação: Bom

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