Crítica: ”Fugitivos” [1ª temporada]

A série da Marvel, exibida nos EUA no app HULU, segue seis adolescentes, diferentes uns dos outros, que se unem para descobrir qual é a real vida de seus pais, que fazem parte de um grupo conhecido como Orgulho (Pride).
Eles são os típicos jovens encontrados nas escolas dos EUA: Alex Wilder, o líder nerd super-inteligente; Nico Minoru, a gótica praticante da Wicca capaz de usar um cetro poderoso; Karolina Dean, a loirinha religiosa que pode voar; Gert Yorkes, uma punk feminista e ativista social que possui uma conexão telepática com um dinossauro; Chase Stein, o atleta bonitão que é um brilhante engenheiro capaz de construir todo tipo de aparelho tecnológico; e por último, Molly, a mais nova de todos e aspirante a líder de torcida que possui super força.

Com personalidades opostas, o grupo precisa provar que seus pais são os responsáveis por alguns assassinatos que estão acontecendo na cidade (pois é). O roteiro eleva os tons de mistério e faz a trama funcionar e girar em torno dessa questão. A maior parte da história acontece pela perspectiva dos adolescentes, com grande uso de flashbacks, presentes em praticamente todos os episódios. O grupo desconfia que a líder do Orgulho seja Tina (Brittany Ishibashi), mãe de Nico, então grande parte da trama se volta para ela, esquecendo os outros pais.

 Com diversos buracos no roteiro, a série aborda temas importantes como bullying, violência doméstica e descobertas sexuais. Os efeitos especiais são satisfatórios, o que não pode se dizer da atuação dos atores que interpretam Alex, Gert e Karolina. A série consegue divertir, mas no vasto catálogo da Netflix Brasil, é totalmente esquecível.

Cotação: Regular

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