A princesa e o plebeu

Esse romance inocente de 1953 conta a história da princesa Ann (a britânica Audrey Hepburn), que está em Roma para cumprir compromissos oficiais. Entediada por ter uma agenda lotada e nenhuma liberdade, ela resolve fugir e acaba ficando amiga de Joe (o galã Gregory Peck), um jornalista que vê no inesperado encontro uma oportunidade de alavancar sua carreira e ganhar uma bolada.

Ann não diz a Joe quem é, e ele não diz a ela que é jornalista. Eles passam algumas horas se divertindo em Roma, andando de lambreta e tomando gelatto. Se une a eles fotógrafo Irving (Eddie Albert), que tira várias fotos da princesa com sua câmera de fica dentro de um isqueiro. Joe acaba descobrindo finalidades com Ann, e começa a duvidar se deve ou não publicar a matéria sobre a princesa rebelde.

A trama, que é um clássico do cinema em preto e branco, deu a Audrey um Oscar de melhor atriz em 1954. Também é famosa a cena em que Peck finge ter perdido a mão numa estátua (veja aqui), para desespero de Audrey. A sintonia dos atores em cena é incrível, e os dois permaneceram bons amigos até a morte de Audrey, nos anos 90.
A direção foi de William Wyler, dos igualmente ótimos ”Funny Girl – A Garota Genial” e ”Como Roubar um Milhão de Dólares”

 

Cotação: Muito bom

Editora-chefe do site e bacharel em Estudos de Mídia pela UFF, produz conteúdo para web desde 2012. Curiosa e apaixonada por cinema, escreve aqui em sua ''Coluna Clichê'' sobre os filmes que assiste no cinema e na TV.

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