Crítica: ”Dix pour cent”

Novidade no catálogo da Netflix, ”Dix pour cent” pode até passar despercebida no catálogo do streaming, mas não se engane: a série é boa e merece sua atenção.

Na trama, conhecemos os agentes da ASK, agência de talentos que fica em Paris e foi criada por Samuel Kerr. Logo no primeiro episódio somos apresentados aos protagonistas Andréa (Camille Cotin, de ”Beijei uma garota”), Mathias (o ator e dublador Thibault de Montalembert), Gabriel (Grégory Montel) e Arlette (Liliane Rovère).
Também fazem parte do staff a secretária Sofia (a atriz e cantora Stéfi Celma), os assistentes Hervé (Nicolas Maury) e Noemie (Laure Calamy) e a novata Camille (Fanny Sidney).

O grupo não poderia ser mais diverso: Mathias é cínico e só pensa em si mesmo; Andréa não perde a oportunidade de bater de frente com Mathias; o sensível Gabriel é o melhor amigo de Andréa e Arlette só observa o circo pegar fogo ao lado seu companheiro, o cãozinho Jean Gabin.
Os agentes cuidam das carreiras de grandes estrelas do cinema francês e precisam lidar com as loucuras deles. Aparecem Nathalie Baye, Laura Smet e Gilles Lellouche (primeira temporada); Isabelle Adjani, Julien Doré e Juliette Binoche (segunda temporada) e Jean Dujardin, Monica Bellucci e Isabelle Huppert (terceira temporada) – todos os atores aparecem interpretando eles mesmos, para deleite do espectador.

Os episódios são longos, tendo em média 50 minutos casa, e cada temporada tem apenas 6 episódios. O roteiro é muito ágil e esperto, de fato que todos os personagens centrais possuem sua própria trama e ninguém é deixado de lado. Os atores estão muito bem em cena e passam verdade – destaque para Camille Cotin, genial ao destacar as camadas de sua Andréa. A próxima temporada chega em 2020.

 

Cotação: Muito bom

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